Depois de apenas um mês e um dia do término da temporada 2024-25, muita coisa já mudou na NBA e a liga ganhou novos competidores na offseason
A temporada de 2024-25 acabou há apenas um mês e um dia. Porém, desde a vitória do Oklahoma City Thunder no jogo 7 contra o Indiana Pacers, muita coisa aconteceu na NBA. Passamos por Draft, trocas, renovações e contratações. Inclusive, o período de free agency ainda segue aberto e mais movimentações importantes podem acontecer daqui até o início da temporada.
Assim, a liga já está bastante diferente para a temporada 2025-26 e, depois de tantas movimentações, está na hora de fazermos o primeiro power ranking.
A lista vai levar em consideração o que vimos na última temporada, mas também a expectativa de cada equipe (baseada em elenco e comissão técnica). Ou seja, o ranking será apenas uma perspectiva de cada uma das 30 franquias para o começo da próxima temporada.
Sem mais delongas, vamos para a Lista!
Em último fica o Utah Jazz, não por incompetência, e sim por escolha.
Nesta offseason Utah escolheu trocar talentos para dar espaço para outros jovens do elenco e deve continuar fazendo isso ao longo da temporada, com Lauri Markkanen principalmente. Porém, Walker Kessler, Ace Bailey, Kyle Filipowski e Isiah Collier podem deixar o time interessante na medida do possível.
A questão é que, por jogar no Oeste, a campanha deve acabar pior que a do Brooklyn Nets.
Talvez, a pior offseason de todas, os Nets brigam forte para ser o time que menos empolga.
Quando olhamos para o elenco, parece mais um catadão de nomes de pouco talento e que não fazem o menor sentido no mesmo time. A começar pelos quatro rookies na posição de guard e por Michael Porter Jr. ser o melhor jogador em todo o elenco.
Não fossem os talentos individuais e o potencial em New Orleans, os Wizards poderiam estar acima.
Com uma situação parecida com a do Charlotte Hornets, os Wizards trouxeram peças que devem tornar o elenco mais competitivo, mas sem tanto talento. De qualquer forma, seria uma surpresa este time ter novamente a pior campanha da NBA.
É, definitivamente, um time com talento, porém é assim para os Pelicans há três temporadas praticamente e nunca resulta em nada.
Inclusive, o pivô Derik Queen já se lesionou na Summer League e virou dúvida para o início da temporada. Sem falar em Zion Williamson e Dejounte Murray, que seguem lidando com suas lesões. Para a cereja do bolo, os Pelicans trouxeram Jordan Poole, que pode pesar para o lado positivo ou negativo. Por fim, vale ficar de olho em Jeremiah Fears, sétima pick do Draft.
Não seria surpresa se os Hornets estiveram bem mais pra cima na lista após algumas semanas de temporada regular.
Isso porque a equipe se movimentou para ser mais competitiva que nos últimos anos. Trouxe, por exemplo, Collin Sexton, Spencer Dinwiddie, Mason Plumlee e draftou Kon Knueppel. Mais do que isso, tem LaMelo Ball, Miles Bridges e Brandon Miller. O único problema do trio extremamente talentoso são as lesões e polêmicas fora de quadra. Caso consigam ficar longe delas, os Hornets podem fazer jogo duro.
Um elenco caro, sem grandes talentos e que não faz muito sentido junto. Inclusive, muito por isso os Raptors decidiram demitir Masai Ujiri.
A equipe sonha em brigar por algo maior, mas sempre enfrenta problemas de lesões ou de ter um elenco limitado, principalmente no ataque. O fator que pode ser diferente nesta próxima temporada é Brandon Ingram, mais um ala para carregar a bola, só que pode comprometer a defesa.
Ainda sem renovar com Josh Giddey e sem conseguir se desfazer de Nikola Vucevic, os Bulls não empolgam.
A franquia teve uma boa reta final na última temporada, mas tomou uma lavada em casa no jogo decisivo para entrar nos playoffs. Além disso, a melhor movimentação foi a renovação com Tre Jones, sendo que Coby White ainda não recebeu um extensão.
