Classificado aos playoffs, Packers usam semana 18 como laboratório, priorizam saúde do elenco e testam profundidade em momento estratégico
Os Packers entrarão em campo no domingo (4), em Minnesota, com uma decisão que traduz maturidade organizacional e leitura precisa de cenário. Já assegurado como o sétimo seed da NFC, Green Bay optou por poupar Jordan Love na última semana da temporada regular e entregar o comando do ataque a Clayton Tune. O confronto diante dos Vikings não altera o destino da franquia em janeiro, mas oferece um valor interno significativo.
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Bem como, o técnico Matt LaFleur confirmou que Love está liberado do protocolo de concussão, porém a comissão técnica dos Packers decidiu não arriscar o quarterback titular. A escolha não surpreende. Love não atua desde a derrota para o Chicago Bears, em 20 de dezembro, quando sofreu um choque direto em sua cabeça. Com os playoffs à frente, a prioridade absoluta passa a ser saúde, ritmo e clareza de papéis.
Clayton Tune will start for the Packers on Sunday vs. the Vikings pic.twitter.com/zLDpPLCqlR
— SleeperPackers (@SleeperPackers) January 1, 2026
A decisão também reflete o momento do elenco. Malik Willis, que assumiu a posição nas últimas partidas, lida com lesões no ombro e musculares. Mesmo treinando de forma limitada, ele não oferece garantias físicas suficientes. Assim, o terceiro quarterback, Clayton Tune, surge como alternativa lógica dentro de um contexto controlado.
Tune, de 26 anos, começou a temporada no practice squad e foi promovido ao elenco ativo nesta semana. Sua trajetória na NFL ainda é curta e marcada por dificuldades estatísticas, incluindo uma passagem discreta pelos Cardinals. No entanto, para os Packers, o cenário é distinto: trata-se de uma oportunidade sem o peso do resultado imediato.
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“Clayton Tune vai começar. Quanto ao reserva, estamos avaliando dia após dia. O Malik está lidando com a lesão, trouxemos Desmond Ridder recentemente, então estamos administrando com cautela”, afirmou o técnico Lafleur.
A expectativa não é que Tune carregue o ataque dos Packers, mas que execute o plano, preserve a estrutura ofensiva e permita avaliações reais da comissão técnica. Em uma liga onde profundidade é diferencial nos playoffs, cada snap pode fornecer respostas importantes.

Com campanha de 9-6-1, o Green Bay Packers não pode subir nem descer na classificação. Ainda assim, o duelo contra Minnesota cumpre papel estratégico. A comissão técnica poderá observar ajustes defensivos, testar rotações e analisar o comportamento do elenco longe do ambiente de pressão máxima.
LaFleur também indicou que Desmond Ridder pode estar ativo, ampliando o leque de avaliação na principal posição do esporte. Além disso, o recém-contratado cornerback Trevon Diggs, vindo do Dallas Cowboys após ser dispensado, tem chance de estrear, reforçando o caráter experimental do jogo.
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Para os Packers, o domingo não representa acomodação, mas sim planejamento. O discurso interno é claro: ninguém entra em campo para “cumprir tabela”, porém o foco maior está em chegar inteiro e preparado à pós-temporada.
Ao poupar Jordan Love e distribuir responsabilidades, Green Bay envia um sinal de confiança no processo. A franquia entende que playoff não se vence com heroísmo de dezembro, mas com consistência, saúde e decisões frias. Prova disso é que a equipe pode chegar no mata-mata com quatro derrotas consecutivas, algo inédito na NFL.
Clayton Tune, por sua vez, carrega o protagonismo circunstancial, além de uma oportunidade única. No final das contas, o que realmente importa para os Packers começa na semana seguinte. E, ao tratar a Semana 18 como ferramenta – e não como risco -, Green Bay mostra que está pensando menos no domingo e muito mais no que pode acontecer quando o calendário apertar e cada erro custar uma temporada inteira.
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nhl Escreve sobre o que ama. Torcedor incondicional dos Patriots desde a temporada perfeita que não teve final perfeito. Um viciado em jogos de esportes desde seu finado PS1, é apaixonado também por Bruins, Red Sox e Celtics. Tem a felicidade de já ter visto todos os seus times de coração serem campeões. Sonha em um dia entrevistar pessoalmente seu maior ídolo, Patrice Bergeron.
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