Proprietária da franquia, Gayle Benson confirmou que não pretende realizar mudanças na hierarquia da equipe nesta temporada
Chegando à sua bye week, o New Orleans Saints exibe uma campanha pouco animadora, com duas vitórias e oito derrotas na NFL. Em muitas franquias, um início assim costuma gerar dúvidas sobre o futuro da comissão técnica ou até mesmo do front office. Mas, em Nova Orleans, nenhuma mudança drástica parece estar nos planos.
Em sua primeira temporada no comando da franquia, o head coach Kellen Moore encontra um cenário delicado, marcado por resultados decepcionantes e uma equipe em busca de identidade. Ainda assim, a proprietária Gayle Benson fez questão de esclarecer a situação: não há absolutamente nenhuma intenção de realizar grandes mudanças, especialmente no topo da hierarquia esportiva. O general manager Mickey Loomis, no cargo desde 2002, mantém total confiança da dona da franquia.
Questionada sobre as críticas crescentes à gestão da equipe, Benson foi firme. Classificando como “ridícula” a ideia de demitir Loomis, ela destacou a qualidade do trabalho construído a longo prazo. Reconheceu que algumas decisões nem sempre trazem os resultados esperados, mas reafirmou sua admiração pelo dirigente, considerado essencial para o atual projeto da equipe.
A proprietária também lembrou que a franquia havia anunciado uma fase de reconstrução para 2025 e que o desempenho atual reflete esse processo. É uma virada difícil, porém assumida, que exige paciência e estabilidade em vez de precipitação. Segundo Benson, é nessa continuidade que os Saints esperam reencontrar o caminho da competitividade.
Dessa forma, New Orleans optará por permanecer fiel à sua atual estrutura mesmo com um início de temporada que poderia justificar mudanças. Loomis e Moore continuarão no comando para guiar a equipe nessa transição, com a esperança de que as bases lançadas hoje permitam um retorno rápido à briga pelos playoffs — e, quem sabe, algo ainda maior.
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