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Mesmo com problemas logÃsticos e fora de casa, 76ers controlam o jogo, vencem com autoridade e mostram as dificuldades recentes dos Warriors
O Philadelphia 76ers segue em clara ascensão na temporada 2025-26 da NBA e provou isso novamente, desta vez contra o Golden State Warriors. Na noite de terça-feira (3), a equipe confirmou o bom momento ao vencer os Warriors por 113 a 94, fora de casa, alcançando a quinta vitória consecutiva. Mesmo enfrentando contratempos antes da bola subir, o time mostrou consistência, intensidade física e maturidade para controlar o jogo do início ao fim.
16 PTS | 8 REB | 3 AST | 2 BLK
— Philadelphia 76ers (@sixers) February 4, 2026
a little bit of everything tonight for @trendonw!@PALottery pic.twitter.com/GY5FuoWz8O
Do outro lado, Golden State sentiu fortemente a ausência de Stephen Curry, fora por conta de dores no joelho direito. Sem sua principal referência ofensiva – além de outras peças cruciais de rotação – Golden State teve dificuldades para sustentar o ritmo, com erros recorrentes, baixa produção no garrafão e pouca resposta defensiva diante da pressão imposta por Philadelphia.
O grande nome da noite foi o calouro VJ Edgecombe, que anotou 25 pontos, sete rebotes e sete assistências, mostrando personalidade e leitura de jogo acima da média para um rookie. Além disso, Andre Drummond foi dominante no garrafão, com 12 pontos e 11 rebotes, sendo peça-chave no controle físico da partida com o desfalque de Joel Embiid.
the rook with the smoothest of moves. pic.twitter.com/kJInYp1lmI
— Philadelphia 76ers (@sixers) February 4, 2026
O banco também respondeu bem. Trendon Watford contribuiu com 16 pontos e oito rebotes, enquanto Adem Bona teve aproveitamento perfeito no primeiro tempo, acertando todos os cinco arremessos que tentou. Esses desempenhos explicam a ligeira vantagem de 58 a 56 dos 76ers no intervalo, mesmo jogando fora de casa.
Um dos dados mais decisivos foi o domínio nos rebotes. Philadelphia venceu essa batalha por 55 a 34, incluindo impressionantes 24 rebotes ofensivos, transformados em pontos de segunda chance – o que mostra a tremenda fragilidade do rival dentro do garrafão, nos dois lados da quadra. Além disso, os visitantes aproveitaram 20 erros dos Warriors, convertendo-os em 15 pontos diretos.
Mesmo com um início eficiente nos arremessos, especialmente no primeiro quarto, o Golden State Warriors não conseguiu manter o nível. A equipe acertou oito bolas de três no período inicial, mas caiu de produção ao longo do jogo, especialmente após o intervalo.
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O brasileiro Gui Santos, dessa forma, ao lado de Pat Spencer marcaram 13 pontos cada, sendo os cestinhas de Golden State, enquanto Moses Moody somou 12, números que refletem esforço coletivo, mas insuficientes para compensar a falta de criação e liderança em quadra. Draymond Green e Al Horford até tentaram dar energia com bolas de fora, porém a equipe não conseguiu construir sequências consistentes.
A ausência de Jonathan Kuminga, fora pelo quinto jogo seguido, também pesou. Com rotações mais curtas, o técnico Steve Kerr teve dificuldades para ajustar a defesa e conter o volume físico dos 76ers, que cresceram no segundo tempo.

Curiosamente, Philadelphia enfrentou problemas fora das quadras antes do jogo. Um dos ônibus da equipe chegou ao ginásio apenas cerca de 75 minutos antes do início, devido ao trânsito intenso da região da Bay Area – que recebe o Super Bowl LX no domingo (8). Ainda assim, o técnico Nick Nurse minimizou o impacto, lembrando que este era o segundo jogo de um back-to-back, após a vitória sobre o Clippers.
Agora, os 76ers seguem sua sequência no Oeste e encaram os Lakers na quinta-feira (5), confiantes e em evolução. Já os Warriors tentam reagir fora de casa contra o Phoenix Suns, buscando interromper uma fase irregular e recuperar o equilíbrio na temporada.
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nhl Escreve sobre o que ama. Torcedor incondicional dos Patriots desde a temporada perfeita que não teve final perfeito. Um viciado em jogos de esportes desde seu finado PS1, é apaixonado também por Bruins, Red Sox e Celtics. Tem a felicidade de já ter visto todos os seus times de coração serem campeões. Sonha em um dia entrevistar pessoalmente seu maior ídolo, Patrice Bergeron.
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