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Brian Gregory, novo general manager dos Suns, tem relação de longa data com Mat Ishbia, proprietário do time
O Phoenix Suns inicia uma nova fase na NBA, ao promover Brian Gregory ao cargo de general manager. Embora seu currículo como técnico universitário — com passagens por Dayton, Georgia Tech e South Florida — conte pontos, o principal motivo da escolha foi sua longa relação de confiança com o proprietário da franquia, Mat Ishbia. Com uma temporada decepcionante no retrovisor, a conexão entre os dois surge como elemento-chave para reestruturar a equipe.
“Não vou negar que a minha relação com o Mat é parte do motivo de eu estar aqui”, afirmou Gregory. “Mas essa relação é construída em valores compartilhados, ética de trabalho e lealdade mútua. Já enfrentamos muitos desafios juntos”.
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Aos 58 anos, Gregory assume o lugar de James Jones, agora conselheiro sênior. Além disso, Oronde Taliaferro foi promovido a assistente de GM, enquanto Paul Rivers passa a acumular funções nas operações de basquete. Com isso, a diretoria dos Suns ganha nova configuração.
Antes de qualquer reformulação no elenco, Gregory precisa definir quem comandará a equipe no banco de reservas. Afinal, Mike Budenholzer foi demitido após apenas uma temporada, e essa será a quarta mudança de técnico em quatro anos. A instabilidade tem sido uma constante em Phoenix, mesmo com um elenco estelar.
A temporada 2024-25 terminou com um decepcionante recorde de 36 vitórias e 46 derrotas, apesar da presença de Kevin Durant, Devin Booker e Bradley Beal. Ou seja, talento não faltou — mas faltou química, consistência e intensidade. Assim, o novo treinador precisará mais do que comandar: ele terá que reconstruir a identidade do time.
De acordo com Ishbia, o foco agora é encontrar profissionais e jogadores que tragam “garra, determinação, ética de trabalho e alegria”. Nesse sentido, a escolha do treinador será fundamental para alinhar o grupo a essa nova filosofia.
Além da escolha do novo técnico, o futuro de Durant e Beal será um dos temas centrais da offseason. Kevin Durant, mesmo aos 36 anos, segue sendo um dos maiores pontuadores da liga. Dessa forma, ele pode atrair interesse de diversas franquias. Já Bradley Beal, por outro lado, representa um desafio maior. Com histórico de lesões e um contrato de mais de US$ 50 milhões anuais, negociar sua saída não será simples.
Embora Gregory tenha dito que “gosta de ambos os jogadores”, evitou confirmar qualquer plano específico. “Kevin me deu um abraço quando soube da minha promoção, e jantei com o Brad na semana passada”, comentou. “Mas, sinceramente, meu foco principal é encontrar o técnico certo para esses caras”.
Portanto, antes de mexer no elenco, Gregory vai cuidar da base — e essa base começa com a comissão técnica.
Claramente, a missão de Brian Gregory não será fácil. O elenco é caro, desequilibrado e vem de um ano frustrante. Entretanto, com uma relação sólida com Ishbia e uma visão clara de futuro, o novo GM tenta estabelecer um caminho mais estável.
A médio prazo, será preciso tomar decisões ousadas. Por exemplo, avaliar o que fazer com Durant e Beal, revisar o banco de reservas e dar espaço a jovens talentos. Por fim, a reconstrução do Phoenix Suns vai além de ajustes táticos: ela envolve reconstruir uma cultura de trabalho, propósito e entrega — algo que esteve ausente nos últimos anos.
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nhl Escreve sobre o que ama. Torcedor incondicional dos Patriots desde a temporada perfeita que não teve final perfeito. Um viciado em jogos de esportes desde seu finado PS1, é apaixonado também por Bruins, Red Sox e Celtics. Tem a felicidade de já ter visto todos os seus times de coração serem campeões. Sonha em um dia entrevistar pessoalmente seu maior ídolo, Patrice Bergeron.
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