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Classe de 2026 do Hall da Fama do Basquete ganha força com astros da NBA, lendas da WNBA e técnicos históricos entre os primeiros indicados
O Hall da Fama do Basquete divulgou os primeiros nomes elegíveis para a classe de 2026, e a lista já nasce com peso histórico. Os craques da NBA Blake Griffin e Amar’e Stoudemire lideram o grupo de estreantes, representando uma geração marcada por explosão atlética, inovação ofensiva e impacto midiático. Ao lado deles, surgem jogadores consagrados, treinadores vencedores e ícones da WNBA, reforçando a expectativa por uma das turmas mais debatidas dos últimos anos.
Abrindo a lista de indicados ao Hall da Fama do Basquete, Blake Griffin, a primeira escolha do Draft de 2009, construiu sua imagem como um dos jogadores mais espetaculares da década passada. Após perder a temporada de estreia por lesão no joelho, ele voltou em alto nível para comandar os Clippers da era “Lob City”, ao lado de Chris Paul e DeAndre Jordan. Enterradas históricas e presença constante nos destaques da liga ajudaram a transformar a franquia em protagonista do Oeste.
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Mais do que show, Griffin entregou produção: foram seis convocações ao All-Star Game, cinco seleções para times All-NBA e médias de 19 pontos e oito rebotes por partida ao longo da carreira. Em 2013-14, terminou em terceiro na votação de MVP, mostrando que também dominava o jogo de forma completa. Seu impacto vai além das estatísticas, já que ajudou a recolocar os Clippers no mapa da NBA e deixou uma marca clara na história recente do esporte.
6x All-Star Blake Griffin is an eligible candidate for the @Hoophall Class of 2026!
— Ballislife.com (@Ballislife) December 19, 2025
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Se Griffin simbolizou a explosão aérea, outro indicado do Hall da Fama do Basquete, Amar’e Stoudemire, representou a revolução de ritmo e espaço no ataque. Escolhido no Draft de 2002, ele virou o pilar do Phoenix Suns do sistema ofensivo frenético comandado por Mike D’Antoni. Ao lado de Steve Nash, formou uma das duplas mais letais do pick-and-roll nos anos 2000 – o que rendeu dois MVPs ao armados canadense.
Mesmo após passar por uma delicada cirurgia no joelho em 2005, Stoudemire retornou em alto nível. Foram seis All-Star Games, cinco seleções All-NBA e médias de 18,9 pontos e 7,8 rebotes por jogo. Em 2010-11, já pelo New York Knicks, teve sua temporada mais produtiva, com 25,3 pontos por partida. A combinação de impacto ofensivo e protagonismo em equipes marcantes fortalece seu caso para o Hall da Fama do Basquete.

A lista de estreantes também inclui Jamal Crawford e Joe Johnson, dois dos pontuadores mais respeitados de suas gerações. No basquete feminino, os nomes de Elena Delle Donne e Candace Parker surgem como candidaturas quase naturais, graças a carreiras dominantes e títulos na WNBA.
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Entre os técnicos, aparecem figuras como o previamente citado Mike D’Antoni e Doc Rivers, atualmente no Milwaukee Bucks, enquanto o cenário universitário é representado por Bruce Pearl, Mark Few e Kelvin Sampson. Fora das quadras, o narrador Marv Albert, voz histórica da NBA, pode ser homenageado por sua contribuição ao jogo. Já no âmbito coletivo, a lendária seleção feminina dos EUA de 1996, que terminou invicta rumo ao ouro olímpico, também está na disputa.
O cronograma prevê o anúncio dos finalistas nos próximos meses, com a revelação oficial da classe de 2026 durante o Final Four da NCAA, em abril, e a cerimônia de posse em agosto, em Springfield.
Mais do que premiar números, o Hall da Fama do Basquete celebra impacto, legado e memória. Para Griffin, Stoudemire e companhia, a indicação é o primeiro passo rumo à eternidade no esporte que ajudaram a moldar neste século.
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nhl Escreve sobre o que ama. Torcedor incondicional dos Patriots desde a temporada perfeita que não teve final perfeito. Um viciado em jogos de esportes desde seu finado PS1, é apaixonado também por Bruins, Red Sox e Celtics. Tem a felicidade de já ter visto todos os seus times de coração serem campeões. Sonha em um dia entrevistar pessoalmente seu maior ídolo, Patrice Bergeron.
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