Guia NBA 2025-26: Atlanta Hawks
O que esperar dos Hawks em 2025-2026? Confira a análise
Hawks: nada além de play-in na temporada passada
O Atlanta Hawks iniciou a última temporada da NBA com expectativas mescladas. Por um lado, a equipe havia reconhecido o fracasso da troca por Dejounte Murray ao negociar o armador com o New Orleans Pelicans durante a offseason. Murray custou caro ao planejamento da franquia, que enviou três escolhas de primeira rodada ao San Antonio Spurs na ocasião.
Por outro, os Hawks conseguiram reunir em seu elenco alguns jovens talentos que, caso conseguissem alcançar parte de seus respectivos potenciais, poderiam transformá-los em um time competitivo novamente. E, nesse sentido, a experiência de 2024-25 acabou sendo extremamente positiva.
A começar por Dyson Daniels. O australiano foi o principal ativo adquirido na troca de Murray e, depois de anos discretos nos Pelicans, teve sucesso imediato na Georgia. Assim, terminou vencedor do prêmio de jogador que mais evoluiu, e foi o primeiro jogador a registrar média de três roubos de bola por partida desde Alvin Robertson em 1990-91.
Primeira escolha de um Draft carente de grandes estrelas, Zaccharie Risacher também mostrou boas valências, em especial após a pausa para o All-Star Game. No período em questão, o francês acumulou médias de 14,6 pontos, quatro rebotes e 40,7% de aproveitamento no perímetro.
Por fim, Jalen Johnson também vivia a melhor temporada de sua carreira antes de sofrer uma lesão no ombro que o tirou do restante da campanha ainda em janeiro. O ala tinha números de 18,9 pontos, dez rebotes e cinco assistências em 36 partidas.
Todos os aspectos mencionados ajudaram também a potencializar o desempenho de Trae Young. Grande estrela da equipe, liderou a liga em assistências com média de 11,6, apesar de sofrer com a queda de rendimento nos arremessos de 3 pontos e infiltrações.
Atlanta acabou sofrendo com a perda de Johnson e finalizou a temporada regular na oitava posição do Leste. Assim, acabou relegado novamente ao Torneio de Play-in, pela quarta vez consecutiva. Mesmo com duas chances de conquistar a vaga nos playoffs, as derrotas para Orlando Magic e Miami Heat, respectivamente, acabaram com o sonho de pós-temporada para Trae e companhia. Ao contrário dos anos anteriores, no entanto, a franquia se despediu da campanha com motivos para sorrir.
Ativos no mercado, Hawks se reforçaram com qualidade
Uma das franquias que mais se reforçou ao longo da offseason, o Atlanta Hawks elevou o patamar de seu elenco com as movimentações recentes. Primeiro, acertou a contratação de um dos agentes livres mais cobiçados do mercado em Nickeil Alexander-Walker. Parte importante da rotação do Minnesota Timberwolves, finalista do Oeste em 2024-25, o armador assinou por quatro anos e US$ 60,6 milhões.
Em seguida, foi a vez de Kristaps Porzingis desembarcar na Georgia, através de uma troca envolvendo Boston Celtics e Brooklyn Nets. Os Hawks abriram mão de Terance Mann, Georges Niang, a escolha 22 do Draft de 2025 e uma escolha de segunda rodada para contar com o letão. Porzingis vem sofrendo com os problemas físicos nos últimos anos, mas seu talento e habilidade de espaçar a quadra nunca foram uma questão. Além disso, ele é dono de um contrato expirante para a próxima campanha.
Atlanta adicionou ainda Luke Kennard, especialista do perímetro com 43,8% de aproveitamento nos arremessos de 3 pontos ao longo da carreira. Para o garrafão chegou N’Faly Dante, destaque da G League com o Houston Rockets. E, via Draft, o time selecionou Asa Newell na 23ª posição. O talentoso ala-pivô se destaca ofensivamente e deve se beneficiar de jogar ao lado de Trae, podendo ganhar minutos importantes já na temporada de estreia.
A principal saída foi a de Clint Capela, pivô que foi titular ao longo dos últimos anos. Todavia, será bem suprida pela ascensão de Onykea Okongwu. Caris LeVert e Larry Nance Jr., reservas de boa minutagem, também deixaram a equipe, mas não devem fazer tanta falta.
Em Conferência Leste aberta, Atlanta pode surpreender
Diante de todas as movimentações, o Atlanta Hawks se colocou como um forte candidato a brigar por mando de quadra nos playoffs da Conferência Leste. A equipe, portanto, tem tudo para deixar para trás as incômodas aparições em sequência no Torneio de Play-In.
Recém-promovido ao cargo, o general manager Onsi Saleh fez um excelente trabalho em sua primeira intertemporada. Além disso, a franquia pode se aproveitar do enfraquecimento de alguns concorrentes diretos na conferência, como são os casos de Boston Celtics e Indiana Pacers.

(Foto: Dale Zanine – Imagn Images)
Jalen Johnson pode ser o termômetro do time?
Quando o jovem ala de 23 anos esteve em quadra, os Hawks tiveram um rating defensivo (pontos sofridos a cada 100 posses de bola) de 110,2, equivalente à quinta melhor defesa da NBA. Sem ele, o número sobe para 115,7. Não parece muito, mas, coloca Atlanta como a sétima pior defesa da liga.
No ataque, Johnson funciona não só como um definidor de qualidade, mas também um facilitador que alivia a pressão criativa sobre Trae Young. Com ele em quadra, o time tem média de 22,3 assistências. Quando esteve fora, esse número caiu para 19,8.
Equilíbrio é fundamental para resultado positivo em 2025-26
A equipe comandada por Quin Snyder sofreu, na última temporada, com o mesmo problema que enfrenta desde a chegada de Trae Young. Assim, duas questões são fundamentais para o sucesso na campanha: como ter uma defesa efetiva com o armador em quadra e como marcar pontos em seus minutos de descanso?
Sem Trae em quadra, o ataque dos Hawks se transforma estatisticamente no pior de toda a NBA. As contratações da offseason serão fundamentais nesse quesito. Em especial Alexander-Walker, que pode contribuir nos dois lados e atuar pontualmente em formações que não contam com o camisa 11.
Por fim, outro fator de destaque é a saúde de seus principais coadjuvantes. Em especial Johnson e Porzingis, que tem histórico recente de lesões e são peças cruciais para o elenco.
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