Casa da brasileira Janeth Arcain em perÃodo histórico de dinastia, Houston está próxima de voltar a sediar um time na WNBA
A WNBA está próxima de poder contar novamente com um time na cidade de Houston. Nesta sexta-feira (19), Ramona Shelburne e Alexa Philippou, da ESPN americana, noticiaram que Tilman Fertitta, dono do Houston Rockets, da NBA, está em fase avançada de uma negociação para adquirir o Connecticut Sun. A princípio, o plano após a compra é de realocar a franquia para a cidade texana.
A dupla revelou ainda que as conversas vem sendo “positivas”, ainda que uma proposta formal não tenha sido realizada até o momento. Uma fonte próxima à situação disse que os valores (não revelados) mencionados pelos acionistas dos Rockets na fase mais recente da transação podem ser aceitos pelo grupo que controla a equipe da WNBA.
Desde 2003, o Sun é parte do leque de ativos do povo indígena Mohegan. Na ocasião, eles também realocaram a franquia de Orlando, na Flórida, para Uncasville, região localizada na cidade de Montville, em Connecticut. Desde então, o time alcançou duas vezes as finais da competição, mas não conseguiu levantar a taça em nenhuma delas.
Apesar de não sediar uma franquia na atualidade, a cidade de Houston carrega grande tradição na WNBA. Em 1997, o Houston Comets era uma das equipes fundadoras da liga, ao lado de outras sete, das quais só permanecem ativas New York Libery, Los Angeles Sparks e Phoenix Mercury.
Já em seus anos iniciais de existência, as Comets venceram, de maneira consecutiva, as quatro primeiras temporadas de disputa da associação. Em todos eles, a brasileira Janeth Arcain, medalhista de prata e broze nos Jogos Olímpicos e campeã do mundo pela seleção, esteve presente.
No entanto, em 2008, o então proprietário colocou o time à venda e, sem receber propostas, acabou entregando o controle da franquia à WNBA, que encerrou as atividades da mesma no ano seguinte.
Shelburne e Philippou explicaram ainda que, no início deste ano, a cidade de Houston expressou o desejo de comprar as ações do Sun por US$ 250 milhões, mesmo valor pago pelas cidades de Cleveland, Detroit e Philadelphia sob o título de taxa de expansão, possibilitando a criação de novas franquias nas respectivas sedes.
Pouco depois, em julho, os donos do time de Connecticut aceitaram uma proposta de US$ 325 milhões para vender o controle a Steve Pagliuca, acionista minoritário do Boston Celtics, que planejava realocar a franquia para Massachusetts. Porém, a WNBA interviu e barrou a negociação, alegando que as “decisões de realocação são realizadas pelo comitê executivo da WNBA, e não pelos times, individualmente”.
Assim, as cidades que já haviam dado início ao processo de expansão, teriam prioridade na negociação em detrimento de Boston.
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nhl Mineiro, jornalista e completamente viciado em futebol e basquete. Começou a se interessar pelo basquete assistindo vídeos de Allen Iverson e Tony Parker, mas se apaixonou de vez pelo esporte e pelo Dallas Mavericks de Dirk Nowitzki em 2008. Tem também um carinho especial por NHL, MLB e NFL, onde é torcedor de Los Angeles Kings, New York Mets e New Orleans Saints.
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