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Pokey Chatman é a nova treinadora do Brasil no basquete feminino

Gustavo Assef

De acordo com o anúncio da CBB nesta quarta-feira (11), Pokey Chatman assume o comando técnico com o objetivo em Los Angeles 2028

Nesta quarta-feira (11), a Confederação Brasileira de Basquete (CBB) anunciou Pokey Chatman como a nova treinadora da seleção feminina de basquete. A ex-treinadora principal do Chicago Sky e do Indiana Ferver, na WNBA, assumiu o projeto da seleção mirando uma vaga nas próximas Olimpíadas, em 2028.

“Primeiramente, estou honrada por ter sido escolhida para liderar a Seleção Brasileira durante este próximo Ciclo Olímpico. Começaremos a trabalhar imediatamente em nosso processo de retorno ao cenário mundial do basquete feminino”, afirmou Chatman.

Durante seus nove anos como técnica na liga americana, os times de Chatman tiveram um total de 134 vitórias e 172 derrotas. No entanto, a técnica levou o Chicago Sky ao melhor recorde da Conferência Leste em 2013 e até a final da liga em 2014, quando perdeu para o Ferver.

Desde 2022, Chatman trabalha como general manager e assistente técnica do Seattle Storms, que em duas vezes, nas últimas três temporadas, chegou nos playoffs.

“Meu sonho é ajudar a restaurar o Basquete Feminino Brasileiro e nos tornarmos um dos países mais relevantes e referência do nosso jogo. Sim, é um processo, e abraçaremos cada aspecto com a atenção necessária aos detalhes. O objetivo é o sucesso em LA2028, no entanto, nossos olhos estão voltados para as próximas janelas de jogos (AmeriCup, Copa do Mundo, etc.) para garantir que nossa fundação esteja preparada pro objetivo final.”, comentou a treinadora sobre seus objetivos com a seleção brasileira.

Além dela, Bruna Rodrigues, técnica do Blumenau, e Léo Figueiró, atual treinador do Vasco masculino, irão compor a comissão técnica. “Minhas expectativas são reunir o melhor grupo de jogadoras, junto com a equipe, e começar nossa preparação (passo a passo) para construir uma base sólida para atingir nossos objetivos”, completou Chatman.

Já foi tradição

No entanto, a missão não é fácil. Isso porque a seleção feminina de basquete não participa dos Jogos Olímpicos desde 2016, quando tinha a vaga direta para a competição.

Antes disso, a seleção nunca havia ficado de fora da competição e era uma das mais tradicionais. Com uma medalha de prata, em 1996, e uma de bronze, em 2000, há não muito tempo o Brasil era uma das forças mundiais na modalidade.

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Jornalista em formação, apaixonado por música e por esportes, principalmente os americanos. Torcedor do Boston Celtics, do Boston Red Sox e fanático pelo Pittsburgh Steelers. No futebol, sofre pelo São Paulo.

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