Assim, é difícil imaginar que o mesmo elenco, treinado pelo mesmo treinador, tenha um resultado muito diferente do que já vimos.
Sem Tyrese Haliburton e Myles Turner, os Pacers voltam muito piores para 2025-26.
Isso porque os dois jogadores eram pilares para o funcionamento da equipe. Assim, é difícil imaginar, mesmo com o ótimo trabalho que faz Rick Carlisle e com um bom elenco, que Indiana faça algo além de brigar no Play-In.
Perdeu Kevin Durant e Bradley Beal, mas parece que os Suns estão se ajeitando aos poucos, bem aos poucos.
Apesar dos pesares, Jalen Green, Devin Booker, Dillon Brooks e Mark Williams devem fazer desse Suns um time competitivo na medida do possível. Inclusive, se a campanha for a mesma ou até um pouco melhor que a da última temporada não seria motivo de tanta surpresa.
Praticamente o Chicago Bulls de duas temporadas atrás, com um novo nome.
Os Kings possuem talento, mas muito mal distribuído no elenco. Isso porque Zach LaVine e DeMar DeRozan são quase redundantes, além de Domantas Sabonis não ser, na defesa, a força de garrafão que esse elenco pede. Por outro lado, os Kings assinaram com Dennis Schroder, que deve tentar trazer mais equilíbrio.
Assim, com esse elenco os Kings devem levar jogos na base do talento e do ataque, mas dificilmente chegam longe.
Ainda muito provavelmente sem Damian Lillard, os Blazers apostam nos jovens e no bom momento da reta final de 2024-25.
Deni Avdija, Scoot Henderson, Shaedon Sharpe e Toumani Camara agora terão a mentoria do veterano Jrue Holiday e devem seguir evoluindo. Inclusive, o pontos fortes do elenco serão os jovens e a defesa, enquanto o garrafão deve sofrer bastante e será uma área mais delicada.
Sem Jayson Tatum, Jrue Holiday, Kristaps Porzingis e Al Horford, o elenco de Boston saiu do melhor da liga para a segunda metade da tabela.
Entretanto, ainda existe talento em Boston. Jalen Brown vem para sua primeira temporada como a cara do time e vai querer se provar, além de Derrick White e Anfernee Simons no perímetro. Por outro lado, os Celtics devem sofrer no garrafão, com um claro buraco no elenco.
Com isso, disputar Play-In está de bom tamanho em 2025-26.
Com Victor Wembanyama de volta, os Spurs ainda contam com a estreia de Dylan Harper e com mais um ano de evolução de Stephon Castle. Além de De’Aaron Fox, Harrison Barnes, Devin Vassell, Carter Bryant e companhia.
O elenco jovem de San Antonio é qualificado o suficiente para brigar no Play-In e, se tudo der muito certo, até por vaga direta. Porém, o mais provável é que seja um ano de Play-In para o elenco ainda pegar experiência e aprender a jogar junto. Outro ponto positivo é que agora Mitch Johnson já entra na temporada sabendo que será o Head Coach e com mais tempo de trabalhar suas ideias.
Talvez a equipe mais difícil de rankear. Isso porque os Sixers no papel possuem um ótimo elenco. No entanto, muitas vezes isso fica apenas no papel.
A equipe parece sempre lidar com lesões: Joel Embiid e Paul George ainda estão se recuperando de cirurgias, sem data confirmada para retorno. Além disso, Philadelphia parece sempre atirar no próprio pé com conflitos internos ou com marmeladas em momentos decisivos da temporada.
Assim, ao passo que pode ser uma grande temporada também com a presença do jovem V.J. Edgecombe, pode também ser mais uma frustrante para Philadelphia.
Depois de mais uma temporada medíocre, na essência da palavra, o Heat se movimentou.
A equipe conseguiu Norman Powell praticamente de graça, role player que chega para ser titular após ótima temporada com o Los Angeles Clippers. Outro ponto positivo foi a renovação com Davion Mitchell, que foi muito bem nos playoffs, e a saída de Duncan Robinson, que vai abrir mais espaço para os dois jogadores mencionados.
