Guia NBA 2025-26: Philadelphia 76ers
O que esperar dos 76ers em 2025-2026? Confira a análise
Sixers: temporada marcada por (muitas) lesões
O Philadelphia 76ers passou, indiscutivelmente, pela maior quebra de expectativa da última temporada da NBA. Depois de uma offseason movimentada, que contou inclusive com a chegada de Paul George, a equipe aparecia como uma das principais candidatas a ameaçar o trono do Boston Celtics na Conferência Leste. O que se viu na prática, porém, foi um resultado completamente diferente do esperado.
A princípio, os ventos pareciam soprar a favor da franquia da Pensilvânia. Joel Embiid, principal estrela do time, havia brilhado nos playoffs, mesmo sofrendo com os insistentes problemas físicos. Mais que isso, participou ativamente da conquista do ouro olímpico pela seleção dos Estados Unidos nos Jogos Olímpicos de Paris 2024. Suas grandes atuações na fase de mata-mata acabaram sendo cruciais para o título, e aumentaram as esperanças dos Sixers.
Ainda na intertemporada, contudo, começaram os percalços. Embiid se tornou desfalque por conta de novos inchaços no joelho, já operado ao longo de 2023-24. Paul George também sofreu uma contusão no joelho, durante a pré-temporada. Assim, ambos acabaram ficando fora da estreia dos 76ers e de vários jogos na seguida.
O início da campanha, portanto, acabou sendo dos piores possíveis. Depois de passar um tempo lesionado e de sofrer também uma suspensão por empurrar um jornalista em uma entrevista coletiva, Embiid estreou no décimo compromisso da temporada, mas acabou participando apenas de 19 jogos no total. Em abril, foi submetido a uma nova cirurgia no joelho.
George, por sua vez, esteve presente em apenas 41 partidas, registrando algumas das piores médias de sua carreira. Uma das poucas notícias positivas do começo de temporada, o novato Jared McCain também sofreu lesão no joelho e viu sua participação se encerrar de maneira precoce, depois de apenas 23 partidas. Lidando com tantas lesões em seu elenco, Philly começou a observar as chances de permanecer competitivo na Conferência Leste se esvaírem.
Então, depois de alguns meses tentando entrar ao menos na zona de classificação do Torneio de Play-In, a equipe tomou uma decisão importante. A princípio, os 76ers tinham um acordo com o Oklahoma City Thunder para enviar a escolha de primeira rodada no Draft de 2025 aos futuros campeões, caso ela não estivesse entre as seis primeiras da seleção.
Diante de todas as dificuldades, a franquia optou por utilizar uma rotação alternativa na reta final da campanha, com o objetivo de tentar manter a pick sob seu controle.
Deu certo. Philadelphia terminou na 13ª posição do Leste, somando 24 vitórias e 58 derrotas. O sorteio ajudou e o time terminou premiado com a terceira escolha do Draft de 2025, escapando da obrigação de enviá-la ao Thunder.
Restrições financeiras atrapalham offseason do Philadelphia 76ers
A princípio, o Philadelphia 76ers entrou na offseason sem tantos recursos disponíveis para fazer grandes mudanças em seu plantel. O principal ativo era a terceira escolha do Draft. E, desde o sorteio da loteria, diversas fontes passaram a especular sobre a possibilidade de uma troca envolvendo a pick em questão, dada a urgência do time em ser competitivo.
Entretanto, o general manager Daryl Morey nunca deu indícios de que estava disposto a se desfazer da escolha. E, de fato, não o fez. Assim, os Sixers acabaram selecionando o jovem ala-armador V.J. Edgecombe. O bahamense de 20 anos foi um dos grandes destaques da temporada universitária por Baylor.
Jogador mais atlético da classe, Edgecombe é um defensor exemplar no perímetro, e consegue sufocar até mesmo os oponentes mais habilidosos. No ataque, demonstrou excelente capacidade de infiltração, utilizando a fisicalidade para conseguir boas definições no garrafão. Ainda precisa melhorar o arremesso de média e longa-distância, mas é um nome altamente promissor para o futuro.
Os veteranos Eric Gordon e Kyle Lowry retornaram em acordos válidos por um ano, e o ala Justin Edwards, que se destacou no período de pouca competitividade dos 76ers, também renovou por três anos. A saída de maior peso foi a de Guerschon Yabusele.
Voltando para a NBA depois de cinco anos no basquete europeu, o ala-pivô teve médias de 11 pontos e 5,6 rebotes em 70 jogos. Acabou assinando com o New York Knicks na free agency.
Por fim, a única situação ainda não resolvida na offseason é a de Quentin Grimes. Agente livre restrito, o armador teve o melhor desempenho de sua carreira durante a segunda metade da temporada passada, quando chegou do Dallas Mavericks.
Foram 21,9 pontos, 5,2 rebotes e 4,5 assistências em 28 partidas, incluindo performances de 44 e 46 pontos diante de Golden State Warriors e Houston Rockets, respectivamente.
