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Apesar dos números modestos, decisão de Steve Kerr evidencia o papel estratégico de Payton II e levanta nova leitura sobre o elenco dos Warriors
A vitória do Golden State Warriors sobre o Utah Jazz, na noite de terça-feira (25), marcou mais do que o simples retorno acima da marca de 50% na temporada da NBA. Ela também trouxe um movimento inesperado de Steve Kerr, que optou por iniciar o jogo com Gary Payton II no lugar do lesionado Draymond Green. Embora a decisão tenha causado estranheza inicial, a performance do veterano mostrou exatamente por que ele ainda é tão valioso dentro da rotação.
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Mesmo sem ser um pontuador explosivo, Payton entregou aquilo que o técnico tanto aprecia: energia, entrega e consciência defensiva. Em um jogo que rapidamente se transformou em um domínio dos californianos, o armador lembrou a todos que sua importância não se mede apenas pelos números, mas pelo impacto silencioso – e decisivo para os Warriors.
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— Golden State Warriors (@warriors) November 25, 2025
Steve Kerr já demonstrou, ao longo de sua passagem em Golden State, que confia mais em mentalidade do que em números brutos. Por isso, a presença de Payton no quinteto titular não foi um capricho, mas uma aposta clara em alguém que não se esconde nas pequenas batalhas do jogo. Rebotes divididos, defesa feroz no ponto de ataque e movimentação sem a bola continuam sendo pilares do estilo coletivo dos Warriors.
Mesmo limitado em minutos nesta temporada, Payton nunca deixou de entregar essas características aos Warriors. E, em um elenco que ainda busca identidade após turbulências recentes, sua presença oferece estabilidade.
A offseason dos Warriors foi marcada pela novela envolvendo Jonathan Kuminga e pelas especulações sobre possíveis reforços de perímetro. Nomes como De’Anthony Melton e Seth Curry chegaram – embora o irmão de Stephen tenha sido dispensado – e, nos bastidores, Golden State já alinhava um acordo de retorno com Payton.
A decisão ganhou críticas, sobretudo após a saída do querido Kevon Looney para o New Orleans Pelicans, algo que dividiu a torcida. Para o lugar de Looney, a franquia apostou no veteraníssimo Al Horford, que vem decepcionando até o momento.
Ainda assim, a comissão técnica acreditava que Payton era essencial para a estrutura tática do time. Mesmo com médias discretas de 3,3 pontos, 2,9 rebotes e 1,6 assistência nas primeiras 18 partidas, seu valor vai além.

Diante do Utah Jazz, Payton mostrou o porquê dessa confiança. Foram nove pontos, seis rebotes e impressionantes oito assistências em 4 de 8 nos arremessos – números que evidenciam eficiência e versatilidade. Enquanto Steph Curry brilhava com mais uma atuação de 30 pontos na temporada, Payton garantia a sustentação defensiva e o ritmo coletivo.
No fim, essa é a essência dos Warriors: estrelas que decidem, mas também jogadores que, como Payton, abraçam papéis fundamentais. E, se Kerr continua apostando nele, é porque sabe que vencer exige mais do que estatísticas – exige confiabilidade, entrega e identidade.
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nhl Escreve sobre o que ama. Torcedor incondicional dos Patriots desde a temporada perfeita que não teve final perfeito. Um viciado em jogos de esportes desde seu finado PS1, é apaixonado também por Bruins, Red Sox e Celtics. Tem a felicidade de já ter visto todos os seus times de coração serem campeões. Sonha em um dia entrevistar pessoalmente seu maior ídolo, Patrice Bergeron.
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