“O que me motivou dessa vez? Tive mais tempo e seguimos um plano diferente. No ano passado, joguei até junho e logo em seguida teve o classificatório olímpico. Estava exausto e sem energia. Então, desta vez, tive tempo a mais e uma metodologia diferente”, explicou Luka Doncic.
Luka Doncic is back with the Slovenian national team after signing a contract extension with the Lakers in the USA ✊🇸🇮pic.twitter.com/WfgxXi5TfP
O craque também admitiu que seguir o novo cronograma não foi fácil num primeiro momento: “No início foi difícil, mas com o tempo virou um hábito. Não foi fácil, mas aos poucos as coisas foram fluindo”.
O impacto de uma preparação mais tranquila
Semanas sem uma bola nas mãos, como nos primeiros dias de treinos com a Eslovênia, exigiram adaptação. Contudo, Luka Doncic, que até virou capa de revista, reconhece que o esforço valeu a pena.
“O basquete tem um significado enorme pra mim. Ele me proporcionou tanto na vida, e não estou falando apenas por poder jogar. Gosto de outros esportes, por isso os primeiros dias sem bola foram complicados, mas me acostumei rápido”, clarificou Luka.
Até agora, ele participou de apenas duas sessões de 5-contra-5 com o time, e ainda avalia o impacto da nova forma física no rendimento: “Não sei ainda se meu jogo vai mudar algum. Vamos ver como será em quadra, com mais ritmo”.
A preparação tranquila, focada e sem pressa permitiu que Luka Doncic transformasse seu corpo, respirasse e chegasse à temporada com mais energia e disposição.
Por fim, ainda é cedo para projetar os resultados dentro de quadra, mas tudo indica que o astro esloveno está pronto para entrar em uma nova fase – fisicamente mais preparado, mentalmente mais focado e como grande líder do Los Angeles Lakers.
Escreve sobre o que ama. Torcedor incondicional dos Patriots desde a temporada perfeita que não teve final perfeito. Um viciado em jogos de esportes desde seu finado PS1, é apaixonado também por Bruins, Red Sox e Celtics. Tem a felicidade de já ter visto todos os seus times de coração serem campeões. Sonha em um dia entrevistar pessoalmente seu maior ídolo, Patrice Bergeron.