Leila Pereira demonstrou insatifação com a punição aplicada ao Cerro pela entidade Sul-Americana
A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, demonstrou toda a sua indignação com a Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) nesta segunda-feira. Antes da partida contra o São Paulo, válida pelas semifinais do Campeonato Paulista, a mandatária sugeriu, inclusive, uma troca de entidades entre Conmebol e Concacaf.
A revolta da dirigente se deu por conta da pena imposta pela Conmebol ao Cerro Porteño no caso de racismo em partida da Libertadores Sub-20. No discurso, Leila destacou a receita que o Brasil rende à instituição Sul-Americana, bem como a importância da união entre os clubes contra o racismo.
“Nós temos de tomar medidas firmes com relação à Conmebol, porque não é possível… o Brasil representando 60% da receita da Conmebol, e os clubes brasileiros sendo tratados dessa forma. Eu vou lançar até uma ideia. Uma reflexão pra todos nós… Já que a Conmebol não consegue coibir esse tipo de crime, não consegue tratar os clubes brasileiros com o tamanho que representam para a Conmebol, por que não pensar em nos filiarmos à Concacaf?”, declarou Leila Pereira à TNT Sports.
A LEILA SUGERIU DOS TIMES BRASILEIROS SE FILIAREM À CONCACAF! 🤯 Declaração muito forte da presidente do Palmeiras após mais um caso de racismo em jogos da Conmebol!
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— TNT Sports BR (@TNTSportsBR) March 10, 2025
Ainda em entrevista à emissora, a presidente do Palmeiras afirmou que fará a sugestão nesta quarta-feira em reunião na Confederação Brasileira de Futebol (CBF). De acordo com Leila, uma mudança para a Concacaf seria o melhor cenário ao futebol Brasileiro.
“Saímos da Conmebol e vamos para a Concacaf, sabe? Eu acho que só assim vão respeitar o futebol brasileiro. O futebol brasileiro não está sendo respeitado pela Conmebol. Então, é uma coisa para se pensar. Eu vou até conversar isso… eu tenho uma reunião quarta-feira, na CBF… conversar com os clubes brasileiros que vão estar lá, e com o presidente Ednaldo, que é uma semente para se plantar. Já que não somos respeitados aqui, pelo órgão que controla o futebol da América do Sul, por que não irmos para a Concacaf? Com certeza, financeiramente, para todos os clubes brasileiros, seria muito melhor”, completou.