O Internacional apresentou oficialmente na tarde desta sexta-feira (19) o técnico Paulo Pezzolano, Ao lado do presidente Alessandro Barcellos e do diretor técnico Abel Braga, o novo comandante, que assinou com o clube até o fim de 2026, projetou o trabalho no clube e destacou orgulho e motivação por assumir o Colorado.
“Estou muito orgulhoso de começar a ser parte do Internacional. Estou com muita vontade de começar. Conheci o estádio e gostaria que já tivesse um jogo logo para ver a torcida aqui, é impressionante. Estou muito feliz e tomara que possamos marcar uma página muito boa para a história do Inter”, afirmou o treinador.
Questionado sobre ter sido a segunda opção do Inter após a tentativa frustrada de contratar Tite — que acabou acertando com o Cruzeiro —, Pezzolano tratou o tema com naturalidade e destacou o orgulho pela comparação.
“Ser a segunda opção para o Tite, para um cara como eu, com 42 anos, é um orgulho. Um treinador campeão do mundo. Fui opção B a ele em outro clube também. Tinham propostas da Europa, do Brasil e de outros países, mas um clube do tamanho do Inter é impossível dizer não”, declarou.
Sem citar nomes específicos, o uruguaio elogiou o atual plantel colorado e reforçou que o principal desafio será extrair o máximo de cada atleta. Para ele, a força mental será um fator determinante na próxima temporada.
“O Inter tem um bom plantel, um bom time. O que precisamos fazer é tirar 100% de cada um, formar um time forte mentalmente e fisicamente. Sou de trabalhar com características, não de pedir jogadores específicos. Estou convencido de que temos um grande time, por isso estou aqui”, explicou.
“Estou convencido de que temos um bom time e, por isso, estou aqui. Temos que ser muito inteligentes e precisos nas contratações que fizermos e, sem dúvidas, isso vai ser o trabalho. Se estes jogadores tiverem uma boa base de trabalho e os fizermos mentalmente fortes, teremos um bom time”, encerrou.
Por fim, o novo técnico evitou detalhar o modelo de jogo, preferindo que o desempenho em campo fale por si. Ainda assim, prometeu intensidade, fome por resultados e identificação com a torcida.
“O mais importante é ver um time que a torcida se identifique. Um time com muita intensidade, com fome em cada jogo. Eu gosto que o campo fale. Desde o primeiro jogo, quero que vejam as ideias dentro do campo”, disse.
Paulo Pezzolano iniciou sua carreira como treinador no Montevideo City Torque, do Uruguai. Depois, passou por Liverpool, também do Uruguai, e Pachuca, do México, antes de chegar ao Cruzeiro em 2022. Na Raposa, foi peça-chave na campanha do acesso à Série A, conquistando o título da Série B.
Após a experiência no futebol brasileiro, seguiu para a Europa, onde comandou o Real Valladolid, da Espanha, e o Watford, da Inglaterra, seu último clube.
soccer Jornalista formado pelo Centro Universitário de Belo Horizonte, com sólida atuação na cobertura esportiva mineira. Apaixonado por comunicação e pelo universo do esporte, possui experiência como comentarista, setorista, social media e redator, atuando tanto no futebol profissional quanto em clubes amadores. Entusiasta dedicado de tudo que envolve o jogo dentro das quatro linhas.
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