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Com foco renovado e mudança de abordagem de Steve Kerr, os Warriors buscam minimizar erros, mas ainda sofrem com irregularidade decisiva
A problemática temporada do Golden State Warriors pode, momentaneamente, ter uma solução um pouco atípica. Em toda sua jornada na NBA em 2025-26 até agora, o técnico Steve Kerr repetiu exaustivamente a mensagem de que os Warriors só conseguem competir em alto nível quando protegem a bola.
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A lógica é simples – vencer a batalha dos turnovers quase sempre significa vencer o jogo. No entanto, insistir no tema não trouxe os resultados esperados. A equipe continuou cometendo erros em momentos cruciais, alimentando derrotas evitáveis e mantendo uma campanha instável no Oeste, alternando boas vitórias com derrotas desanimadoras.
Draymond Green disse que recentemente conversou com Kerr sobre turnovers.
— 🌉 Warriors Brasil (@WarriorsBR__) January 8, 2026
🎙️Kerr disse: “Não somos o mesmo time que éramos antes. A liga mudou. Os times se aproveitam desses turnovers.”
pic.twitter.com/jHhuwTwXqz
Nas últimas semanas, porém, Kerr decidiu tentar algo diferente. Em vez de reforçar a necessidade de limitar erros, o treinador optou por não mencionar mais o tema e, curiosamente, a mudança funcionou nos Warriors.
Sem o peso constante da cobrança, Golden State passou a reduzir as entregas de posse e mostrar mais disciplina, ainda que por um período curto. Kerr explicou a estratégia com ironia: “É uma grande lição de vida. Ignore seus problemas. Nunca os reconheça. Não se olhe no espelho”. A brincadeira esconde a realidade de um elenco que precisa encontrar equilíbrio mental e tático.
Apesar disso, a trégua durou pouco. No domingo (11) contra o Atlanta Hawks, os Warriors voltaram a exibir os problemas que vêm assombrando o time o ano inteiro: 16 turnovers, contra apenas nove do adversário. O desfecho foi previsível – derrota e mais frustração. Hoje, Golden State perde a bola 15,6 vezes por partida em média, uma das marcas mais altas da NBA e incompatível com uma equipe que luta por consistência.
Esse padrão não é exatamente novidade. Desde os anos de domínio, a equipe comete turnovers em volume elevado devido ao estilo ofensivo baseado em movimentação constante, leitura de jogo e passes rápidos.
Quando havia um arsenal de superastros, os erros eram compensados pelo talento puro. Stephen Curry podia incendiar o jogo, Klay Thompson explodir do perímetro ou Kevin Durant assumir o controle nos momentos decisivos. Agora, a realidade é bem mais dura para os Warriors.
Hoje, ainda que Curry continue atuando em nível estelar, o restante do elenco não acompanha o mesmo ritmo. Os Warriors não têm outra opção confiável capaz de carregar o ataque quando as posses se tornam desorganizadas.
A ausência de um segundo criador consistente obriga Curry a assumir quase tudo, o que torna cada turnover ainda mais custoso e pesado para os Warriors. A margem de erro diminuiu drasticamente, e a equipe não consegue escapar de noites ruins com a mesma facilidade de antes.
O curioso é que a estratégia de Kerr – ignorar os turnovers – de fato trouxe algum alívio mental ao grupo. Contudo, a sensação é de que o problema está sempre à espreita, pronto para aparecer novamente e comprometer partidas importantes. Para um time que ainda sonha com relevância na pós-temporada da NBA, controlar a bola não é vital, acima de tudo.

A missão agora é transformar os flashes positivos em hábito. Os Warriors precisam reduzir riscos desnecessários, ajustar a tomada de decisão e encontrar um segundo pontuador confiável para aliviar a carga de Curry.
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Sem isso, a temporada seguirá marcada pela oscilação constante que impede a equipe de construir uma sequência sólida. Kerr mudou o discurso, a atitude, o clima e parece tentar de tudo possível. Porém, ainda falta ao Golden State Warriors mudar os resultados.
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nhl Escreve sobre o que ama. Torcedor incondicional dos Patriots desde a temporada perfeita que não teve final perfeito. Um viciado em jogos de esportes desde seu finado PS1, é apaixonado também por Bruins, Red Sox e Celtics. Tem a felicidade de já ter visto todos os seus times de coração serem campeões. Sonha em um dia entrevistar pessoalmente seu maior ídolo, Patrice Bergeron.
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