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Sequência positiva muda o tom da franquia, e Clippers apostam em continuidade e flexibilidade salarial para seguir em alta em 2026
Os Clippers não pretendem levantar a bandeira branca antes do prazo de trocas da NBA, marcado para 5 de fevereiro. Mesmo após um início de temporada decepcionante, a franquia de Los Angeles sinaliza internamente que não atuará como vendedora no mercado, segundo informações do jornalista Sam Amick, do The Athletic. A decisão reflete uma mudança clara de clima após uma sequência recente de vitórias que devolveu competitividade ao time.
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Depois de abrir a campanha com um preocupante retrospecto de 6-21, os Clippers emendaram seis triunfos consecutivos, resultado que reacendeu a esperança de brigar ao menos por uma vaga no play-in do Oeste. Após o confronto contra o Utah Jazz, a equipe aparece a apenas 1,5 jogo da última posição que dá acesso ao Play-In, cenário impensável poucas semanas atrás.
Los Angeles Clippers, o time mais quente da NBA no momento. pic.twitter.com/VAsibAx8F0
— Matchup Brasil 🇧🇷🏀 (@MatchupBR) January 2, 2026
Durante o período mais turbulento da temporada dos Clippers, nomes como Kawhi Leonard e James Harden chegaram a ser citados em rumores de trocas, especialmente se a franquia optasse por uma guinada mais radical. No entanto, esse movimento parece improvável neste momento.
Harden, por exemplo, possui direitos Bird e pode vetar qualquer troca nesta temporada. Além disso, o armador tem uma opção de jogador avaliada em US$ 42,3 milhões para a próxima campanha, fator que complica qualquer negociação de impacto imediato.
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Por outro lado, Leonard tem mais um ano garantido em seu contrato atual e só se tornará agente livre irrestrito em 2027, o que reduz a pressão por uma decisão drástica agora. Internamente, a leitura é que desmontar o elenco neste momento poderia minar qualquer chance de reação esportiva, além de não oferecer, necessariamente, retorno proporcional em ativos.
Se não devem vender, os Clippers também não planejam movimentos agressivos que comprometam o futuro. A diretoria tem como prioridade preservar flexibilidade no teto salarial para a próxima offseason, quando o mercado pode oferecer oportunidades mais vantajosas.
Ainda assim, ajustes pontuais não estão descartados. Jogadores experientes como John Collins, Bogdan Bogdanovic, Brook Lopez e Nicolas Batum aparecem como possíveis peças de encaixe em negociações. Todos estão em contratos expirantes, o que facilita combinações salariais sem comprometer o longo prazo. No caso de Bogdanovic, Lopez e Batum, ainda existem opções de equipe para 2026-27, adicionando valor estratégico aos contratos.

Outro fator que influencia a cautela dos Clippers é o custo já pago em escolhas de Draft. O Oklahoma City Thunder detém a escolha de primeira rodada desprotegida de 2026 da franquia, herança direta da troca de 2019 que envolveu Paul George e Shai Gilgeous-Alexander. Isso reduz o incentivo para uma queda brusca de desempenho, já que um mau resultado beneficiaria diretamente outra equipe.
Com isso, Los Angeles aposta em equilíbrio: competir agora, manter o elenco engajado e evitar decisões precipitadas. A sequência positiva não garante playoffs, mas altera completamente a narrativa de uma temporada que parecia perdida. Para os Clippers, o prazo de trocas não será sobre desistir – e sim sobre sobreviver.
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nhl Escreve sobre o que ama. Torcedor incondicional dos Patriots desde a temporada perfeita que não teve final perfeito. Um viciado em jogos de esportes desde seu finado PS1, é apaixonado também por Bruins, Red Sox e Celtics. Tem a felicidade de já ter visto todos os seus times de coração serem campeões. Sonha em um dia entrevistar pessoalmente seu maior ídolo, Patrice Bergeron.
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