Quarterback está no clube desde 2020, mas enfrentou dificuldades ao longo da carreira e terminou 2025 no banco de reservas
Após uma temporada turbulenta em 2025, Tua Tagovailoa não descartou a possibilidade de deixar o Miami Dolphins e jogar em um novo clube. O quarterback conversou com a imprensa nesta segunda-feira (5) e descreveu a ideia de um recomeço em outro lugar como “incrível”.
“Eu não teria problema nenhum com isso. Eu ficaria ‘bem'”, declarou o jogador.
O quarterback está na franquia desde 2020, quando foi selecionado na quinta escolha geral do NFL Draft. Desde então, ele foi titular em 76 partidas na NFL, mas sofreu com múltiplas lesões ao longo da curta carreira. O jogador teve apenas uma temporada completa sem contusões, em 2023, na qual liderou a liga em jardas aéreas e foi selecionado ao Pro Bowl.
Nesta última temporada, entretanto, Tua Tagovailoa e os Dolphins não tiveram o mesmo sucesso ofensivo. Em 14 jogos como titular, o atleta registrou a maior marca pessoal de 15 interceptações, com 20 touchdowns e 2.660 jardas, antes de perder a posição de titular para o calouro Quinn Ewers.
Miami terminou a temporada regular da competição na terceira colocação da AFC Leste, somente à frente do New York Jets, com um recorde de sete vitórias e dez derrotas. Esta foi a segunda campanha consecutiva que os Dolphins não avançaram aos playoffs, após duas participações sob os comandos de Tua Tagovailos.
Após as declarações de Tua Tagovailoa, o futuro do jogador nos Dolphins é incerto. Atualmente, ele está sob o contrato renovado de quatro anos e US$ 212,4 milhões assinado no ano passado. O quarterback tem uma média salarial anual de US$ 53 milhões, porém caso a franquia se desfaça do atleta resultaria em um impacto de US$ 99,2 milhões no teto salarial.
A partir de agora, os Dolphins terão toda a offseason para decidir qual será o futuro do time. Além da situação tensa com Tagovailoa, o clube iniciará a procura por um novo gerente geral, a qual terá ajuda do treinador principal Mike McDaniel.
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mlb Jornalista em formação. Apaixonado desde pequeno por vários esportes e um botafoguense doente. Encontrou os esportes americanos em 2017 e se encantou por Brewers, Saints, Sharks e Raptors. Vivo em devoção ao Deus MVP Christian Yelich.
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