A Confederação Brasileira de Futebol se pronunciou, após o término da Supercopa do Brasil, sobre a expulsão do colombiano Jorge Carrascal na volta do intervalo da final.
No último lance do primeiro tempo, Carrascal acertou um golpe em Breno Bidon. O árbitro da partida nãi viu, terminou a etapa inicial e os jogadores foram para o vestiário. Na volta do intervalo, com imagens disponíveis, o gaúcho Rafael Klein expulsou o atacante flamenguista.
De acordo com a CBF, inicialmente, as imagens disponíveis não apresentavam evidência conclusiva, razão pela qual o primeiro tempo foi encerrado normalmente. Ainda durante os procedimentos, uma nova checagem permitiu a identificação clara da infração, o que fundamentou a recomendação de revisão para que o árbitro pudesse avaliar e consequentemente expulsar o atleta.
O procedimento adotado está amparado no Livro de Regras 2025/26 e no Protocolo do VAR da FIFA, que autorizam a intervenção do VAR em casos de conduta violenta a qualquer momento da partida, inclusive após o reinício do jogo.
“Se o jogo for paralisado e, então, reiniciado, o árbitro pode realizar uma revisão e tomar as medidas disciplinares adequadas somente em casos de erro de identificação ou de eventual infração passível de expulsão por conduta violenta, cuspir, morder ou agir de forma extremamente ofensiva, insultante e/ou abusiva”, diz a página 159 do Livro de Regras.
Vs Internacional, na quarta-feira (4), no Maracanã, às 19h, pela segunda rodada do Brasileirão.
Vs Capivariano, na quinta-feira (5), na Neo Química Arena, às 20h, pela sexta rodada do Campeonato Paulista.
soccer Jornalista formado pela PUC-RS. Redator e repórter. Passagens por Foot Sports, o Barquinho Cultural, Portal do Gremista, Grêmio News e NETFLU.
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