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Warriors: Curry, Green e Butler reagem a pedido de troca de Kuminga

Lucca Hoelzle

Trio de estrelas comentou situação do ala, que está próximo de deixar a franquia em acordo de troca

O Golden State Warriors viveu um dia movimentado nesta quinta-feira (15). Primeiro, a notícia do pedido de troca de Jonathan Kuminga agitou os bastidores da NBA no período da tarde. Já durante a madrugada (no Brasil), a equipe venceu o New York Knicks no Chase Center por 126 a 113. Jimmy Butler foi o cestinha da noite, com 32 pontos e oito rebotes. Stephen Curry acompanhou de perto, com 27 pontos e sete assistências.

++ 3 possíveis destinos de troca para Jonathan Kuminga ++

Após o confronto, porém, o principal assunto da entrevista coletiva acabou sendo, como previsto, a situação de Kuminga. Principais nomes do elenco, Curry, Butler e Draymond Green foram questionados pelos repórteres sobre a exigência do ala, que pode estar prestes a deixar os Warriors depois de quase cinco anos de trajetória.

“Não é uma distração, de forma alguma. É uma situação muito única, mas o nosso trabalho é continuar jogando, continuar vencendo. Isso vai se resolver de uma forma ou de outra”, explicou Curry.

Sem entrar em quadra desde o dia 18 de dezembro, há 14 jogos atrás, o congolês vinha demonstrando sua insatisfação com as decisões do treinador Steve Kerr há algum tempo. No entanto, sempre nos bastidores, e nunca de maneira pública. Por fim, Stephen Curry afirmou ainda que não conversou com o companheiro sobre o pedido de troca.

Butler elogia Kuminga e Green manda recado

Desde sua chegada a San Francisco, ainda durante o trade deadline da temporada passada, Jimmy Butler se transformou em um dos mentores de Kuminga. O veterano, que se tornou amigo pessoal do jovem nos últimos meses, sempre fez questão de destacar a ética de trabalho e as qualidades do camisa 00. Desta vez, não foi diferente.

“Nós amamos JK nesse vestiário. Isso não vai mudar. Se ele de fato sair, nós continuaremos torcendo por JK. Isso é paz para todos. Eu não ligo, eu falo por todo mundo. Nós amamos o cara. Desejo o melhor para ele, desejo o melhor onde quer que ele esteja. Isso não mudará. Nós não damos atenção ao barulho, espero que ele não dê atenção ao barulho. Ele continua chegando aqui com um sorriso, fazendo o que ele deve fazer, sendo um profissional”, declarou Butler.

Outro grande líder do elenco, Draymond Green também falou sobre todo o cenário envolvendo o futuro do atleta em Golden State. Assim como Butler, o ala-pivô também valorizou a postura do companheiro em meio à incômoda circunstância.

“O jeito como ele lida com isso define tudo. Você sabe, se você lida de uma certa forma, se torna uma distração. Mas não precisa ser assim. E a maneira como ele vem se portando, a forma como ele lidou com as coisas não acontecendo do jeito que ele gostaria, diz muito sobre o caráter dele. Então, todo mundo aqui pode dizer de maneira confiante que não será uma distração, porque ele não deixa ser uma distração”, afirmou.

Depois de brilhar na série contra o Minnesota Timberwolves, pela última edição dos playoffs, a expectativa era de que Kuminga pudesse finalmente ganhar maior espaço na rotação dos Warriors. Porém, depois de um início de temporada empolgante, a situação acabou se deteriorando rapidamente, ao ponto de se tornar insustentável.

O congolês iniciou a campanha como titular e colecionou algumas boas atuações. Pouco tempo depois, contudo, perdeu por completo seus minutos, ignorado por Kerr no fundo do banco noite após noite. Por esses motivos, Green destacou que a mudança de ares pode fazer bem ao jogador.

“Quero ver ele alcançar o potencial completo. Seja qual for o cenário nessa liga, não é sempre como imaginamos. Eu tenho sorte por ter jogado em um lugar por 14 anos. O quão raro é isso? A realidade costuma ser diferente do que aconteceu comigo, ou Steph, ou Klay (Thompson). Para um cara selecionado na sétima escolha (do Draft), você espera que as coisas aconteçam como você quer, como você acredita que devem ser. E às vezes, simplesmente, não funciona assim. Mas isso não faz com que você seja um jogador ruim. Não faz com que a organização seja ruim. Às vezes, só não dá certo”, completou Green.

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Mineiro, jornalista e completamente viciado em futebol e basquete. Começou a se interessar pelo basquete assistindo vídeos de Allen Iverson e Tony Parker, mas se apaixonou de vez pelo esporte e pelo Dallas Mavericks de Dirk Nowitzki em 2008. Tem também um carinho especial por NHL, MLB e NFL, onde é torcedor de Los Angeles Kings, New York Mets e New Orleans Saints.

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