Constante sucesso e conquistas de Mahomes e dos Chiefs é motivo para o camisa 15 ser visto como 'vilão', segundo DeAndre Hopkins
Para o wide receiver do Kansas City Chiefs DeAndre Hopkins, a forma como as pessoas enxergam Patrick Mahomes como ‘vilão’, serve muito para mostrar exatamente sua capacidade e o quão vencedor ele é na NFL.
“Todo mundo tem que escolher um time para torcer contra, ou alguém que sente que está recebendo ajuda de alguém. Todos têm que escolher um vilão, e é fácil escolher alguém que está ganhando tanto quanto o nosso cara”, disse Hopkins, de acordo com Michael Silver, do The Athletic.
“Como pode Patrick Mahomes ser o vilão? Da mesma forma que Tom Brady poderia ser e da mesma forma que Michael Jordan foi. Por que as pessoas ainda falam sobre MJ ter empurrado o rival quase 30 anos depois? Porque ele é um dos maiores que já fizeram isso, e quando ele venceu o sexto título, as pessoas estavam cansadas de vê-lo vencer”, pontuou o veterano.
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As críticas a Mahomes e os Chiefs não são novidade. Nos últimos anos, conforme maior o sucesso de Kansas City e do quarterback, quanto maiores as conquistas, mais e mais críticas surgem para cima deles. Antes disso, o camisa 15 era visto como ‘salvador’, como novidade, principalmente quando competiu contra Tom Brady nos últimos anos de sua carreira.
No entanto, após a aposentadoria do GOAT, Patrick rapidamente assumiu o papel de principal QB da liga. Da mesma forma, ele e os Chiefs tomaram conta da liga, atraindo cada vez mais a ira dos rivais e as discussões sobre ‘favorecimento de arbitragem’.
Da forma que seja, Patrick Mahomes e sua equipe estão partindo para a sua quinta participação no Super Bowl. A equipe, que chegou sete vezes na final de Conferência com o quarterback, busca o inédito ‘three-peat’ – o tricampeonato seguido. Ao todo, o jogador e o time já somam três títulos nos últimos anos, em anos não consecutivos.
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nhl Escreve sobre o que ama. Torcedor incondicional dos Patriots desde a temporada perfeita que não teve final perfeito. Um viciado em jogos de esportes desde seu finado PS1, é apaixonado também por Bruins, Red Sox e Celtics. Tem a felicidade de já ter visto todos os seus times de coração serem campeões. Sonha em um dia entrevistar pessoalmente seu maior ídolo, Patrice Bergeron.
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