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Lakers buscam reencontrar identidade coletiva sem Reaves

Matheus Puk

Sem Austin Reaves, dupla Luka e LeBron assume protagonismo, eleva o nível de execução e lidera vitória importante em má fase dos Lakers

Os Lakers entraram em quadra no domingo sob pressão. A confirmação da ausência de Austin Reaves por pelo menos quatro semanas, somada a três derrotas consecutivas – incluindo uma atuação apática no Natal – criava um cenário delicado. No entanto, a resposta veio de forma clara e contundente, com vitória dominante sobre o Sacramento Kings e sinais evidentes de ajuste coletivo.

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Mais do que o placar elástico – sobre um adversário fraco, de fato -, o desempenho chamou atenção pela postura. Os Lakers jogaram com foco, intensidade e disciplina tática durante 48 minutos. Em um elenco ainda em construção, a atuação deixou claro que, ao menos no curto prazo, o caminho passa inevitavelmente pelas mãos de Luka Doncic e LeBron James – que faz 41 anos de idade nesta terça-feira (30)

Luka e LeBron assumem o comando

Com Reaves fora, a responsabilidade ofensiva cresceu – e Luka Doncic não se esquivou. O esloveno liderou a equipe com 34 pontos, além de cinco rebotes, sete assistências e três roubos de bola. Mais do que os números, ele controlou o ritmo, castigou a defesa nas trocas e manteve a equipe organizada mesmo nos momentos de pressão.

“Achei que foi uma boa resposta. Acho que não importa quem esteja vindo jogar no nosso ginásio, não importa o histórico, seja quem for, temos que entrar em campo e jogar bem. O jogo é ganho dentro das quatro linhas. Acho que conseguimos fazer isso e foi um dos nossos melhores jogos deste ano”, disse LeBron após o triunfo dos Lakers.

Ao seu lado, LeBron James foi a definição de eficiência. O camisa 23 anotou 24 pontos em impressionantes 11 de 13 arremessos, além de distribuir cinco assistências e contribuir defensivamente com dois roubos. Foi uma das noites mais cirúrgicas de sua temporada, explorando cortes, transição e finalizações próximas ao aro.

Execução como resposta às críticas

Após a derrota para o Houston Rockets, JJ Redick prometeu um treino “desconfortável”. A resposta veio na prática. Segundo LeBron, o diferencial esteve na preparação e na execução fiel do plano de jogo. Desde o aquecimento, os Lakers mostraram outro nível de concentração, algo que havia faltado nos jogos anteriores.

A movimentação sem a bola melhorou, a defesa foi mais sólida no perímetro e as decisões ofensivas foram mais rápidas. Mesmo contra um adversário irregular como Sacramento, a atuação representou um avanço importante no entendimento coletivo.

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A ausência de Reaves exige ajustes constantes, e LeBron deixou claro que está disposto a preencher qualquer lacuna necessária. Seja pontuando mais, ajudando nos rebotes defensivos ou aliviando a criação para Luka, o veterano entende que seu papel será moldado jogo a jogo.

Essa versatilidade é vital para os Lakers atravessarem esse período sem perder competitividade. LeBron não apenas produz, mas também dita o tom emocional da equipe – algo que ficou evidente no nível de engajamento defensivo visto contra os Kings.

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Lakers buscam maior envolvimento de todo o elenco para crescerem na temporada 2025-26 – Foto: Jonathan Hui-Imagn Images

Esforço coletivo começa pelas estrelas

Luka Doncic também foi direto ao abordar as críticas recentes sobre esforço. Para ele, a responsabilidade começa no topo. Sem Reaves, a liderança se concentra ainda mais nele e em LeBron. A mensagem foi absorvida pelo elenco, que respondeu com energia, comunicação e comprometimento.

O calendário também ajuda. Oito dos próximos dez jogos serão contra equipes abaixo de 50% de aproveitamento, oferecendo uma janela valiosa para os Lakers ajustarem rotações, definirem papéis e ganharem confiança.

Se o jogo contra Sacramento não resolve todos os problemas, ao menos aponta um caminho. Com Luka e LeBron liderando pelo exemplo, os Lakers mostraram que ainda têm margem para reagir – mesmo em meio às adversidades.

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Escreve sobre o que ama. Torcedor incondicional dos Patriots desde a temporada perfeita que não teve final perfeito. Um viciado em jogos de esportes desde seu finado PS1, é apaixonado também por Bruins, Red Sox e Celtics. Tem a felicidade de já ter visto todos os seus times de coração serem campeões. Sonha em um dia entrevistar pessoalmente seu maior ídolo, Patrice Bergeron.

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