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Veterano de 21 temporadas, Chris Paul deixou os Clippers em meio a conflitos, minutos reduzidos e um encaixe técnico que jamais aconteceu
A saída de Chris Paul dos Los Angeles Clippers ganhou mais um novo ponto de vista polêmico nesta temporada 2025-26 da NBA. Depois de semanas de rumores, relatos de atritos internos e desempenho abaixo do esperado, a franquia oficializou o desligamento do armador, encerrando uma relação que nunca encontrou equilíbrio. Ainda assim, a decisão surpreendeu pela forma abrupta, mas reforçou a sensação de que o ajuste entre jogador e equipe nunca funcionou como planejado.
+ Chris Paul: 5 possíveis destinos para o lendário armador
Para Tyronn Lue, técnico dos Clippers, o encaixe simplesmente nunca existiu. O treinador afirmou que não responsabiliza Chris Paul pelo preocupante início de temporada – apenas pela incompatibilidade de ideias e expectativas. Lue foi direto ao pontuar que o veterano não era o que o time buscava e que, apesar da admiração pessoal, não gostaria de vê-lo deixar Los Angeles dessa maneira.
Chris Paul was reportedly "vocal" in holding management, coaches, and players accountable, per @ShamsCharania
— Bleacher Report (@BleacherReport) December 3, 2025
Clippers viewed this as disruptive, and Ty Lue "was not on speaking terms" with CP3 for weeks pic.twitter.com/Y1xaOQVTYO
O desligamento, no entanto, não foi apenas esportivo. Relatos indicam que Chris Paul e Lue passaram semanas sem diálogo, mesmo após tentativas do armador de abordar boatos sobre sua suposta influência negativa no vestiário. Segundo o jornalista Chris Haynes, o técnico simplesmente se recusou a conversar com o jogador, aumentando o desconforto e abrindo um abismo institucional.
Por outro lado, Shams Charania, da ESPN americana, acrescentou que Paul chegou a criticar abertamente membros da comissão técnica e colegas de elenco, situação que agravou o desgaste. Com o ambiente se deteriorando rapidamente e a equipe acumulando derrotas, a diretoria optou pela medida extrema de afastá-lo imediatamente, mesmo sendo uma figura histórica da franquia.
Em seu 21º e último ano na NBA, Paul teve números discretos pelos Clippers. Foram 2,9 pontos e 3,3 assistências em apenas 14,3 minutos por jogo. Foi a menor carga de trabalho de sua carreira, um reflexo direto da nova realidade de um elenco pressionado por ausências importantes.
Sem Kawhi Leonard e Derrick Jones Jr. por longos períodos, e com Bradley Beal fora do restante da temporada devido à fratura no quadril, os Clippers mergulharam em uma crise técnica. O time soma somente cinco vitórias e 16 derrotas, ocupa a vice-lanterna do Oeste e, para piorar, não tem mais a sua escolha de primeira rodada no Draft de 2026.

Por fim, Lawrence Frank, presidente de operações dos Clippers, também insistiu que a culpa pela má fase não recai sobre Chris Paul. Entretanto, o futuro do armador permanece nebuloso: por estar sob contrato mínimo, Paul só poderia ser trocado após 15 de dezembro, e uma rescisão imediata é considerada improvável.
Enquanto isso, os Clippers encaram uma temporada que ameaça escapar completamente do controle. E CP3, um dos maiores armadores da história, busca agora um novo destino para encerrar sua carreira de forma mais digna do que a ruptura vivida em Los Angeles.
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nhl Escreve sobre o que ama. Torcedor incondicional dos Patriots desde a temporada perfeita que não teve final perfeito. Um viciado em jogos de esportes desde seu finado PS1, é apaixonado também por Bruins, Red Sox e Celtics. Tem a felicidade de já ter visto todos os seus times de coração serem campeões. Sonha em um dia entrevistar pessoalmente seu maior ídolo, Patrice Bergeron.
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