Guia NBA 2025-26: Washington Wizards
O que esperar dos Wizards em 2025-2026? Confira a análise
Wizards: nem no Draft as coisas deram certo
O Washington Wizards entrou na temporada 2024-25 da NBA sem almejar grandes objetivos dentro da competição e jogou de acordo com o esperado. A franquia fechou a temporada regular com um recorde de 18 vitórias e 64 derrotas, sendo a quinta pior de sua história. A campanha rendeu a última colocação da Conferência Leste e a vice-lanterna da liga, só tendo mais vitórias que o Utah Jazz.
Estatisticamente, não há muito o que elogiar. A equipe teve o pior offensive rating da liga com 106,8; o quarto pior defensive rating (119,1) e o terceiro pior saldo na história de toda a NBA (-12,4).
Evidentemente, o time da capital norte-americana estava focado muito mais em desenvolver as peças que serão o pilar de sua reconstrução do que efetivamente brigar por uma vaga nos playoffs. Nomes como Alex Sarr, Bilal Coulibaly, Bub Carrington e Kyshawn George tiveram múltiplas oportunidades dentro de quadra ao longo do ano e demonstraram potencial.
Deste quarteto, vale destaque para Alex Sarr. Em seu primeiro ano na NBA, o pivô francês acumulou médias de 13 pontos, 6,5 rebotes e 2,4 assistências. Apesar de ter sua eficiência em quadra como um dos pontos a serem melhorados (apenas 39,4% de arremessos convertidos), ele foi nomeado para a seleção ideal de calouros da temporada.
Outros dois nomes tiveram destaque na campanha dos Wizards – Kyle Kuzma e Jordan Poole. Ambos fecharam o torneio com as melhores médias de pontos com a camisa dos Wizards, mas não voltaram a Washington no ano que vem. Kuzma foi trocado para o Milwaukee Bucks ainda no meio do ano, enquanto Poole foi negociado para o New Orleans Pelicans na offseason.
Vale notar que outros veteranos que fizeram parte da última temporada, como Malcolm Brogdon e Marcus Smart, também já não fazem mais parte do elenco, mostrando a clara intenção dos Wizards em priorizar seus jovens talentos.
Washington Wizards movimenta elenco com trocas e apostas
O Washington Wizards teve uma offseason interessante, sobretudo considerando o objetivo da franquia em ganhar maior flexibilidade financeira pensando em possíveis movimentações para fortalecer o elenco nos próximos anos.
A principal negociação da equipe envolveu Jordan Poole, que assumiu o protagonismo do elenco durante a última temporada. Considerando que ele ainda possuía dois anos de contrato com um alto salário médio de US$ 32 milhões, os Wizards o trocaram para o New Orleans Pelicans por C.J. McCollum.
Além de trazer experiência e liderança, McCollum está em um contrato expirante, o que garante maior espaço na folha salarial já na próxima temporada. No mesmo negócio, os Wizards também receberam Kelly Olynyk, outro jogador que entraria no último ano de seu contrato.
Entretanto, o pivô sequer chegou a vestir com a camisa de Washington. Ele foi enviado ao San Antonio Spurs em troca de Malaki Branham e Blake Wesley, ambos atletas jovens com apenas um ano de contrato e baixo impacto financeiro. Inclusive, Wesley também já se mudou, acertando com o Portland Trail Blazers.
Outras movimentações marcaram o período de free agency em Washington. Pouco produtivo por conta de lesões, Marcus Smart teve seu contrato rescindido e assinou com o Los Angeles Lakers. Anthony Gill e Richaun Holmes foram dispensados.
Entre as chegadas, destaque para Cam Whitmore, que chega do Houston Rockets para complementar o núcleo jovem com potencial ofensivo e, possivelmente, evoluir na defesa. O Draft também foi positivo para Washington, com as seleções de Tre Johnson, prospecto de Texas com talento ofensivo, e Will Riley, de Illinois.
No fim das contas, os Wizards possuem uma folha salarial projetada em US$ 58,6 milhões para investimentos na temporada 2026-27. Já contando com um grupo talentoso, a franquia poderá adquirir nomes mais experientes para potencializar o elenco e, assim, voltar a brigar por playoffs.
Expectativas baixas e sequência de rebuild
Considerando a saída de veteranos e o novo plano traçado pelo front office na última janela de transferências da NBA, o Washington Wizards deve repetir uma trajetória parecida com a da temporada passada. A equipe dificilmente brigará por uma vaga nos playoffs, já que o foco estará totalmente voltado para o desenvolvimento dos jovens jogadores do elenco.
Mais do que resultados para o curto prazo, o grande fato a ser observado na próxima campanha da franquia será a evolução do núcleo de jovens jogadores liderado por Tre Johnson, Alex Sarr, Keyonte George e Bilal Coulibaly. O desempenho individual e coletivo destes jovens talentos será um bom teste para indicar se o time está no caminho certo na construção de uma base para competir por melhores resultados no futuro.

Foto: Daniel Kucin Jr.-Imagn Images
Será que Alex Sarr se firma como grande nome da franquia?
Segunda escolha geral do Draft de 2024, Alex Sarr é cotado para ser um dos rostos dos Wizards no futuro. O pivô teve médias de 13 pontos, 6,5 rebotes, 2,4 assistências e 1,5 toco por jogo em 67 partidas disputadas em seu ano de estreia. Apesar de não ter sido um dos finalistas para o prêmio de Novato do Ano, ele acabou entrando para a seleção ideal de calouros de 2024-25.
Sobretudo, o francês ainda é um atleta jovem – completou 20 anos nesta offseason – e possui um bom teto para evolução. Suas atuações defensivas como um protetor de garrafão foram animadoras, especialmente por conta de seu atleticismo.
Em contrapartida, ele teve dificuldades para traduzir suas qualidades na quadra de ataque, somando médias pífias de 45,4% nos arremessos para dois pontos e 30,8% no perímetro, além de 67,9% nos lances livres.
As dificuldades de Sarr na fase ofensiva foram perceptíveis não só durante a temporada 2024-25, como também em sua participação na Summer League. Ele voltou a participar do torneio de verão nesta offseason e apresentou uma média de 38,8% de arremessos convertidos em seis partidas disputadas.
De qualquer modo, a baixa consistência no ataque não é o fim do mundo para o pivô. Ele terá mais sucesso de encontrar formas de pontuar em baixo do aro e partir de seus lances livres enquanto mantém o alto nível de performance na defesa. Certamente, este será um desafio que será o divisor de águas entre uma carreira de franchise player para a de um bom role player.
Uma das piores defesas da NBA precisa evoluir em 2025-26
Melhorar o setor defensivo deverá ser prioridade para os Wizards melhorarem seu desempenho em quadra. Na última temporada da NBA, a franquia acumulou alguns dos piores números no setor, especialmente por conta da inexperiência de grande parte de seu elenco.
Washington permitiu uma média de 120,4 pontos por jogo aos adversários, sendo esta a segunda pior marca em toda a liga. Outro dado relevante foi o defensive rating de 119,1, o quarto pior da liga. Em comparação com a média da NBA, Washington teve o pior desempenho defensivo relativo, com -4,6.
A dificuldade em contestar arremessos também foi evidente. Os adversários da equipe converteram 47,1% dos arremessos de quadra, índice que constou como o 12ª pior ao longo do campeonato. Além disso, os Wizards permitiram 43,7 cestas por jogo, ocupando a quinta pior posição da liga no quesito.
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