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5 times que devem ser vendedores na trade deadline da NBA 2026

Lucca Hoelzle

Com a data limite para trocas da atual temporada se aproximando, confira as equipes que devem se desfazer de nomes importantes do elenco

Um dos períodos mais empolgantes de todas as temporadas da NBA é o trade deadline, data limite estipulada pela associação para que as franquias possam se reforçar em meio à briga pelo troféu Larry O’Brien. E, na campanha 2025-26, a data em questão acontece na próxima quinta-feira, 5 de fevereiro. Portanto, os executivos das equipes da melhor liga de basquete do mundo já estão trabalhando incansavelmente para viabilizar a chegada de novas contratações.

Não existe segredo em relação ao nome mais cobiçado. Nos últimos dias, Giannis Antetokounmpo comunicou ao Milwaukee Bucks o desejo de seguir sua vitoriosa carreira em um novo destino, e está pronto para vestir as cores de outro time pela primeira vez desde sua chegada à NBA. Outros jogadores de peso também vêm chamando atenção, como são os casos de Ja Morant, no Memphis Grizzlies, Anthony Davis, no Dallas Mavericks, e Domantas Sabonis, no Sacramento Kings.

++ NBA: 10 jogadores que devem ser trocados antes do trade deadline 2026 ++

Entretanto, nem todas as equipes estão interessadas em adicionar mais opções de qualidade ao elenco. Algumas, já distantes da briga por uma vaga nos playoffs, estão mais interessadas em ajudar os reais competidores ao título no restante da caminhada – sob o preço, obviamente, de ativos de Draft, jovens jogadores ou, por vezes, contratos expirantes.

Pensando nesses cenários, o The Playoffs preparou uma lista com 5 times que devem ser vendedores na trade deadline da NBA em 2026. Confira abaixo!

Sacramento Kings

Comecemos pelo mais óbvio. Muito antes da chegada da data limite para trocas, e até mesmo durante os primeiros meses da temporada, já surgiam as primeiras especulações de que o Sacramento Kings estava disposto a se desfazer de praticamente todos os atletas de seu elenco, com exceção de Keegan Murray e Nique Clifford. A drástica decisão pareceu não atrair tantos olhares do restante da liga, e nenhum dos principais nomes deixou a capital da Califórnia até o momento.

Contudo, com o deadline se aproximando, o telefone do general manager Scott Perry deve começar a tocar com maior frequência. A princípio, Sabonis deve ser o principal alvo. O pivô perdeu 27 jogos consecutivos por conta de uma lesão no menisco do joelho, mas está de volta e vem, aos poucos, aumentando sua produção ofensiva.

Nas alas, os veteranos DeMar DeRozan e Zach LaVine são dois nomes a se observar. Mesmo aos 36 anos, DeRozan disputou todos os 49 compromissos dos Kings até o momento, e é o segundo jogador com maior média de pontos no plantel. Seu contrato é apenas parcialmente garantido em 2026-27, fator que também pode facilitar uma negociação por parte de algum time interessado.

O líder em pontuação é justamente LaVine. Porém, o alto salário do ala-armador, na casa dos US$ 47,4 milhões, aparece como um impeditivo até mesmo para os rivais mais desesperados. Malik Monk, Dennis Schroder e até mesmo Russell Westbrook também se enquadram no perfil de negociáveis. Entretanto, no momento, o nome mais especulado – de maneira um tanto quanto sorrateira – é o de Keon Ellis. Especialista defensivo, o jovem de 26 anos recém-completados tem um contrato expirante de apenas US$ 2,3 milhões.

DeMar DeRozan e Zach LaVine
Companheiros em Chicago e agora em Sacramento, DeRozan e LaVine estão disponíveis no mercado – (Foto: Erik Williams-Imagn Images)

Chicago Bulls

Partindo para o lado Leste do mapa, nos deparamos com uma das grandes incógnitas da liga. O Chicago Bulls, preso em um eterno processo de briga por vaga no Torneio de Play-In, parece disposto a se desfazer de uma série de atletas, com exceção óbvia dos jovens talentos Josh Giddey e Matas Buzelis. Ao mesmo tempo, a franquia pode também permanecer com o elenco intacto após o trade deadline.

