Guia NBA 2025-26: Toronto Raptors
O que esperar dos Raptors em 2025-2026? Confira a análise
Raptors: rebuild ainda em andamento
O Toronto Raptors entrou na última temporada da NBA ainda focando em seu processo de rebuild. Com um elenco repleto de jogadores inexperientes e muitas mudanças realizadas ao longo do campeonato, a franquia teve dificuldades em encontrar consistência e se estabeleceu como uma das piores na tabela geral com 30 vitórias e 52 derrotas ao longo do ano.
O início foi a parte mais difícil. A equipe canadense venceu apenas cinco dos seus primeiros 20 jogos no campeonato, logo de cara ficando entre os últimos colocados do Leste. Inclusive, a marca de dez vitórias só foi alcançada no dia 15 de janeiro, quase três meses após o começo da temporada.
Por outro lado, a equipe apresentou sua melhor fase justamente neste período. Entre 13 de janeiro e 2 de fevereiro, os Raptors venceram oito jogos em dez disputados.
Essencialmente, a melhor performance defensiva foi a grande responsável pela melhora, com o time registrando o terceiro melhor rating defensivo da NBA entre o dia 13 de janeiro e o fim da temporada. Antes disso, Toronto ocupava a quarta pior marca do quesito.
O retorno de jogadores lesionados certamente contribuiu com a melhor apresentação do time. Nomes importantes como Scottie Barnes, Immanuel Quickley e RJ Barrett perderam múltiplos jogos por conta de problemas físicos. Bem como, a principal aquisição do time no mercado, Brandon Ingram, sequer entrou em quadra por conta de uma lesão no tornozelo.
No fim, os Raptors fecharam o ano com a 11ª colocação do Leste. Olhando pelo lado positivo, foi possível observar o desenvolvimento de alguns jogadores que poderão contribuir ativamente no futuro. Entre eles, vale destaque para Gradey Dick, segundanista que acumulou 14,4 pontos e 3,6 rebotes com 29,4 minutos de média.
Offseason pouco movimentada e decepcionante para os Raptors
Após a chegada de Brandon Ingram na trade deadline, os Raptors decidiram realizar poucos movimentos de impacto durante a offseason, especialmente considerando o risco imposto pelas punições do teto salarial e dos aprons.
A extensão do pivô Jakob Poeltl foi a grande movimentação do front office com relação ao elenco. O atleta, que foi repatriado por Toronto em 2023-24 após passagem pelo San Antonio Spurs, recebeu um novo contrato de quatro anos e US$ 104 milhões após contribuir efetivamente com a melhor da equipe nos dois lados da quadra. Suas médias foram de 14,5 pontos, 9,6 rebotes e 1,2 toco por jogo em 2024-25.
No mercado, os Raptors só adquiriram um jogador e por contrato mínimo. O pivô Sandro Mamukelashvili foi adquirido após uma temporada de baixa participação na rotação dos Spurs, onde teve média de 6,3 pontos e 3,1 rebotes com 11,2 minutos de quadra.
A aquisição mais interessante veio através do Draft. Prospecto com inclinação defensiva, Collin Murray-Boyles foi adquirido com a nona escolha geral do evento e deverá ganhar certo espaço já em seu ano de estreia, especialmente após uma boa Summer League. Na segunda rodada, a franquia ainda selecionou Alijah Martin, armador atlético que será lapidado para o futuro.
Vale notar também uma mudança significativa que aconteceu no front office dos Raptors. O presidente Masai Ujiri, que fez parte da construção do elenco campeão da NBA em 2018-19, se despediu após 12 anos no cargo. Em seu lugar, Bobby Webster foi promovido após oito anos atuando como general manager.
Toronto Raptors mira evolução necessária em 2025-26
Com a adição de Brandon Ingram, o Toronto Raptors deverá se tornar um time mais competitivo em 2025-26. Por outro lado, o elenco ainda não demonstra força e profundidade suficientes para um salto significativo dentro da conferência e deverá permanecer entre os últimos colocados da tabela.
Considerando que o Leste oferece uma chance para times mais frágeis brigarem pela décima colocação, os Raptors talvez consigam brigar por uma vaga no play-in. Ainda assim, esta realidade parece improvável e, mesmo que se concretize, será difícil ver os canadenses vencendo a concorrência por uma classificação aos playoffs.

(Foto: Gregory Fisher – Imagn Images)
Estreia e saúde de Brandon Ingram são cruciais para o time
Em sua primeira temporada efetivamente atuando como membro do Toronto Raptors, Brandon Ingram deve se tornar o centro das atenções. O jogador possui um conjunto de habilidades e experiência para oferecer uma opção de pontuador e playmaker que os Raptors sentiram falta na temporada passada, especialmente em um elenco encarecido de destaques ofensivos.
O atleta selecionado pelo Los Angeles Lakers na segunda escolha geral do Draft de 2016 disputou as últimas seis temporadas de sua carreira como membro do New Orleans Pelicans, somando médias de 23 pontos, 5,5 rebotes e 5,2 assistências no período, bem como uma seleção para o All-Star e o prêmio de Jogador que Mais Evoluiu em 2019-20.
O bom retrospecto não se limita ao apresentado cinco anos atrás. Ingram é um de seis jogadores que apresentam médias de ao menos 20 pontos, cinco rebotes e cinco assistências em cada uma das quatro últimas temporadas. Além disso, ele é um dos principais nomes da liga atuando na meia distância.
Em contrapartida, será interessante observar se o jogador conseguirá contornar as lesões persistem que vem atrapalhando sua sequência nos últimos anos. Ele ficou fora de praticamente toda a última temporada por conta de um problema no tornozelo. Em apenas uma das últimas quatro temporadas o ala conseguiu disputar mais que 60 jogos na temporada regular.
Crescimento ofensivo pode determinar destino do Toronto Raptors
Em geral, os Raptors se mostraram um time totalmente ineficiente no âmbito ofensivo durante a temporada 2024-25. A equipe registrou o quinto pior offensive rating da liga (109,6) e a oitava pior marca em pontos por jogo (110,9). Além disso, teve um aproveitamento real de arremessos de 55,3%, a sexta pior da liga.
Sobretudo, faltaram opções de jogadores capazes de criar o próprio arremesso. Toronto foi o time que menos converteu a menor média de arremessos após o drible na liga. Bem como, foi a franquia que menos aproveitou situações de um contra um (apenas 4,1% das jogadas) e a segunda que menos pontuou desta forma (3,9 pontos por jogo).
O perímetro também foi um ponto baixo, com a equipe canadense convertendo a segunda pior marca de cestas do quesito a cada 100 posses (11,7).
Sobretudo, a adição de Brandon Ingram pode ser uma solução para a melhora ofensiva dos Raptors na próxima campanha. Ainda, manter jogadores como Scottie Barnes e RJ Barrett saudáveis também contribuirá com o desenvolvimento do setor. O encaixe de tantos jogadores que atuam com a bola em mãos, por outro lado, será um desafio para o head coach Darko Rajakovic.
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