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Qual será a escalação da Seleção Brasileira na estreia de Ancelotti?

Lívia Galvão

Nesta quinta-feira (5), às 20h (horário de Brasília), no Estádio Monumental Isidro Romero Carbo, em Guayaquil, a Seleção Brasileira inicia uma nova era sob o comando de Carlo Ancelotti. O técnico italiano, multicampeão por clubes europeus, estreia em jogos oficiais com o Brasil em um confronto direto contra o Equador pela 15ª rodada das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026. Após três sessões de treino, sendo a última nesta quarta-feira, já em solo equatoriano, Ancelotti optou por uma formação que mescla juventude, experiência e imposição física, mirando a reabilitação da equipe na tabela.

Seleção deve ir a campo com base montada em São Paulo

A escalação esboçada por Ancelotti na terça-feira, ainda no CT da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), deve ser mantida. Esta foi: Alisson; Vanderson, Marquinhos, Alex e Alex Sandro; Casemiro, Bruno Guimarães e Gerson; Estêvão, Richarlison e Vini Jr. 

A principal ausência é Raphinha, que, suspenso por cartões, está fora da partida, apesar de ter viajado com o grupo. Com isso, o garoto Estêvão, destaque do Palmeiras, deve ganhar a primeira chance como titular.

O clima no vestiário é de foco total. Assim, o treinador deixou claro na coletiva que quer uma equipe que jogue com intensidade nos dois lados do campo:

“Quero um time que lute e seja solidário. Não adianta atacar bem e defender mal. Precisamos competir em todas as fases do jogo”, destacou o italiano.

Ancelotti pede imposição física e atenção às bolas paradas

Com pouco tempo para implementar as ideias, Ancelotti concentrou os treinos em três pilares. Estes são: saída de bola sob pressão, posicionamento nas bolas paradas e compactação defensiva. Sabendo do ambiente hostil que encontrará em Guayaquil, o técnico pediu uma postura firme da Seleção para não estar sob domínio no contato físico, pois é o ponto forte do Equador.

Mesmo com a Seleção ocupando a 4ª posição e pressionada por recentes tropeços, o discurso é de confiança na retomada. Por outro lado, os equatorianos, em 2º lugar com 23 pontos, prometem fazer jogo duro dentro de casa.

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Jornalista em formação diretamente de Niterói-RJ. Busca juntar o que mais ama: comunicação e esporte. É grande torcedora do Fluminense e da McLaren, além de apaixonada por futebol nacional desde pequena. Encantou-se com diversas categorias do automobilismo e, hoje, não sabe viver sem os roncos dos carros. Uma grande entusiasta do multilinguismo e viajante pelo mundo.

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