Por outro lado, Powell e Mitchell não são o suficiente para mudar o patamar da equipe, que deve brigar por vaga direta na pós-temporada mas que ainda precisa de muita coisa para ter chances reais de título.
A temporada dos sonhos de 2024-25 não acabou da melhor maneira, mas os Pistons mudaram a cultura que carregavam há tempos.
Isso porque venceram 30 jogos a mais do que em 2023-24 e conseguiram vaga direta nos playoffs, competindo em todos os jogos contra o New York Knicks. A equipe é jovem e tende a evoluir junto, além do retorno de Jaden Ivey, talentoso ala-armador.
Porém, perdeu peças importantes no perímetro: Dennis Schroder, Malik Beasley (ainda sem time) e Tim Hardaway Jr. Dessa forma, os Pistons podem sofrer em alguns momentos da temporada e sobrecarregar Cade Cunningham. Quem chega é Caris LeVert e Duncan Robinson.
O fato de conseguir manter Giannis Antetokounmpo foi a melhor notícia possível para os Bucks.
Além disso, a equipe ainda conseguiu Myles Turner para o garrafão, contratação que empolgou muita gente. Porém, o elenco de Milwaukee é basicamente o mesmo da última temporada, mas agora sem Damian Lillard e Brook Lopez. Assim, ainda falta talento nas posições do perímetro para a equipe realmente entrar na conversa de briga por título.
De qualquer forma, Antetokounmpo e Turner devem manter os Bucks competitivos em boa parte da temporada.
Com uma offseason subestimada, os Grizzlies não estão tão longe de competir. Inclusive, com todos os problemas da última temporada a equipe terminou com apenas duas vitórias de diferença para o terceiro colocado Los Angeles Lakers.
Se de um lado perdeu Desmond Bane, recebeu KCP, que pode contribuir, e contratou Ty Jerome, um dos melhores reservas da liga. Além disso, ainda tem Ja Morant, Jaren Jackson Jr., trouxe de volta Santi Aldama e terá mais um ano de evolução para Scotty Pippen Jr.
O elenco é bom e o técnico Tuomas Iisalo agora terá tempo para implantar sua filosofia.
Não fosse a lesão de Kyrie Irving, os Mavericks estariam melhores posicionados no ranking.
No entanto, o armador ainda não tem data de retorno e deve entrar em quadra apenas depois de janeiro. Mesmo assim, o elenco de Dallas é dos mais profundos da liga: muito físico e versátil. No perímetro a equipe tem D’Angelo Russell, Brandon Williams, Klay Thompson e Max Christie. Nas alas, Cooper Flagg, P.J. Washington e Naji Marshall. No garrafão, Anthony Davis, Dereck Lively II e Daniel Gafford.
Ou seja, um baita elenco que não deve para nenhum outro em toda a NBA. A única questão dos Mavs é a saúde de Irving e Davis, os dois pilares do time.
Uma das melhores offseasons da Conferência Leste, os Hawks vem com tudo para 2025-26.
Depois de amargurar o Play-In nas últimas quatro temporadas, a franquia finalmente trouxe reforços de peso e montou um elenco que faz sentido em torno de Trae Young. Agora, os Hawks têm Dyson Daniels e Nickeil Alexander-Walker no perímetro, dois dos melhores defensores da NBA nas posições e que ainda contribuem ofensivamente.
Mais próximo ao garrafão, Jalen Johnson, que foi um dos destaques positivos da primeira metade de 2024-25, volta de lesão para jogar ao lado de Onyeka Okongwu, fora Kristaps Porzingis, que vai espaçar a quadra e ajudar na proteção do aro.
Com isso, um elenco completo e talentoso deve competir por mando de quadra e por coisa grande na conferência.
Luka Doncic, LeBron James, Austin Reaves e Deandre Ayton: talento os Lakers têm. Entretanto, será curioso ver como o técnico JJ Redick vai montar um coletivo que funcione de verdade, dos dois lados da quadra.
