A FIFA estuda a possibilidade de proibir transferências de jogadores entre clubes pertencentes ao mesmo grupo empresarial. A medida, segundo a entidade máxima do futebol, teria como objetivo dar mais estabilidade aos contratos. Além disso, a Fifa deseja impedir o empréstimo de atletas entre equipes com o mesmo proprietário.
Atualmente, o regulamento da FIFA já limita a seis o número de jogadores contratados por empréstimo em uma única temporada. Agora, a entidade quer ir além e evitar que clubes sob o controle do mesmo dono se beneficiem dessa prática.
Nesse cenário, a possível mudança afetaria diretamente grupos como a Eagle Football, de John Textor, que defendem a estratégia como uma forma de potencializar o desenvolvimento de jogadores. O City Football Group também sentiria o impacto, já que utiliza a estratégia com frequência.
A proposta surge em um momento em que os conglomerados estão sob maior escrutínio da FIFA. Recentemente, o León, do México, foi excluído da Copa do Mundo de Clubes por pertencer ao Grupo Pachuca, que também comanda o próprio Pachuca, outra equipe classificada para o Mundial. Com isso, os mexicanos perderam a chance de disputar a competição inédita.
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