De qualquer forma, é difícil imaginar os Bulls como compradores, e fácil imaginar uma chuva de ofertas por Ayo Dosunmu, especialmente. Natural de Chicago, o ala-armador vive a melhor temporada da carreira, com médias de 14,8 pontos e 44,1% de aproveitamento nos arremessos do perímetro. São as maiores marcas em cinco anos na liga, ainda que com a menor média de minutos 26,1 entre todos eles. Tudo isso sem falar do excelente trabalho defensivo.

O contrato expirante de US$ 7,5 milhões é um atrativo a mais para possíveis contenders, ao passo em que pode ser uma grande desvantagem para os Bulls nas negociações. O time tem dinheiro suficiente para renovar com o jovem na próxima free agency, mas também pode acabar perdendo-o de graça.

O corpo de armadores também é um ponto de atenção. Tre Jones vem evoluindo como um criador de jogadas eficiente, principalmente nos momentos de ausência de Giddey. Além disso, vai se provando uma das maiores barganhas da NBA depois de ter assinado um contrato de US$ 24 milhões por três anos na offseason. Também expirante, Coby White parece estar com os dias contados em Illinois, e pode ser uma excelente opção ofensiva para equipes que buscam um pontuador nato a um preço razoável.

Nas alas, Isaac Okoro vive uma campanha de altos e baixos, e seus 34,4% de aproveitamento nas bolas triplas devem acabar afastando possíveis interessados. Por fim, Chicago adoraria trocar Patrick Williams, mas dificilmente encontrará alguém disposto a assumir os três anos e US$ 54 milhões restantes em seu contrato. De qualquer forma, ambos estão disponíveis.

Brooklyn Nets

Ainda na Conferência Leste, o Brooklyn Nets aparece por mais um ano como vendedor no trade deadline da NBA. Dono da terceira pior campanha na tabela de classificação, o time comandado pelo promissor treinador Jordi Fernandez busca, mais uma vez, se posicionar entre os mais bem colocados na loteria do Draft. O ano de 2026, por sinal, deve marcar a última vez que os Nets repetem a estratégia, que vem se tornando rotineira nas últimas temporadas.

Isso porque, em 2027, o Houston Rockets tem o direito de trocar de posição com a equipe na ordem de seleção. Durante a offseason, portanto, Brooklyn deve assumir uma postura mais agressiva e trabalhar na montagem de um elenco competitivo. Até lá, ainda pode negociar alguns dos valores importantes do elenco.

Nesse sentido, todos os holofotes estão apontados para Michael Porter Jr. O ala chegou a Nova York na última intertemporada, após uma troca com o Denver Nuggets. Desde então, vive a melhor temporada de sua carreira. Comandando por completo o ataque, soma médias de 25,6 pontos, 7,3 rebotes e 3,2 assistências por partida, acertando 48,2% dos arremessos gerais e 39,8% no perímetro.

Diante do excelente desempenho, vem sendo especulado em franquias que pretendem brigar pelo título, como Golden State Warriors e Detroit Pistons. Os Nets, que já receberam uma escolha de primeira rodada para absorver o contrato de Porter Jr., ficariam satisfeitos em receber mais uma ou duas picks para enviá-lo a um oponente.

Em menor escala, outros jogadores do plantel também aparecem nas especulações recentes. Dayron Sharpe, por exemplo, é uma boa opção para quem precisa de um pivô reserva capaz de disputar cerca de 20 minutos por noite, especialmente por conta do salário de apenas US$ 6,2 milhões e da team option presente no vínculo na próxima offseason.

