Uma das joias mais cobiçadas do futebol brasileiro, Estêvão tomou a grande decisão. O atacante do Palmeiras, destaque na base e no profissional, acertou a ida para o Chelsea, e deixa para trás propostas de outros gigantes da Europa. Mas por que a escolha pelo clube londrino?
De acordo com o empresário do jogador, André Cury, um fator foi determinante: a visão do Chelsea sobre seu estilo de jogo. Enquanto outros clubes viam Estêvão como um ponta-direita, os Blues enxergaram no garoto um verdadeiro camisa 10, com liberdade para atuar pelo centro do campo e organizar o setor criativo.
“Foi o único clube que nos enxergou como camisa 10, para jogar no meio de campo. Pode ser que eu esteja errado, mas vamos ter a oportunidade. Acho que a gente vai estar certo, então isso também pesou muito”, contou Cury ao GE.
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Apesar do destaque como meia-armador nas categorias de base, Estêvão precisou se adaptar ao profissional do Palmeiras. Com Raphael Veiga consolidado como titular e Maurício como opção, Abel Ferreira optou por utilizá-lo aberto pela direita, a fim de aproveitar sua velocidade e drible curto.
“O Abel tem muito jogador nessa posição. O Estêvão pode jogar de extremo e pode jogar de 10. Mas os que jogam de 10 no Palmeiras não podem jogar de extremo. Então, às vezes, é uma comodidade que ele tem no elenco”, explicou o empresário.
Mesmo deslocado, o camisa 41 é uma peça importante no esquema alviverde e acumula boas atuações. Agora, o jovem se prepara para o próximo desafio na Europa, onde terá a chance de mostrar todo o potencial em sua posição de origem.
Antes de se apresentar ao Chelsea, Estêvão ainda tem compromissos de peso no Brasil. Convocado por Dorival Júnior para a Seleção Brasileira, ele defenderá o país nos duelos contra Colômbia e Argentina, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026.
O atacante retorna ao Palmeiras logo depois do jogo contra os argentinos, no dia 25, e terá pouco mais de 48 horas para se preparar para a finalíssima do Campeonato Paulista contra o Corinthians. No jogo de ida, o alviverde perdeu por 1 a 0, e, agora, precisa reverter o placar na Neo Química Arena para conquistar o tetracampeonato estadual.
soccer Jornalista em formação diretamente de Niterói-RJ. Busca juntar o que mais ama: comunicação e esporte. É grande torcedora do Fluminense e da McLaren, além de apaixonada por futebol nacional desde pequena. Encantou-se com diversas categorias do automobilismo e, hoje, não sabe viver sem os roncos dos carros. Uma grande entusiasta do multilinguismo e viajante pelo mundo.
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