Veterano pode prolongar sua estadia na nova equipe
Nesta sexta-feira (25), o general manager do Pittsburgh Steelers, Omar Khan, abriu a possibilidade de renovar com o quarterback Aaron Rodgers para 2026, mantendo o veterano por mais uma temporada na franquia.
“Vamos ver como a temporada se desenrola, mas com certeza [sobre manter Rodgers]”, declarou Khan no podcast Rich Eisen Show. “Ele é um jovem de 41 anos e, obviamente, estamos olhando ano por ano. Mas não descartamos nada, de forma nenhuma”.
Depois de deixar o New York Jets, após duas temporadas de lesões, desacertos e uma produção abaixo do esperado, Rodgers assinou com os Steelers por um ano e US$ 13,65 milhões, buscando voltar aos playoffs da NFL.
“É isso mesmo”, confirmou a estrela de 41 anos no The Pat McAfee Show, em informação também trazida pela dupla de repórteres do The Athletic Jayna Bardahl e Mike DeFabo. “É por isso que assinamos por um ano, assim os Steelers não precisavam colocar mais temporadas a depender de algo. Foi uma forma de finalizar minha carreira com amor, diversão e paz”.
“Tive ótimos anos e aproveitei tudo. Que lugar seria melhor para encerrar do que uma das franquias mais prestigiadas da liga, com Mike Tomlin, um grupo cheio de liderança, ótimos caras e uma cidade que espera que você vença?”, completou o jogador.
Apesar de não estar mais no seu auge e entregando como antigamente, Aaron Rodgers não dava a sua carreira por encerrada, tentando provar que ainda pode ser considerado um QB de elite mesmo longe do Green Bay Packers.
De 2005 até 2022 com os verde e amarelos, Rodgers conquistou o Super Bowl XLV e quatro prêmios de MVP da NFL – perdendo apenas para outra lenda do esporte, o quarterback Peyton Manning, com cinco troféus.
No entanto, essa passagem por Pittsburgh deve ser a sua última aventura na carreira. E mesmo que Aaron Rodgers ainda seja responsável pelos passes do time em 2026, ele disse durante a entrevista a Pat McAfee que pretende manter um estilo de vida mais reservado: “vocês não vão me ver por aí”.
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mlb Cientista político, gaúcho em SP e paulista no RS. Coleciona camisas de esportes em geral. É fã dos X-Men, comida mexicana, ska punk e literatura latina. Contrasta a camisa vermelha de domingo com o amor azul pelo New York Mets.
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