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Em sua 21ª temporada, Chris Paul é cortado pelos Clippers, que colocam fim à passagem pelo time e deixa dúvida sobre seu futuro na liga
A segunda passagem do veterano Chris Paul pelo Los Angeles Clippers chegou ao fim de forma abrupta. Em meio à viagem de cinco jogos da equipe, o veterano revelou em suas redes sociais que foi enviado para casa pela franquia na noite desta terça-feira (2), poucas horas antes do duelo contra o Atlanta Hawks. A decisão pegou a NBA de surpresa e expôs a crise vivida pela equipe californiana no início da temporada 2025-26.
Chris Paul on Instagram: pic.twitter.com/X3MpJXJnrg
— Joey Linn (@joeylinn_) December 3, 2025
A confirmação oficial veio na madruga desta quarta-feira, quando o presidente Lawrence Frank divulgou um comunicado afirmando que o clube está “separando caminhos” com Chris Paul, que está em sua última temporada da carreira. Apesar das palavras elogiosas e do reconhecimento por tudo que Paul representou para a organização, a direção deixou claro que a responsabilidade pelo mau momento não recai sobre o jogador.
Com uma campanha desastrosa de 5–16 – segunda pior do Oeste -, o time encara enorme pressão por mudanças. As derrotas se acumularam rapidamente, com cinco consecutivas e oito nos últimos nove jogos, criando um ambiente de instabilidade que exigia uma resposta imediata.
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Nesse contexto, a saída inesperada de Chris Paul simboliza um movimento drástico para tentar reorganizar o vestiário e recuperar a competitividade. Ainda assim, os Clippers reforçaram que o veterano não foi responsabilizado pelo desempenho ruim, evidenciando que a decisão faz parte de uma reformulação mais ampla.
De qualquer forma, uma dispensa tão repentina, horas antes de um jogo, logo no início da temporada, com um dos veteranos mais respeitados do século na NBA indica uma gigantesca disfunção na diretoria dos Clippers.
Aos 40 anos, Chris Paul disputa sua 21ª e última temporada na NBA – informação anunciada por ele antes do início do campeonato. O armador fechou um contrato de um ano por US$3,6 milhões nesta offseason, motivado pelo desejo de voltar ao time onde viveu seis anos marcantes na carreira. Na época, classificou o retorno como um “algo que não pensou duas vezes”.
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Dentro de quadra, contudo, o impacto foi modesto. Vindo do banco pela segunda vez em duas décadas, Paul registrou médias de 2,9 pontos e 3,3 assistências, números bem distantes de seus tempos de All-Star. Mesmo assim, seguia contribuindo com liderança e inteligência tática, como nos oito pontos e três assistências em apenas 15 minutos contra o Heat, sua última aparição.

Independentemente deste desfecho em Los Angeles, o legado de Chris Paul está consolidado. O armador acumula 12 convocações ao All-Star Game, liderou a liga cinco vezes em assistências e seis em roubos, além de ser reconhecido como um dos maiores armadores da história, mesmo sem conquistar o título da NBA.
Agora, porém, o horizonte se torna incerto. Com a ruptura repentina, resta saber se outro postulante ao título buscará sua experiência para reforçar o elenco ou se o fim da jornada acontecerá antes do previsto. Os próximos passos de Paul decidirão como o capítulo final de uma carreira histórica será escrito.
No final das contas, o seu corte pelos Clippers pode soar definitivamente como um sinal de desrespeito a um futuro membro do Hall da Fama, o que mostra o estado confuso que a diretoria da franquia vive – e pode afastar futuros free agents de assinar com o time. Para CP3, este é apenas um ‘tropeço’ no seu caminho no último ano de sua brilhante jornada profissional.
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nhl Escreve sobre o que ama. Torcedor incondicional dos Patriots desde a temporada perfeita que não teve final perfeito. Um viciado em jogos de esportes desde seu finado PS1, é apaixonado também por Bruins, Red Sox e Celtics. Tem a felicidade de já ter visto todos os seus times de coração serem campeões. Sonha em um dia entrevistar pessoalmente seu maior ídolo, Patrice Bergeron.
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