Catcher aproveitou cláusula no contrato para se desligar da franquia californiana
Na manhã desta terça-feira (9), John Heyman, do MLB Network, informou que o catcher Gary Sánchez foi contratado pelo New York Mets. O acordo entre as partes é referente às ligas menores, mas o atleta receberá US$ 1,5 milhão se defender a equipe principal, podendo embolsar mais US$ 1,2 milhões dependendo do seu desempenho.
Gary Sanchez gets $1.5M if in majors with Mets, plus $1.2M incentives.
— Jon Heyman (@JonHeyman) May 9, 2023
Depois de testar seu valor como agente livre nesta offseason e não se sair tão bem, Sánchez assinou um contrato de ligas menores com o San Francisco Giants no final de março, que poderia ser rescindido caso ele não atuasse na MLB até o começo deste mês.
A ideia de San Francisco era de utilizar o apanhador após pouco tempo de ambientação na Triple-A, já que o prospecto Joey Bart e o experiente Roberto Pérez não convenciam. No entanto, o time viu o florescimento de outro jovem, Blake Sabol, que tornou-se forte concorrente na função.
Por Andy Martino, do SNY, Gary Sánchez defenderá, primeiramente, o Syracuse Mets, equipe afiliada dos Metropolitanos na Triple-A. Caso volte ao nível máximo do beisebol, ele se juntará a Francisco Álvarez (um dos principais prospectos do esporte) e Tomás Nido – que coleciona críticas e atuações decepcionantes em 2023 – pela vaga de catcher principal. Omar Narváez, que também pertence à franquia do Queens, está na lista de lesionados de 60 dias com um problema na panturrilha.
Lá, o dominicano reencontrará Billy Eppler, atual general manager dos Mets, que exercia a função de assistente de GM do New York Yankees durante o período em que o jogador estava nas ligas menores pela primeira vez.
No ano passado, ele registrou 86 hits em 126 partidas pelo Minnesota Twins, impulsionando 61 corridas e completando ele mesmo o diamante em 42 oportunidades. Conseguiu 16 home runs e média de 20,5% no bastão.
Foto: Reprodução Twitter/Minnesota Twins
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mlb Cientista político, gaúcho em SP e paulista no RS. Coleciona camisas de esportes em geral. É fã dos X-Men, comida mexicana, ska punk e literatura latina. Contrasta a camisa vermelha de domingo com o amor azul pelo New York Mets.
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