Após a demissão de Brian Daboll, New York Giants inicia processo amplo, mirando experiência, renovação e possÃvel impacto imediato em 2026
A temporada de 2025 da NFL caminha para o fim, mas o planejamento dos Giants já está totalmente voltado para o futuro. A demissão de Brian Daboll, oficializada em 10 de novembro após um início de 2-8, marcou o encerramento de um ciclo que nunca conseguiu ganhar tração. O retrospecto final de 20-40-1 traduziu bem a frustração de uma franquia que entrou em modo de reconstrução antes mesmo de dezembro.
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Agora, em um dos momentos mais sensíveis da gestão recente, os Giants dão os primeiros passos concretos na busca por um novo treinador. Segundo Jordan Raanan, da ESPN americana, New York optou por um processo abrangente, sem um perfil único pré-definido, avaliando desde nomes experientes até coordenadores em ascensão pela liga.
Embora os proprietários John Mara e Steve Tisch tenham a palavra final, a condução do processo está nas mãos do general manager Joe Schoen. A expectativa interna é de que sua permanência não afaste candidatos relevantes, ainda que a franquia venha de mais uma temporada decepcionante.
A lista inicial reflete exatamente essa tentativa de equilíbrio. Mike McCarthy surge como o nome mais experiente, com passagens por Packers e Cowboys, além de um título de Super Bowl no currículo. Antonio Pierce, ex-Raiders e com identificação histórica com os Giants, também aparece como opção que mistura liderança forte e conexão cultural com a franquia.
Além dos nomes mais conhecidos, os Giants monitoram atentamente coordenadores que vêm ganhando prestígio nos últimos anos. Jeff Hafley (Packers), Lou Anarumo (Colts) e Chris Shula (Rams) representam perfis defensivos com histórico de evolução tática e adaptação moderna.
A lista, no entanto, vai além. Entre outros nomes, Vance Joseph, Jesse Minter, Matt Burke, Ejiro Evero e Klint Kubiak aparecem como alternativas que poderiam sinalizar uma guinada estratégica, seja pelo lado defensivo ou ofensivo. Josh McCown, atualmente treinador de quarterbacks dos Vikings, surge como aposta mais ousada, apostando em desenvolvimento e comunicação direta com o elenco.
Rams DC Chris Shula is now the betting favorite to become the next Giants head coach, according to Polymarket. Let’s take a quick look at the current scheme he's been running and how he’d maximize this current Giants pass rush.
— David Chabot (@Dav1dChabot) November 25, 2025
Shula’s been running a 3-3-5 / Tite front that… pic.twitter.com/CbhgYxnWqt
Um detalhe chama atenção: os Giants não descartam, ao menos em análise preliminar, técnicos atualmente empregados. Kevin Stefanski, sem garantias de permanência nos Browns, é apontado como um nome a observar de perto, caso fique disponível. Além disso, os experientes Mike Tomlin, John Harbaugh e Zac Taylor também foram citados, embora a chance real de liberação seja considerada remota.
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Essa abertura indica que o New York Giants não quer repetir erros recentes de decisões apressadas. A franquia busca alguém capaz de alinhar cultura, identidade tática e desenvolvimento de elenco, algo que tem faltado desde os dois títulos de Super Bowl conquistados com Tom Coughlin.

Apesar das dificuldades, o cargo segue atrativo. Os Giants contam com escolhas altas de Draft, flexibilidade para reformular o elenco e um mercado que, quando bem conduzido, oferece enorme visibilidade e impacto, além de um jovem quarterback promissor em Jaxson Dart.
O desafio está em acertar o perfil. Depois de ciclos interrompidos e promessas não cumpridas, New York sabe que esta decisão pode definir os próximos anos da franquia. A busca está apenas começando, mas a mensagem é clara – os Giants pretendem explorar todas as possibilidades antes de apostar novamente no futuro.
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nhl Escreve sobre o que ama. Torcedor incondicional dos Patriots desde a temporada perfeita que não teve final perfeito. Um viciado em jogos de esportes desde seu finado PS1, é apaixonado também por Bruins, Red Sox e Celtics. Tem a felicidade de já ter visto todos os seus times de coração serem campeões. Sonha em um dia entrevistar pessoalmente seu maior ídolo, Patrice Bergeron.
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