Candidato ao MVP na última temporada, quarterback minimizou diferenças entre John Morton e Ben Johnson, que assumiu cargo de HC dos Bears
Depois do grande desempenho de seu ataque e de Jared Goff na temporada passada da NFL, o Detroit Lions já esperava perder o coordenador ofensivo Ben Johnson. E, de fato, o profissional deu um salto na carreira, assumindo o comando de head coach do Chicago Bears. Pelo menos até o momento, no entanto, o trabalho do substituto John Morton vem agradando o quarterback titular, que descreveu a mudança como um “desafio divertido”.
“Ele apenas soa diferente aos ouvidos, eu acho. Estamos fazendo muitas das mesmas coisas. Outras coisas são diferentes. Algumas coisas são novas, mas eu não penso que são mudanças normais, como acontece em qualquer outro time. É isso que estamos fazendo, e vem sendo um bom processo”, comentou nesta quinta-feira (24) de acordo com Eric Woodyard, da ESPN americana.
Nas três temporadas em que Johnson esteve à frente do ataque dos Lions, a equipe liderou a liga em pontos por jogo, com 29. Na última temporada, esse número foi ainda maior, 33,2. Foi a primeira vez que a franquia alcançou o feito desde 1954, segundo as estatísticas da ESPN americana.
Contratado com a missão de manter o excelente momento, Morton não é exatamente uma cara nova no dia-a-dia. O profissional exerceu a função de assistente ofensivo senior de Detroit durante o ano de 2022. Em seguida, se transferiu ao Denver Broncos, onde atuou como coordenador de jogo aéreo nas últimas duas campanhas.
Um dos grandes destaques da unidade ofensiva, o wide receiver Jameson Williams também comentou a chegada de Morton. Ao contrário de Goff, ele definiu com mais clareza as diferenças que vem sentindo na abordagem, em especial em relação às rotas.
“Minhas rotas estão diferentes. O treinador Johnny Mo está me deixando correr mais rotas. Eu sabia que poderia correr mais rotas, mas ele está me colocando na posição ideal para fazer isso, então, estou conseguindo melhores ângulos e aprendendo a executar melhor diferentes rotas. Então, eu diria que minhas rotas estão mais polidas”, explicou.
Na temporada passada, a última sob o comando de Ben Johnson, Goff brilhou como nunca antes na carreira. O QB terminou em quinto na votação para o prêmio de MVP e recebeu sua segunda seleção para o All-Pro. Assim, lançou para 4.629 jardas, 37 touchdowns e apenas 12 interceptações.
Nos playoffs, contudo, não conseguiu ter o mesmo desempenho. Depois de registrar sua melhor campanha em todos os tempos, os Lions caíram diante do Washington Commanders na rodada divisional, com o passador sofrendo três interceptações e cometendo um fumble.
Agora, Goff espera carregar o sucesso da regular também para a pós-temporada, buscando guiar Detroit ao Super Bowl pela primeira vez em sua história. A nova caminhada começa diante do Green Bay Packers no Lambeau Field, no dia 7 de setembro.
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nhl Mineiro, jornalista e completamente viciado em futebol e basquete. Começou a se interessar pelo basquete assistindo vídeos de Allen Iverson e Tony Parker, mas se apaixonou de vez pelo esporte e pelo Dallas Mavericks de Dirk Nowitzki em 2008. Tem também um carinho especial por NHL, MLB e NFL, onde é torcedor de Los Angeles Kings, New York Mets e New Orleans Saints.
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