Terance Mann, por sua vez, está abaixo do que já demonstrou no Los Angeles Clippers, e também longe de ter o contrato mais convidativo da história do basquete, com US$ 31,5 milhões por receber nas próximas duas campanhas. Porém, pode ser uma opção barata (em termos de ativos envolvidos numa troca) de um ala defensivo e com boas virtudes ofensivas fora da bola. Vale ficar de olho ainda em Nic Claxton, Noah Clowney, Ziaire Williams e, porque não, Cam Thomas.

Terance Mann e Michael Porter Jr
Terance Mann e Michael Porter Jr. desembarcam em Nova York durante a offseason – (Foto: Mark J. Rebilas – Imagn Images)

Utah Jazz

Voltando para o Oeste, chegamos ao Utah Jazz, que deve ser parcialmente vendedor no mercado. Isso porque o front office não parece disposto a negociar Lauri Markkanen e, diante disso, o interesse alheio no finlandês parece ter diminuído consideravelmente, em especial após as atualizações recentes envolvendo o status de Giannis Antetokounmpo.

Alguns veteranos, contudo, ainda fazem parte do elenco e podem acabar se mudando em meio a uma reta final onde o Jazz deve ser cada vez menos competitivo. Jusuf Nurkic se tornou titular depois da lesão de Walker Kessler e vem desempenhando um bom basquete, com médias de duplo-duplo (11,2 pontos e 10,1 rebotes) na temporada.

O contrato expirante de US$ 19,3 milhões é mais um atrativo em relação ao bósnio, e uma simples escolha de segunda rodada deve ser suficiente para tirá-lo de Salt Lake City. Por falar em veteranos e contratos expirantes, Kevin Love é mais um que se encaixa na situação. O ex-All Star vem tendo médias discretas, mas ainda é capaz de acertar quase 36% nas bolas de 3 e contribuir com 15 minutos por jogo.

Por último e não menos importante, Kyle Anderson aparece como um dos nomes mais esquecidos na rotação de Will Hardy. O ala alternou entre jogos razoáveis e partidas onde nem mesmo pisou em quadra, mas vem em uma boa sequência nos três compromissos mais recentes.

Milwaukee Bucks

Por fim, o Milwaukee Bucks venceu, no detalhe, o Memphis Grizzlies para ficar com a última vaga em nossa lista. Ambos são sérios candidatos a passar pelo chamado efeito dominó. Com Giannis Antetokounmpo e Ja Morant no mercado, muita coisa pode mudar a partir de suas eventuais saídas. Por agora, porém, focaremos na equipe do Wisconsin.

Desnecessário falar sobre o já mencionado astro da camisa 34 (por sinal, confira os 5 possíveis destinos de troca para Giannis Antetokounmpo). Entretanto, caso ele de fato se despeça, antes ou durante a trade deadline, do único time que defendeu em sua carreira na NBA, o elenco comandado por Doc Rivers tem tudo para se transformar.

Coletivamente, os Bucks convivem com uma série de problemas em 2025-26. O principal deles é não ter um plantel qualificado o suficiente para suportar os minutos de descanso de Antetokounmpo. Por outro lado, individualmente, alguns dos nomes vêm demonstrando um excelente desempenho. A.J. Green é um deles, mas só pode ser trocado a partir de abril, por ter assinado uma extensão recentemente.

Ryan Rollins é talvez o principal. Aos 23 anos, o jovem vive a temporada da vida, e tem um salário de apenas US$ 4 milhões para essa e para a próxima campanha. Excelente defensor, se destaca também como um pontuador incisivo no garrafão, um arremessador competente no perímetro e um ótimo criador de jogadas secundário.

Ainda entre os armadores, Kevin Porter Jr. se destaca como o segundo maior pontuador da franquia, com médias de 16,8 pontos por jogo, além de 7,4 assistências.

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Mineiro, jornalista e completamente viciado em futebol e basquete. Começou a se interessar pelo basquete assistindo vídeos de Allen Iverson e Tony Parker, mas se apaixonou de vez pelo esporte e pelo Dallas Mavericks de Dirk Nowitzki em 2008. Tem também um carinho especial por NHL, MLB e NFL, onde é torcedor de Los Angeles Kings, New York Mets e New Orleans Saints.

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