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Renato Paiva segue respaldado pela diretoria do Botafogo mesmo sob pressão da torcida

Renato Paiva
Foto: Divulgação/ Vítor Silva/Botafogo

Mesmo com novas críticas da torcida, a diretoria do Botafogo mantém o apoio ao técnico Renato Paiva. A vitória por 2 a 1 sobre o Carabobo, nesta terça-feira (7), pela 4ª rodada da Copa Libertadores, não bastou para acalmar os torcedores, mas não abalou a confiança dos dirigentes.

A informação foi divulgada pelo jornal O Globo. Apesar da pressão crescente, John Textor e a cúpula da SAF alvinegra seguem firmes na defesa do projeto liderado por Paiva. A cúpula alvinegra reconhece que o time ainda não atingiu seu potencial em 2025, mas apostam na evolução ao longo da temporada.

Apesar disso, os dirigentes têm, de forma recorrente, cobrado uma mudança de postura, sobretudo dos atletas. Dessa forma, os mandatários acreditam que o time, base vitoriosa do último ano, pode entregar mais.

Manifestações contra Paiva

Os protestos contra Renato Paiva tem se intensificado nos últimos dias. Na manhã desta terça-feira (6), os muros do estádio Nilton Santos foram pinchados por torcedores, que pediam a saída do treinador. Além disso, o planejamento feito pela diretoria para a temporada 2025 foi bastante questionado.

” O ano começa quando, tio Sam? 2025 tá acabando! Acorda, John Textor”, disse uma das pichações. Em outras reclamações, havia escritos como Burrice jamais vista. Abre o olho, John” e “Fora, Paiva. Burro é medíocre”.

Renato Paiva minimiza pressão

Após a vitória diante do Carabobo, por 2 a 1, pela Libertadores, Renato Paiva minimizou as críticas e a pressão que vem recebendo. O treinador ressaltou que questionamentos são naturais em um clube como o Botafogo e destacou a importância de manter o foco no trabalho com o elenco.

“Esse escudo (aponta para a camisa do Botafogo) te dá a pressão todos os dias. Não há como. E o futebol é isso. Pressão, pressão, pressão. Se não ganha, te cobram, querem que ganhem, e isso não é só no Brasil, é em todo lugar. É universal. Eu tenho que focar em fazer o meu trabalho”, disse.

“Se a pressão influenciar no meu trabalho eu não posso estar aqui, tenho que sair. Tenho que fazer o meu trabalho consciente, também quando os resultados são piores. O exterior tem direito a falar o que quiser, o que me preocupa é o interior. São meus jogadores, encontrar soluções e seguir trabalhando. É a única coisa que posso fazer para sair desses momentos difíceis”. completou.

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Jornalista formado pelo Centro Universitário de Belo Horizonte, com sólida atuação na cobertura esportiva mineira. Apaixonado por comunicação e pelo universo do esporte, possui experiência como comentarista, setorista, social media e redator, atuando tanto no futebol profissional quanto em clubes amadores. Entusiasta dedicado de tudo que envolve o jogo dentro das quatro linhas.

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