Liga testa tecnologia desde 2019 nas ligas menores
A zona de strike eletrônica chegou na Major League Baseball (MLB). A competição vai utilizar o sistema durante a pré-temporada em 13 estádios, que receberão 19 clubes. A tecnologia atuará como desafios pedidos pelas equipes. A liga vai analisar os resultados depois das partidas, com o intuito de implementar no próximo ano.
Para o uso dos robôs nos jogos, a liga precisa de um acordo com a Associação de Árbitros de Beisebol. Isto para garantir os direitos e que os profissionais não perderão as funções no futuro. O tempo de negociação, no entanto, agora é curto. O prazo das conversas coletivas expira no dia 1 de dezembro.
“Eu estou interessado em ter em 2026. Temos uma obrigação de negociação coletiva lá. Isso é, obviamente, um termo e condição de emprego. Teremos que trabalhar nessa questão também”, afirmou o comissário geral da MLB, Rob Manfred.
Manfred acrescentou que serão necessários muitos estudos e avaliações antes de qualquer mudança definitiva. De acordo com ele, apenas os resultados não servem, mas também é preciso uma aprovação dos times, da arbitragem e dos jogadores.
A MLB tem testado a zona de strike eletrônica desde 2019 nas ligas menores. Aliás, neste ano, a tecnologia esteve presente pelo segundo ano consecutivo durante a temporada regular. Algumas mudanças e discussões estão em andamento, como o formato da zona e o próprio sistema de desafios.
Atualmente, o robô chama um strike no ponto onde a bola cruza os limites do retângulo, delimitado em 8,5 polegadas de frente e atrás. A parte alta da zona cresceu 53,5% em relação a altura do rebatedor, enquanto a profundidade permaneceu a mesma.
Durante a segunda metade do ano, os clubes da Pacific Coast League tiveram três desafios. Já as franquias da International League tinham apenas dois. A regra é similar aos desafios em outras ligas. Caso o pedido for bem-sucedido, a equipe manterá o benefício. Em caso de erro, perde-se um para o restante do confronto.
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mlb Jornalista em formação. Apaixonado desde pequeno por vários esportes e um botafoguense doente. Encontrou os esportes americanos em 2017 e se encantou por Brewers, Saints, Sharks e Raptors. Vivo em devoção ao Deus MVP Christian Yelich.
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