Com importante offseason pela frente, Bengals tentam assinar com dupla Chase e Higgins, porém, esbarram em problemas financeiros
O Cincinnati Bengals se encontra em uma encruzilhada financeira nesta offseason, pois precisa lidar com contratos milionários de seus principais recebedores. De acordo com Jordan Schultz, da Fox Sports, a franquia decidiu aplicar a franchise tag não exclusiva em Tee Higgins, ao mesmo tempo que se prepara para uma negociação histórica com Ja’Marr Chase.
O wide receiver deve exigir um contrato de pelo menos US$ 40 milhões por temporada, tornando-se o primeiro jogador da posição a atingir essa marca na NFL. Atualmente, Chase está no último ano de seu contrato de calouro e receberá US$ 21,8 milhões pelo quinto ano opcional. Na temporada anterior, ele sinalizou sua insatisfação com a falta de um novo acordo.
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Então, ele chegou a cogitar uma ‘greve’ nos primeiros jogos do ano. Apesar disso, Chase jogou a temporada completa e teve um desempenho espetacular, liderando a liga em recepções (127), jardas recebidas (1708) e touchdowns (17).
Bem como, o valor de seu próximo contrato deve superar o recorde estabelecido por Justin Jefferson, do Minnesota Vikings, que assinou um termo de US$ 35 milhões anuais na temporada passada. Sendo assim, a extensão de Chase inevitavelmente ultrapassará esse número, tornando-o o wide receiver mais bem pago da história.
Enquanto Chase aguarda um contrato histórico, Tee Higgins também representa um grande investimento para os Bengals. Caso ele jogue sob a tag de franquia pelo segundo ano consecutivo em 2025, seu salário será de US$ 26,3 milhões. Entretanto, fontes indicam que Higgins poderia alcançar até US$ 30 milhões anuais no mercado aberto, o que levanta dúvidas sobre o futuro do jogador na equipe.
Ja'Marr Chase and Tee Higgins: A QB's best friends. Right @joeyb? pic.twitter.com/hSNqWN7w0N
— NFL (@NFL) July 21, 2023
Portanto, se Cincinnati quiser manter sua dupla de wide receivers a longo prazo, precisará desembolsar cifras altíssimas. A combinação dos salários de Chase e Higgins, somada aos US$ 55 milhões anuais do quarterback Joe Burrow, cria um grande desafio financeiro para a franquia.
Com investimentos tão elevados no setor ofensivo, a equipe pode enfrentar dificuldades para montar um elenco competitivo em outras áreas. A busca por equilíbrio entre manter suas estrelas e reforçar a defesa será essencial para as ambições de título da franquia.
A próxima offseason será crucial para o destino dos Bengals. Se a diretoria não encontrar uma solução financeira sustentável, poderá se ver forçada a abrir mão de uma de suas peças-chave. A decisão tomada nos próximos meses definirá não apenas o futuro imediato da equipe, mas também suas chances de disputar o Super Bowl nos próximos anos.
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nhl Escreve sobre o que ama. Torcedor incondicional dos Patriots desde a temporada perfeita que não teve final perfeito. Um viciado em jogos de esportes desde seu finado PS1, é apaixonado também por Bruins, Red Sox e Celtics. Tem a felicidade de já ter visto todos os seus times de coração serem campeões. Sonha em um dia entrevistar pessoalmente seu maior ídolo, Patrice Bergeron.
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