Foto: Michael E. Keating, Cincinnati Enquirer via Imagn Content Services, LLC
O Cincinnati Bengals confirmou nesta terça-feira (23) a morte do ex-running back Rudi Johnson, aos 45 anos. A causa e a data exata do falecimento não foram divulgadas.
“Rudi foi uma ótima pessoa e um excelente running back para nós. Ele era confiável, produtivo e muito querido pelos companheiros. Todos o viam como um amigo verdadeiro. Estamos profundamente tristes com sua partida”, declarou Mike Brown, presidente dos Bengals, em nota oficial.
Ao todo, em suas 81 partidas com os Bengals, Rudi Johnson acumulou 5.742 jardas terrestres, marca que o coloca como o quarto maior corredor da história da equipe. Além disso, anotou 48 touchdowns, o terceiro maior total do time em todos os tempos.
Logo após sua dispensa pelos Bengals em 2008, Johnson ainda atuou uma temporada pelo Detroit Lions, onde somou 237 jardas em 14 jogos antes de se aposentar.
#Bengals legendary running back Rudi Johnson has passed away.
Johnson ran for 1,300 or more yards and 12 touchdowns in 3 straight seasons from 2004-2006.
Porém, antes da NFL, ele brilhou pelo Auburn Tigers no College, onde recebeu as honras de Jogador Ofensivo do Ano da SEC em 2000. Naquele ano, acumulou 1.567 jardas e 13 touchdowns, consolidando-se como um dos running backs mais dominantes da conferência.
Pouco depois da notícia do seu falecimento, Auburn o homenageou nas redes sociais, chamando-o de “um dos melhores a vestir o laranja e azul”.
Johnson também deixou sua marca no futebol universitário júnior. Antes de Auburn, foi estrela no Butler Community College, conduzindo a equipe a dois títulos nacionais consecutivos. Em 2016, entrou para o Hall da Fama do Futebol Americano da NJCAA, eternizando sua trajetória.
Uma perda sentida no universo do futebol americano
A morte de Rudi Johnson repercutiu tanto em Cincinnati quanto em Auburn, onde ele continua lembrado como símbolo de dedicação e consistência. Para os Bengals, ele permanece um dos maiores running backs da franquia e uma peça importante na construção da identidade do time no início dos anos 2000.
Por fim, seu legado, dentro e fora de campo, será lembrado por torcedores, companheiros e pela comunidade do futebol americano.
Escreve sobre o que ama. Torcedor incondicional dos Patriots desde a temporada perfeita que não teve final perfeito. Um viciado em jogos de esportes desde seu finado PS1, é apaixonado também por Bruins, Red Sox e Celtics. Tem a felicidade de já ter visto todos os seus times de coração serem campeões. Sonha em um dia entrevistar pessoalmente seu maior ídolo, Patrice Bergeron.