No último sábado (5), na Neo Química Arena, quem roubou a cena foi Memphis Depay, o maestro do Corinthians, na vitória por 3 a 0 sobre o Vasco da Gama. O atacante holandês marcou um gol, deu uma assistência e participou diretamente de quase todas as jogadas ofensivas do Timão. Mais do que isso: com o passe decisivo para Yuri Alberto, Memphis se isolou na liderança do ranking de assistências do futebol brasileiro em 2025, com oito no total.
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Memphis assume topo do ranking com 8 assistências e deixa rivais para trás
A fase do camisa 10 é de encher os olhos. Atuando com liberdade na armação das jogadas, Memphis tem sido o motor criativo do Corinthians, distribuindo passes açucarados e colocando companheiros na cara do gol. Com a assistência contra o Vasco, ele ultrapassou Raphael Veiga, do Palmeiras, que soma sete. Na cola, aparecem nomes como Ademir e Jhon Arias, com seis cada.
Além do passe para Yuri, Memphis marcou o segundo gol da partida e ainda participou de outros três lances que terminaram em bola na rede — dois deles anulados pelo VAR e um contra de João Victor. A atuação foi digna de camisa 10 clássico, daqueles que colocam o jogo no bolso e ainda distribuem canetas, dribles curtos e visão de jogo apurada.
Apesar da grande exibição, o torcedor corinthiano terminou a noite com um pé atrás. Ainda no primeiro tempo, Memphis sofreu uma entrada forte de Lucas Piton e terminou o jogo com o tornozelo inchado. De acordo com Fabinho Soldado, executivo de futebol do clube, o jogador será reavaliado antes do embarque para a Colômbia. Nesse sentido, o Timão enfrenta o América de Cali na terça-feira (8), pela Sul-Americana.
“Memphis está com o tornozelo inchado, vamos avaliar com calma. Não é porque ganhou que está tudo certo”, disse Soldado na zona mista.
Enquanto a torcida cruza os dedos por sua recuperação, uma coisa é certa: com a camisa 10 nas costas e a bola nos pés, Memphis vem provando que não é só estrela internacional — é o grande garçom do futebol brasileiro em 2025.
soccer Jornalista em formação diretamente de Niterói-RJ. Busca juntar o que mais ama: comunicação e esporte. É grande torcedora do Fluminense e da McLaren, além de apaixonada por futebol nacional desde pequena. Encantou-se com diversas categorias do automobilismo e, hoje, não sabe viver sem os roncos dos carros. Uma grande entusiasta do multilinguismo e viajante pelo mundo.
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