Treinador do Las Vegas Raiders, Pete Carroll, tem campanha 2-8 na primeira temporada com a franquia
A noite de segunda-feira (17) deixou Pete Carroll atordoado e amargo. Derrotado por 33 a 16 pelo Dallas Cowboys, o Las Vegas Raiders fizeram uma atuação abaixo das expectativas, e seu treinador não poupou palavras para descrever o jogo. “Uma noite difícil”, resumiu ele, visivelmente abalado pela incapacidade de sua equipe de competir. Não dava mesmo para dizer outra coisa.
Carroll ainda esperava ver sua defesa elevar o nível. A realidade foi bem diferente: Dallas encaixou quatro campanhas consecutivas finalizadas em touchdowns, uma sequência que mudou completamente o rumo da partida.
“Estou, realmente, decepcionado por não termos conseguido contê-los melhor. É difícil aceitar. Eu me culpo”, lamentou.
No ataque, o cenário não foi muito mais animador. Embora Carroll tenha feito do jogo terrestre uma prioridade desde o início da temporada, Las Vegas conseguiu apenas 27 jardas corridas, contra 236 pelo ar. Uma distribuição desequilibrada marcada por mais uma atuação difícil do running back Ashton Jeanty.
Questionado sobre a possibilidade de dar mais tempo de jogo aos jovens em uma temporada que já parece comprometida, Pete Carroll rejeitou a ideia. Para ele, o objetivo permanece o mesmo:
“Você vê isso como desenvolvimento. Nós queremos ganhar jogos.”
Com uma campanha de 2-8 em seu primeiro ano no comando dos Raiders, Carroll enfrenta um desafio enorme: manter o espírito competitivo em um vestiário que ainda busca referências. A frustração do treinador traduz um sentimento provavelmente bem mais amplo, o de uma equipe que ainda luta para encontrar seu caminho.
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mlb Jornalista em formação. Apaixonado desde pequeno por vários esportes e um botafoguense doente. Encontrou os esportes americanos em 2017 e se encantou por Brewers, Saints, Sharks e Raptors. Vivo em devoção ao Deus MVP Christian Yelich.
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