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Dodgers adotam cautela com Blake Snell enquanto rotação passa por ajustes

Matheus Puk

Atual campeão da World Series, os Dodgers monitoram recuperação de Snell e avaliam jovens braços no spring training

O Los Angeles Dodgers iniciou a preparação para a nova temporada com atenção redobrada à sua rotação. A equipe não espera contar com o arremessador Blake Snell no Opening Day da MLB, já que o canhoto segue em recuperação de uma lesão no ombro que se arrasta desde o ano passado.

O técnico Dave Roberts afirmou que Snell tem realizado sessões de arremesso em terreno plano, ainda sem subir ao montinho, mas apresentou progresso consistente. A decisão de adotar cautela reflete a importância do pitcher no planejamento da franquia, especialmente após sua contribuição decisiva na última campanha.

Snell disputou apenas 11 jogos na temporada regular anterior, registrando campanha 5-4 e excelente ERA de 2.35. Nos playoffs, foi peça relevante na caminhada rumo ao título, com marca de 3-2 em seis partidas como titular, ajudando os Dodgers a conquistarem o segundo troféu consecutivo da World Series.

Ajustes na rotação dos Dodgers

Enquanto aguardam a plena recuperação de Snell, os Dodgers avaliam alternativas internas durante o spring training. Em partida preparatória contra o San Francisco Giants, Yoshinobu Yamamoto apresentou desempenho sólido, cedendo duas corridas e cinco rebatidas em três entradas, além de registrar cinco eliminações por strikeout.

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Yamamoto, que posteriormente viajará ao Japão para disputar o World Baseball Classic ao lado de Shohei Ohtani, surge como peça-chave na manutenção da estabilidade da rotação neste início de temporada.

Por outro lado, o jovem Roki Sasaki teve atuação irregular em sua primeira aparição na pré-temporada. Contra o Arizona Diamondbacks, o destro permitiu três corridas, três rebatidas e duas caminhadas em apenas 1 1/3 entrada. Apesar de exibir sua tradicional bola rápida potente e somar três strikeouts, encontrou dificuldades para localizar arremessos – apenas 17 de 36 pitches foram strikes.

Roberts avaliou que Sasaki aparentou excesso de força nos arremessos, algo incomum durante os treinos. A expectativa é que o ajuste venha naturalmente à medida que o jogador ganhe ritmo em situações reais de jogo.

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Roki Sasaki segue em fase de adaptação com os Dodgers, entrando em sua segunda temporada na MLB em 2026 – Foto Matt Kartozian-Imagn Images

Profundidade como diferencial

A profundidade do elenco tem sido uma marca dos Dodgers nos últimos anos. A franquia busca equilibrar prudência médica e competitividade imediata, evitando precipitações que possam comprometer o desempenho ao longo de 162 jogos.

Sem Snell na estreia, a organização aposta na versatilidade do grupo e no desenvolvimento de seus talentos internacionais. O objetivo permanece claro: manter o alto padrão que transformou o time em referência recente na MLB.

Se a recuperação do canhoto evoluir conforme o esperado, sua volta poderá reforçar ainda mais uma rotação já talentosa. Até lá, os Dodgers seguem ajustando peças, confiantes de que a combinação entre experiência e juventude pode sustentar mais uma campanha de alto nível.

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Escreve sobre o que ama. Torcedor incondicional dos Patriots desde a temporada perfeita que não teve final perfeito. Um viciado em jogos de esportes desde seu finado PS1, é apaixonado também por Bruins, Red Sox e Celtics. Tem a felicidade de já ter visto todos os seus times de coração serem campeões. Sonha em um dia entrevistar pessoalmente seu maior ídolo, Patrice Bergeron.

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