Esportes
Guia NBA 2025/26
Palpites
Casas de Apostas
Guias
18+ | Jogue com responsabilidade | Aplicam-se os Termos e Condições | Conteúdo comercial | Conteúdo Publicitário

Seleção brasileira: Chatman fala sobre o início de trabalho na equipe feminina

Gustavo Assef

Com a presença do The Playoffs, o técnico da seleção brasileira masculina comentou sobre a última convocação e sobre o futuro do Brasil

Na tarde desta terça-feira (18), a CBB (Confederação Brasileira de Basquete) realizou o “Café com os Profes”. Assim, reuniu Aleksandar Petrović, técnico principal da seleção brasileira masculina, e Pokey Chatman, técnica principal da seleção brasileira feminina. Segundo a CBB, o evento tinha como objetivo “aproximar ainda mais todo o ecossistema dos nossos comandantes”. Assim, a americana comentou sobre a seleção feminina e seu recente trabalho com a equipe.

Segundo Chatman, o que a atraiu para o comando da seleção brasileira foram as brasileiras que treinou durante seu tempo na WNBA. “É a razão principal de fazer isso (aceitar treinar o Brasil). Treinei algumas brasileiras na WNBA e eu entendi a paixão do Brasil, da cultura, a intensidade que elas ouviam, que eram intensas, que queriam aprender…”.

Além disso, afirmou que tem a confiança da CBB para implementar seu processo e que é “passo a passo”. Assim, chegou a dizer que os resultados podem não vir de imediato, citando o pré-mundial na China, mas que eles virão no longo prazo. Já sobre o estilo de jogo que quer na seleção brasileira, deixou bem claro: defesa intensa e pontuação no garrafão no ataque.

A técnica principal da seleção feminina disse que sua prioridade, assim que chegou para a AmeriCup – competição na qual o Brasil ficou com o vice -, foi estabelecer a cultura defensiva e que não liga se vencer a partida com o placar baixo, uma vez que é apenas a vitória que importa. Por outro lado, agradeceu o tempo que teve nesta última semana para treinar com a equipe e continuar instalando o seu sistema.

Por fim, falou também que pretende começar iniciativas para além deste “mini-camp”. Isso porque, de acordo com Chatman, os treinos são ótimos para conhecer melhor as jogadoras e treinar seu sistema. No entanto, a comandante quer implementar “mini-clínicas” com os técnicos e técnicas brasileiras: “Para eu ensinar e aprender com eles”.

Comandantes falaram sobre como podem melhorar a seleção brasileira, masculina e feminina

Seleção brasileira

Tanto Petrović, quanto Pokey falaram com a imprensa e debateram diversos tópicos sobre a seleção brasileira de basquete e o esporte no Brasil. Primeiro, ambos responderam para o The Playoffs sobre como podem trabalhar juntos para elevar o nível do basquete jogado em quadra.

“Eu posso aprender (com Petrović). Estávamos no carro juntos e a primeira coisa que perguntei foi ‘Posso ir a um treino [seu]? … Para mim é sobre fazer perguntas, falar sobre o jogo… Mas a principal coisa é trazer de volta o amor e a paixão no basquete feminino”, afirmou Pokey Chatman.

Além disso, ela a técnica da seleção brasileira feminina comentou também sobre a experiência de Petrović, que também chegou no Brasil precisando liderar uma transição de gerações. Pokey disse que o que o técnico croata fez é “um bom caminho para se espelhar”.

Por outro lado, Petrović também falou com o The Playoffs sobre o tema.

“Hoje nos falamos por uma hora, uma hora e meia… Estou aqui há seis ou sete anos, sei como funciona tudo, tenho muito conhecimento não só de basquete masculino, eu vi todos os jogos da AmeriCup das mulheres… Hoje estive no treino (da seleção brasileira feminina) e fiz seis observações e passei as observações para Leo [Figueiró]”.

nba nba

Jornalista em formação, apaixonado por música e por esportes, principalmente os americanos. Torcedor do Boston Celtics, do Boston Red Sox e fanático pelo Pittsburgh Steelers. No futebol, sofre pelo São Paulo.

Leia mais