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8 candidatos a vaga de head coach do Tennessee Titans

Equipe The Playoffs

Depois apenas de 23 partidas, o Tennessee Titans encerrou o contrato de Brian Callahan e deve ter novo técnico em 2026

O Tennessee Titans encerrou o trabalho do técnico Brian Callahan após apenas 23 partidas no comando, depois da derrota por 24 a 16 para o Las Vegas Raiders no último domingo (12). A franquia anunciou a decisão na segunda-feira, enquanto o time caiu para 1-5 na temporada e caminha para conquistar a primeira escolha do Draft da NFL de 2026 pelo segundo ano consecutivo.

A demissão de Callahan representa mais um abalo na gestão da proprietária Amy Adams-Strunk, que já havia dispensado Mike Vrabel há apenas duas temporadas — treinador responsável por levar Tennessee a múltiplos títulos da AFC South. Assim, uma franquia antes conhecida por sua dureza e estabilidade agora se prepara para buscar seu terceiro técnico em quatro anos.

Apesar do entusiasmo gerado na offseason com o quarterback calouro Cam Ward, o ataque do Titans figura entre os piores da liga, com a defesa pouco atrás. Além disso, o comunicado oficial do time não mencionou quem assumirá interinamente, embora a expectativa interna seja de um anúncio antes do duelo em casa contra o New England Patriots — agora comandado justamente por Vrabel —, confronto que ganhou contornos irônicos.

Por que o Tennessee Titans demitiu Brian Callahan?

Callahan deixa o cargo com um retrospecto de 4-19 no total (3-14 em 2024 e 1-5 em 2025), desempenho que escancara as dificuldades de Tennessee e sua falta de convicção. Após cinco anos como coordenador ofensivo do Cincinnati Bengals, período em que ajudou a desenvolver Joe Burrow, Callahan chegou a Nashville em janeiro de 2024 com fama de mente criativa no ataque. No entanto, ele nunca conseguiu transformar essa reputação em resultados concretos.

Sob seu comando, o ataque do Titans permaneceu estagnado mesmo com investimentos em jovens talentos ofensivos. A escolha de Cam Ward como primeira seleção geral deveria inaugurar uma nova fase da franquia; porém, os resultados iniciais evidenciam falta de coesão e ritmo. Analistas da liga apontam para uma identidade ofensiva confusa, enquanto fontes internas descrevem um vestiário “em busca de liderança”.

Amy Adams-Strunk, cada vez mais questionada pelas trocas frequentes no comando técnico, terá novamente a missão de trazer estabilidade. Em nota, o Titans declarou: “Nossos jogadores, torcedores e comunidade merecem um time de futebol americano que alcance um padrão que ainda não estamos cumprindo, e continuaremos tomando as decisões difíceis necessárias para atingir e manter esse nível.”

Quem pode ser o próximo técnico do Tennessee Titans?

A busca do Titans deve incluir opções tanto da NFL quanto do futebol universitário, misturando nomes conhecidos e promessas emergentes. Veja alguns dos principais candidatos:

  • Joe Brady (OC, Buffalo Bills) – Aos 35 anos, refinou a eficiência de Josh Allen mesmo com elenco limitado de recebedores. Sua conexão com Burrow na LSU lembra a trajetória de Callahan, porém com mais consistência ofensiva.
  • Thomas Brown (Treinador de TEs, New England Patriots) – Versátil e já avaliado anteriormente pela franquia, reúne experiências sob Sean McVay e agora sob Vrabel, o que o torna uma escolha interessante.
  • David Culley (Ex-HC da NFL) – Natural do Tennessee e ex-aluno de Vanderbilt, reúne 30 anos de experiência e poderia devolver estabilidade com um estilo direto e disciplinado.
  • Ejiro Evero (DC, Carolina Panthers) – Conhecido por montar defesas sólidas, poderia compensar as recentes falhas ofensivas de Tennessee com estrutura tática consistente.
  • Brian Flores (DC, Minnesota Vikings) – Apesar da saída conturbada de Miami, mantém reputação de vencedor com forte viés defensivo.
  • Marcus Freeman (HC, Notre Dame) – Uma aposta ousada do meio universitário que traria liderança, cultura e energia para um elenco em reconstrução.
  • Jon Gruden (Ex-HC da NFL) – Mesmo polêmico, ainda aparece nas especulações pela experiência e histórico de Super Bowl.
  • Kliff Kingsbury (OC, Washington Commanders) – Com perfil voltado ao desenvolvimento de quarterbacks, surge como candidato lógico para uma abordagem ofensiva moderna.

Com o Titans novamente diante de uma encruzilhada, a próxima contratação definirá a direção da franquia para os próximos anos — seja com um líder comprovado ou com mais uma aposta calculada. Entretanto, se a escolha não for feita com cautela, Amy Adams-Strunk poderá se ver obrigada a agir novamente. Por enquanto, o cenário permanece indefinido, e a torcida continua à espera daquilo que Tennessee há muito não entrega: uma identidade clara e duradoura.

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