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Após seis temporadas liderando o front office dos Pelicans, David Griffin deixa a equipe com retrospecto decepcionante
O New Orleans Pelicans decidiu encerrar o ciclo de David Griffin como vice-presidente executivo de operações de basquete. A demissão ocorreu nesta segunda-feira (14), encerrando uma passagem de seis anos marcada por altos e baixos.
A dona do time, Gayle Benson, explicou o motivo da decisão em comunicado oficial. “Foi uma escolha difícil, mas necessária. Precisamos de uma nova abordagem para alcançar um sucesso sustentável dentro e fora de quadra”.
Embora o discurso soe diplomático, os números não mentem. Com Griffin no comando, os Pelicans somaram 209 vitórias e 263 derrotas, ficando em 27º lugar na temporada 2024-25 da NBA, com uma campanha de 21-61 — a pior desde sua chegada.
Durante o perído de Griffin em Nova Orleans, o time chegou aos playoffs apenas duas vezes, em 2022 e 2024. Em ambas, caiu logo na primeira rodada.
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Griffin montou um elenco promissor para esta temporada. No entanto, a esperança durou pouco. Assim, as lesões de Zion Williamson, Herb Jones, Trey Murphy III e Dejounte Murray desmontaram qualquer plano de sucesso.
Mesmo com um plantel talentoso no papel, a instabilidade física dos principais jogadores custou caro. Assim, os Pelicans passaram longe de brigar por uma vaga relevante na pós-temporada.
Apesar da mudança na liderança, o técnico Willie Green segue no cargo, por enquanto. Segundo o The Athletic, o novo executivo escolhido terá voz ativa no futuro do treinador. Portanto, a permanência de Green pode depender de quem assumir o comando.
Antes de chegar a Nova Orleans, David Griffin era visto como um dos nomes mais respeitados da NBA. Ele ganhou destaque ao liderar o Cleveland Cavaliers entre 2010 e 2017, período em que trouxe LeBron James de volta e ajudou a conquistar o título de 2016.
Contudo, nos Pelicans, o cenário foi diferente. Apesar de boas intenções e algumas apostas certeiras, os resultados nunca corresponderam ao que se esperava. A promessa de transformar a franquia em uma potência duradoura ficou no papel.
Agora, o time começa do zero mais uma vez — buscando alguém que não apenas entenda de basquete, mas saiba criar uma cultura vencedora desde a base.
A saída de Griffin marca o início de mais uma reformulação. Embora o elenco tenha peças interessantes, como Zion e Murphy, o desafio principal será transformar potencial em resultado.
Com nova liderança e mais saúde no elenco, os Pelicans podem, enfim, virar a página. Resta saber quem será o próximo nome a tentar reescrever a história da franquia.
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nhl Escreve sobre o que ama. Torcedor incondicional dos Patriots desde a temporada perfeita que não teve final perfeito. Um viciado em jogos de esportes desde seu finado PS1, é apaixonado também por Bruins, Red Sox e Celtics. Tem a felicidade de já ter visto todos os seus times de coração serem campeões. Sonha em um dia entrevistar pessoalmente seu maior ídolo, Patrice Bergeron.
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