O excelente desempenho de Grimes fez com que sua renovação se tornasse uma prioridade dos 76ers na intertemporada. Mas, as partes já negociam há mais de dois meses e ainda não existem sinais de um desfecho.
A própria saída de Yabusele foi um sinal de que o armador deveria receber uma boa proposta, e sua continuidade em um contrato mais longo é fundamental para que a nota apresentada no início desta seção possa aumentar.
Retorno aos playoffs é obrigação
Diante do cenário geral descrito acima, o Philadelphia 76ers se encontra em uma posição pouco usual na NBA. A franquia, inegavelmente, conta com muito talento reunido. Mas, tem também duas linhas do tempo diferentes em relação aos seus jogadores.
Estrelas já consagradas como Embiid e George, donos dos principais salários do plantel, já se encaminham para a reta final de carreira. E, assim, seguem buscando oportunidades de competir por um título em cada um dos anos restantes.
A offseason já trouxe notícias preocupantes para a dupla. Embiid está se recuperando do procedimento realizado no joelho e ainda não tem data para retorno. O camaronês, no entanto, vem se mostrando aliviado pela oportunidade de passar por um processo de recuperação completo.
George também passou por uma cirurgia no joelho após uma contusão sofrida em um treinamento. A expectativa é de que ele esteja disponível para o início do training camp, no começo do mês de outubro.
Por outro lado, a equipe tem também nomes como McCain e Edgecombe. O primeiro vivia grande momento em sua temporada de calouro, e já era o grande favorito para o prêmio de novato do ano antes da lesão.
Agora, retorna como segundanista, precisando recuperar o ritmo após o processo de recuperação. Já o segundo já mostrou ótimas qualidades na NCAA, mas precisará de tempo para se desenvolver.
No meio dos ‘dois mundos’ está Tyrese Maxey. Ainda que prestes a completar apenas 25 anos de idade, o armador já se consolidou como uma peça fundamental do time comandado por Nick Nurse. Vencedor do prêmio de jogador que mais evoluiu em 2024, o camisa 0 foi o grande nome dos Sixers na campanha passada, liderando em pontuação com média de 26,3 tentos em 37,5 minutos por partida.
Em relação ao restante do elenco, faltam opções para o frontcourt após a saída de Yabusele, enquanto sobram no backcourt, especialmente assumindo que Grimes permanecerá na Philadelphia em um contrato mais lucrativo.
Apesar de todos os problemas, os 76ers ainda contam com um dos melhores times de toda a Leste. E alguns dos principais competidores também estão fortemente desfalcados pelas lesões, como são os casos de Boston Celtics e Indiana Pacers.
Dessa forma, podemos esperar por uma temporada melhor que a anterior, onde a equipe consiga brigar pelo topo da conferência. Mas, também não é possível descartar a hipótese de que o roteiro de 2024-25 se repita.

(Foto: Bill Streicher – Imagn Images)
Tudo passa por Joel Embiid
Impossível deixar de mencionar a principal esperança do Philadelphia 76ers para a temporada 2025-26. Ainda no início da offseason, o jornalista Dotun Akintoye, da ESPN americana, escreveu um texto digno de premiações sobre o drama vivido pelo pivô desde sua chegada a NBA. Ele lembrou que, há menos de dois anos, Embiid vinha apresentando o melhor desempenho de toda a sua carreira, superior até mesmo à campanha onde venceu o prêmio de MVP.
Em dezembro de 2023, ele colecionava médias absurdas de 40,2 pontos e 12,6 rebotes, com atuações de 51 e 70 (!) pontos. Pouco tempo depois, veio a cirurgia no menisco que o tirou de ação pelo resto da temporada. E então, ele realizou um grande sacrifício para disputar a primeira rodada dos playoffs, diante do New York Knicks.
Esse pequeno fragmento parece ser um resumo da carreira de Embiid até então. Talento, o camaronês tem de sobra. E mesmo quando sofre com os problemas físicos, ele ainda consegue entregar atuações de altíssimo nível. O problema é que, nesta altura, seu corpo (e principalmente o joelho) parece não suportar mais a rotina de um atleta profissional. Nas últimas duas temporadas, participou de apenas 58 dos 164 compromissos possíveis.
Porém, pela primeira vez, Philadelphia parece disposto a permitir que o jogador se recupere por completo, sem traçar metas para seu retorno às quadras. Esse fator pode ser importantíssimo para que os Sixers voltem a contar com Embiid no nível de MVP. A vontade de que isso aconteça, de ambos os lados, parece não faltar.
Saúde é a prioridade número 1, 2 e 3 para os Sixers
No final das contas, literalmente tudo depende do fator que mais atrapalhou a franquia nos últimos anos: saúde. Nenhum outro fator é tão importante para o sucesso do Philadelphia 76ers quanto a condição física de seus jogadores.
Joel Embiid, Paul George e Tyrese Maxey iniciaram 2024-25 como um dos trios de maior expectativa entre toda a liga. No final, contudo, disputaram apenas 15 partidas juntos. Nenhum time é capaz de ser competitivo diante de uma estatística como essa.
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