Na noite de terça-feira (9), o Corinthians encarou o América de Cali, no Estádio Pascual Guerrero, na Colômbia, pela segunda rodada do Grupo C da Copa Sul-Americana. O duelo terminou empatado em 1 a 1. O paulistano, que buscava a primeira vitória na competição, conquistou seu primeiro ponto e segue vivo na briga pela classificação à próxima fase.
Apesar da meta inicial de voltar com os três pontos na bagagem, o técnico Ramón Díaz não escondeu a, então, satisfação com o empate, considerando o contexto do grupo. Para o argentino, o resultado pode fazer diferença na sequência da disputa. “Conversamos com os jogadores: se não der para vencer, não podemos perder. Era fundamental não deixar o América se desgarrar na tabela”, explicou o treinador.
Ramón destacou a intensidade da partida, típica dos duelos sul-americanos, e reforçou a importância da reação do Timão. “No primeiro tempo, criamos pouco, mas na segunda parte fomos superiores. Tivemos mais posse, mais organização e oportunidades claras de gol”, avaliou. O comandante ainda ressaltou a evolução do elenco e mostrou confiança em uma campanha de recuperação no grupo.
Com o empate, o Corinthians chegou a um ponto em duas rodadas e, nesse sentido, agora, ocupa a terceira posição do grupo. O América de Cali lidera com quatro, seguido pelo Huracán, que soma três e ainda enfrenta o Racing-URU nesta quarta-feira (9).
Agora, o foco do Timão está na próxima partida da competição: no dia 24 de abril, o clube visita o Racing, no Estádio Centenário, em Montevidéu. Um resultado positivo pode recolocar o Corinthians de vez na briga pela liderança.
Apesar do tropeço na estreia e do resultado agridoce na Colômbia, a matemática segue a favor. Logo, com confrontos diretos pela frente, o Corinthians ainda depende apenas de si para avançar — e Ramón Díaz sabe que, em torneios eliminatórios, cada ponto fora de casa vale ouro.
soccer Jornalista em formação diretamente de Niterói-RJ. Busca juntar o que mais ama: comunicação e esporte. É grande torcedora do Fluminense e da McLaren, além de apaixonada por futebol nacional desde pequena. Encantou-se com diversas categorias do automobilismo e, hoje, não sabe viver sem os roncos dos carros. Uma grande entusiasta do multilinguismo e viajante pelo mundo.
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