Ofensivamente são jogadores inteligentes e capazes de fazer de tudo um pouco. Porém, nos playoffs os Lakers funcionavam muito no mano a mano e tinham poucas soluções coletivas no ataque. Além disso, a defesa e o garrafão eram uma bomba, que não necessariamente foi solucionada nesta offseason.
Inclusive, os rumores de LeBron James possivelmente deixar a franquia ainda existem, apesar de menos barulhentos. De qualquer forma, os Lakers possuem muito talento para não competirem em alto nível. A questão maior será quando pegar os times de primeira e chagar nos playoffs.
Um dos times mais experientes em toda a NBA, os Warriors tiveram ótima campanha desde o trade deadline da última temporada. Inclusive, foram a terceira melhor campanha desde a estreia de Jimmy Butler e chegaram como um dos times mais quentes para os playoffs.
No entanto, as lesões aconteceram e a equipe caiu para o Minnesota Timberwolves na segunda rodada. Além disso, para 2025-26 Golden State ainda não trouxe nenhum reforço, perdeu Kevon Looney, pode perder Jonathan Kuminga e terá Stephen Curry, Jimmy Butler e Draymond Green mais envelhecidos.
Com isso, as expectativas ainda são altas, mas a temporada regular deve ser menos empolgante do que a passada.
Há duas temporadas os Wolves batem na trave para chegar na NBA Finals.
Desta vez, a equipe conseguiu manter boa parte do elenco e não apostou em nenhuma grande reformulação, como nos anos anteriores. Assim, o forte elenco volta e Anthony Edwards deve seguir crescendo para se tornar um dos melhores em toda a liga. Soma-se a isso o primeiro ano, em muito tempo, que o bom técnico Chris Finch terá continuidade no elenco e conseguirá construir em cima das mesmas peças.
Por outro lado, os Wolves perderam Nickeil Alexander-Walker e terão Mike Conley e Rudy Gobert um ano mais velhos. Assim, o elenco que perdeu por muito do Thunder não volta no mesmo nível de maneira geral, mas ainda pode competir e, quem sabe, levar.
O Orlando Magic quer entrar na conversa sobre os favoritos do Leste.
Após duas boas temporadas, mas com problemas no departamento médico e no ataque, o Magic vem com tudo para 2025-26. A franquia manteve o coração do elenco e trocou apenas Kentavious Caldwell-Pope, que teve uma de suas piores temporadas na carreira, e Cole Anthony, o armador reserva. Por outro lado, conseguiu Desmond Bane: um ala-armador sólido na defesa e que consegue fazer de tudo no ataque, principalmente arremessar de três.
Além disso, contratou Tyus Jones, um dos melhores armadores reservas de toda a NBA, sendo um ótimo passador, organizador e arremessador. Assim, Orlando deve seguir com uma das melhores defesas de toda a liga, mas agora com um ataque potente, que também conta com mais um ano de evolução de Paolo Banchero e Franz Wagner.
Um trator na temporada regular passada, os Cavs desapontaram nos playoffs. Seja por cansaço ou por azar, Cleveland perdeu o gás no segundo round e perdeu jogadores importantes da rotação. Assim, naturalmente a equipe não deve voltar com tanta intensidade para um temporada longa de 82 jogos.
Além disso, perdeu um candidato a melhor reserva da NBA em Ty Jerome e só trouxe Lonzo Ball, uma aposta já que ficou mais de dois anos sem pisar nas quadras, até voltar na metade final de 2025-25. Ou seja, o elenco ainda é forte e o coletivo é sua melhor parte. Porém, após um final de temporada frustrante os Cavs não são os claros favoritos no Leste.
Depois de voltar para as finais do Leste após 25 anos, os Knicks chegam melhores para 2025-26.
A equipe demitiu Tom Thibodeau e trouxe Mike Brown, um dos melhores técnicos da liga. Além disso, todos os principais nomes retornam, com a adição de Jordan Clarkson e Guerschon Yabusele, que trazem mais profundidade para o banco, o ponto fraco até então.
