Esportes
Palpites
Casas de Apostas
Guias
Copa Do Mundo 2026
WNBA
Esportes Palpites Casas de Apostas Guias Copa Do Mundo 2026
18+ | Jogue com responsabilidade | Aplicam-se os Termos e Condições | Conteúdo Comercial | Conteúdo Publicitário | Ministério da Fazenda adverte: Aposta não é investimento

“Fui chamada para jogar na WNBA, mas recusei”, diz Hortência sobre decisão no auge da carreira

Equipe The Playoffs

Em entrevista ao podcast Andreoli Modo On, Hortência Marcari, rainha do basquete, relembra recordes, bastidores da seleção e aposentadoria

Ícone do basquete feminino brasileiro, Hortência Marcari revisitou momentos decisivos de sua trajetória em participação no Andreoli Modo On, exibido no Kwai, com patrocínio da Superbet. Com seu humor afiado e olhar estratégico, a ex-jogadora falou sobre escolhas marcantes, como a surpreendente recusa de um convite para atuar na WNBA, aos 36 anos.

“Fui draftada para a WNBA, mas tinha acabado de ter meu filho. Já tinha conquistado tudo o que queria. Decidi parar no auge”, contou a ex-atleta, reforçando o controle que sempre teve sobre sua trajetória.

Campeã mundial em 1994 e medalhista de prata nas Olimpíadas de Atlanta em 1996, Hortência é considerada a maior jogadora da história do basquete feminino brasileiro. Foi a primeira brasileira incluída no Hall da Fama da FIBA e também no Hall da Fama do Basquete nos Estados Unidos.

Ao longo da carreira, marcou mais de 3.000 pontos pela seleção e eternizou-se como uma atleta que uniu técnica, carisma e liderança dentro e fora de quadra.

Hortência relembra marca histórica

Durante a conversa, Hortência relembrou o dia em que marcou 124 pontos em uma única partida dos Jogos Regionais, feito que lhe rendeu um recorde não oficial. “Nosso time era muito forte, e criamos uma tática só para ver até onde eu conseguia chegar. Fizemos 251 pontos, eu fiz 124. Só não entrei para o Guinness porque o jogo não foi filmado”.

Ela também comentou os bastidores da medalha de prata nas Olimpíadas de Atlanta (1996) e destacou a importância de outras jogadoras na era vitoriosa da seleção brasileira. “A gente só começou a ganhar quando a Janeth e a Alessandra entraram. Ficar falando só de mim e da Paula é injusto”.

Hortência reforçou a importância de ter Paula ao seu lado, uma outra grande jogadora que estimulava sua competitividade e a busca pelo melhor resultado.

Retorno para a seleção como técnica?

Ao ser questionada sobre a possibilidade de voltar a jogar ou assumir a seleção como técnica, foi categórica: “Nunca mais entrei em quadra desde que parei. Quero que a última imagem minha seja na final da Olimpíada de 96. E ser treinadora? Tô fora”.

O videocast “Andreoli Modo On” é uma parceria entre Felipe Andreoli, Superbet e Kwai for Business, plataforma de negócios do Kwai. Toda semana, um novo episódio conecta o público aos bastidores do esporte e da comunicação com leveza e bom humor no perfil oficial do “Andreoli Modo On” no Kwai.

O portal dos esportes americanos no Brasil!

Leia mais