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Armador falou sobre bom momento da equipe e detalhou ponto de virada na campanha
Apesar das boas atuações de James Harden no início da temporada 2025-26 da NBA, o Los Angeles Clippers apareceu como uma das grandes decepções da liga durante o período. Contudo, os californianos, que em certo momento registraram um retrospecto de 21 derrotas e apenas seis vitórias, vêm conseguindo uma reação animadora.
Somando 11 triunfos nos últimos 13 compromissos, a equipe conseguiu deixar a parte mais baixa da tabela na Conferência Oeste, e está prestes a entrar na zona de classificação para o Torneio de Play-In. Atualmente no 11° lugar, os Clippers têm uma campanha idêntica a do Memphis Grizzlies, décimo colocado. Para Harden, a improvável recuperação é um sinal da resiliência do grupo.
“Existem alguns times que, quando a coisa fica feia, acabam se despedaçando. Eu tive entrevistas onde me perguntaram ‘como você encontra confiança?’ e eu respondi ‘a confiança sempre esteve lá. As derrotas são frustrantes, mas a confiança continua lá’, declarou de acordo com Ramona Shelburne, da ESPN Americana.
Nesta sexta-feira (16), uma vitória sobre o Toronto Raptors no Canadá pode fazer com que o time roube para si a décima posição. É a primeira recompensa para um elenco que não desistiu após o susto inicial. A distância para um lugar que garanta vaga direta nos playoffs é maior – são sete jogos de diferença em relação ao sexto, Houston Rockets. No entanto, como os angelinos vêm mostrando, está longe de ser impossível.
Os números apresentados pela defesa são uma boa explicação para o péssimo momento vivido pelos Clippers durante o começo da campanha. No primeiro mês e meio de temporada, os comandados de Tyronn Lue tiveram a sexta pior unidade defensiva de toda a liga, sofrendo 118,6 pontos a cada 100 posses de bola.
Desde o dia 21 de dezembro (data em que se iniciou a excelente sequência atual), porém, são os donos da sétima melhor defesa da NBA, com o número de pontos a cada 100 posses caindo para 111,8.
“Acredito que ter encontrado pequenos ajustes e ser muito melhor defensivamente é o que tem nos ajudado. Agora, temos que encarar um jogo de cada vez, assim como fizemos quando estávamos no fundo do poço. Nós podemos dar a volta por cima, mas temos que trabalhar duro, trabalhar duro e construir um bom ritmo até a chegada da parada para o All-Star”, continuou o barba.
Para além do esforço defensivo, outro fator importante é a saúde de Kawhi Leonard. Depois de participar das primeiras seis partidas de 2025-26, quando Los Angeles somou três vitórias, o ala se ausentou nos dez compromissos seguintes. O resultado? Oito derrotas.

Logo em seguida, porém, Leonard retornou às quadras e passou a desempenhar uma de suas melhores campanhas em temporada regular. Ao lado de James Harden, portanto, vem devolvendo a franquia aos trilhos. E o armador aproveitou também para reconhecer a importância da excelente relação com o companheiro de equipe.
“Provavelmente, nós conversamos mais que todo mundo. Quando eu vi que ele virou a chave, eu pensei ‘Opa, ok, é hora de engatar’. Esse é o Kawhi que precisamos. Meu trabalho é apenas facilitar, fazer com que ele entre no jogo, fazer com que todos entrem no jogo. Então, têm sido uma completa reviravolta”, completou.
Na noite de segunda-feira (12), James Harden pôde comemorar não apenas a vitória sobre o Charlotte Hornets, mas também a conquista de mais um feito individual impressionante em sua vitoriosa carreira. Com os 32 pontos anotados, ultrapassou Shaquille O’Neal e se estabeleceu como o nono maior pontuador da história da NBA.
"One of the all-time great scorers in the history of this game."
— NBA (@NBA) January 13, 2026
James Harden moved into 9th on the all-time scoring list last night, further cementing his place in bucket-getting history 🔥 pic.twitter.com/wlHleN0Lig
O MVP de 2017-18 não escondeu o orgulho pela marca alcançada, em especial por ter superado um astro que, como ele mesmo definiu, foi parte importante da infância e ajudou a cultivar o amor e admiração pelo basquete.
“Foi um momento surreal, porque eu cresci assistindo Kobe (Bryant) e Shaq, o ‘Lake Show’, Robert Horry, Derek Fisher, Rick Fox, todos esses caras. Passar alguém que eu cresci assistindo é surreal, de verdade”, explicou.
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nhl Mineiro, jornalista e completamente viciado em futebol e basquete. Começou a se interessar pelo basquete assistindo vídeos de Allen Iverson e Tony Parker, mas se apaixonou de vez pelo esporte e pelo Dallas Mavericks de Dirk Nowitzki em 2008. Tem também um carinho especial por NHL, MLB e NFL, onde é torcedor de Los Angeles Kings, New York Mets e New Orleans Saints.
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