Dessa forma, os Knicks devem brigar pela primeira posição da conferência e são sérios candidatos ao título com o talentoso elenco na mão de um competente técnico. Apesar de não ser perfeito, Mike Brown deve aproveitar melhor o conjunto e montar um time que aproveite as melhores valências de seu jogadores, sem ser tão dependente de jogadas individuais como o time do ano passado.
Se panela velha, realmente, faz comida boa, a dos Clippers tem tudo para fazer um delicioso banquete. Isso porque, apesar da idade do elenco, o que os jogadores entregaram na última temporada prova que ainda podem competir em altíssimo nível.
Mais do que isso, a profundidade e qualidade que os Clippers possuem em praticamente todas as posições vão ajudar o time a se manter mais fresco. James Harden, Bradley Beal, Kawhi Leonard, John Collins e Ivica Zubac, com Chris Paul, Kris Dunn, Derrick Jones Jr., Nicolas Batum e Brook Lopez saindo do banco. O elenco dos Clippers não tem nenhum buraco e parece preparado para qualquer confronto.
Por outro lado, as lesões e a defesa podem ser um problema. No entanto, é talento demais nas mão de Tyronn Lue, um dos melhores técnicos na NBA.
Equipe que terminou na segunda posição do Oeste durante a temporada regular em 2024-25, os Rockets vêm ainda mais fortes para a próxima.
Isso porque conseguiram Kevin Durant, abrindo mão “apenas” de Jalen Green e Dillon Brooks. O primeiro teve péssima performance nos playoffs e o segundo é um jogador limitado, com altos e baixos. Dessa forma, pegar um dos melhores pontuadores de meia quadra da história da NBA resolve muitos problemas ofensivos que esse time possuía no último ano.
Além disso, Houston trouxe de volta Fred VanVleet e Steven Adams, fundamentais para o elenco. Assinou também com Dorian Finney-Smith, Clint Capela e Josh Okogie, jogadores que se encaixam em quase qualquer elenco da NBA e que devem contribuir em bom nível.
Sem falar em Alperen Sengun, Jabari Smith, Tari Eason e Amen Thompson, jovens extremamente talentosos que devem crescer, e no técnico Ime Udoka.
Tirando os Pacers na NBA Finals, os Nuggets foram o time que mais competiram com o Thunder. Isso porque a equipe, mesmo com elenco curto e sofrendo com lesões, conseguiu forçar o jogo 7 em OKC, que foi uma surra, é verdade.
No entanto, os Nuggets tiveram uma das melhores offseasons, trazendo Bruce Brown, Cam Johnson, Jonas Valanciunas e Tim Hardaway Jr. Além disso, perdeu apenas Michael Porter Jr., muito inconsistente e extremamente caro, e Russell Westbrook, que fará falta apesar dos pesares.
Ou seja, Denver conseguiu colocar um elenco mais completo e profundo ao lado de Nikola Jokic e Jamal Murray, dois dos jogadores que melhor performam nos momentos decisivos. A comissão técnica também recebeu reforços e os Nuggets também possuem o pedigree de serem campeões recentemente. Assim, definitivamente não temem nenhum adversário e, com uma defesa melhor, devem competir seriamente com OKC.
Atual campeão, o Thunder repetiu o que fez o Boston Celtics em 2024 e trouxe todo mundo de volta. Inclusive, OKC renovou com seu Big 3 de Shai Gilgeous Alexander, Jalen Williams e Chet Holmgren, mas os novos contratos começam apenas na temporada de 2026-27.
Além disso, o elenco é um dos mais jovens da liga e apenas tende a melhorar individualmente e coletivamente para o próximo ano. Agora, os principais jogadores também não terão mais o peso do favoritismo e da pressão de ser um ótimo time em temporada regular e não entregar nos playoffs.
Por outro lado, desde 2018 a NBA não tem um campeão repetido e, nos últimos anos, quem venceu o título tende a sofrer com desgaste físico.