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‘Justin Fields não é um running back’, diz técnico Aaron Glenn

Rodrigo Fidalgo

Quarterback do New York Jets teve começo animador no Thursday Night Football mas não conseguiu manter o ritmo no restante do jogo

O debate sobre o uso de Justin Fields voltou com força após a derrota dos Jets nesta quinta-feira (13). No entanto, tudo havia começado de forma promissora: uma campanha ofensiva perfeitamente conduzida, com 14 jogadas e finalizada por uma corrida de cinco jardas do quarterback para o touchdown. Nessa primeira posse, Fields correu cinco vezes e lançou apenas dois passes, dando a impressão de que o ataque de Nova York havia encontrado seu ritmo.

Um bom começo e depois mais nada para os Jets

Mas esse padrão não durou. As três posses seguintes terminaram em punts depois de rápidos three-and-outs. Um ponto chamou atenção: Justin Fields não correu nenhuma vez durante todo o primeiro tempo, sendo constantemente colocado em situações de terceira descida obrigando passes, sem sucesso. Uma estratégia que surpreendeu muitos observadores, especialmente porque o jogo terrestre parecia oferecer mais soluções.

Questionado após a partida, o técnico Aaron Glenn defendeu sua abordagem. Para ele, não fazia sentido transformar seu quarterback em um corredor constante.

“Não queremos que nossos quarterbacks corram muitas vezes. Isso os exporia desnecessariamente. Isso ajuda a limitar riscos de lesão”, afirmou o treinador dos Jets. “Justin não é um running back, e precisamos evitar tratá-lo como um.”

Justin Fields deveria ser mais utilizado em corridas?

Os números, no entanto, mostram a eficiência das corridas de Fields: 67 jardas em 11 tentativas, mais de seis jardas por ação. Em contraste, o jogo aéreo continuou em dificuldade, com apenas 116 jardas conquistadas e dois sacks sofridos. Glenn ainda apontou a responsabilidade dos recebedores, dizendo que algumas bolas deveriam ter sido agarradas.

Apesar da evidência estatística, Glenn insiste: o futuro do ataque não deve passar por um quarterback constantemente móvel. Uma escolha estratégica que promete continuar alimentando o debate entre os torcedores nova-iorquinos.

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Jornalista em formação. Apaixonado desde pequeno por vários esportes e um botafoguense doente. Encontrou os esportes americanos em 2017 e se encantou por Brewers, Saints, Sharks e Raptors. Vivo em devoção ao Deus MVP Christian Yelich.

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