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Confira o ranking com o valor que cada brasileiro faturou durante passagem na maior liga de basquete do mundo
A NBA reúne os melhores jogadores de basquete do planeta e, naturalmente, oferece as maiores recompensas para aqueles que brilham em quadra. Com o teto salarial subindo a cada temporada, os valores pagos aos atletas se tornaram astronômicos e casos como o de Shai Gilgeous-Alexander – que receberá quase US$ 70 milhões por ano no Oklahoma City Thunder – mostram a dimensão desse mercado.
Sobretudo, o basquete brasileiro também deixou sua marca na liga, revelando talentos que conquistaram espaço e salários milionários. Alguns tiveram passagens rápidas, outros construíram longas carreiras, mas todos entraram para a história com contratos de alto valor no basquete norte-americano.
Pensando nisso, o The Playoffs preparou o ranking dos dez brasileiros mais bem pagos da história da NBA, destacando também seus números e grandes feitos nas quadras. Confira!
O pivô Vitor Faverani disputou apenas uma temporada na NBA, defendendo o Boston Celtics em 2013-14. Em 35 partidas – oito delas como titular -, registrou médias de 4,4 pontos, 3,5 rebotes e 0,7 toco por jogo.
Chegou a atuar também pelo Maine Red Claws, afiliado da franquia na G League, antes de retornar ao basquete espanhol, onde jogou por clubes como Valencia e Murcia. Mais tarde, voltou ao Brasil para vestir as camisas do Flamengo e do São Paulo.
Rafael Araújo foi a oitava escolha geral do Draft de 2004 pelo Toronto Raptors. Em duas temporadas no Canadá, participou de 111 jogos – sendo titular em 75 -, com médias de 2,9 pontos, três rebotes e 12 minutos por partida. Em 2006, transferiu-se para o Utah Jazz, onde atuou em mais 28 partidas antes de encerrar sua passagem pela liga. No Brasil, jogou por Flamengo, Paulistano, Franca e Mogi, aposentando-se em 2014 como atleta do Pinheiros.
Lucas Nogueira foi selecionado na 16ª escolha do Draft de 2013 pelo Boston Celtics, mas só estreou em 2014-15, após ser envolvido em múltiplas trocas e assinar contrato multianual com o Toronto Raptors. Em quatro temporadas no Canadá, disputou 141 jogos com média de 12,1 minutos, 3,2 pontos, 2,8 rebotes e um toco por confronto.
Além de defender a seleção brasileira, também passou por Basquete Cearense e São Paulo no NBB.
Selecionado na 20ª escolha geral do Draft de 2014 pelo Toronto Raptors, Bruno Caboclo atuou ao lado de Lucas “Bebê” nos primeiros anos. Sua melhor temporada na liga foi em 2018-19 pelo Memphis Grizzlies, com 8,3 pontos e 4,6 rebotes em 34 partidas. Também teve passagens por Sacramento Kings e Houston Rockets.
Presença constante e um dos principais nomes da seleção brasileiro, o atleta também teve passagem marcante pelo São Paulo, em que foi o MVP da temporada 2021-22 do NBB.
Raulzinho é o primeiro nome desta lista a ter jogado de forma frequente na maior liga de basquete do mundo. O armador acabou selecionado pelo Atlanta Hawks na segunda rodada do Draft de 2013, mas só fez sua estreia em 2015-16, já como membro do Utah Jazz.
Em Salt Lake City, Neto foi titular em 53 dos 81 jogos disputados em sua primeira temporada na NBA. Ele acabaria ficando na franquia por quatro anos, acumulando 4,8 pontos e 1,9 assistências de média na passagem. O jogador ainda defendeu Philadelphia 76ers, o Washington Wizards e o Cleveland Cavaliers antes de deixar a liga por conta de lesões.
Cristiano Felício teve uma longínqua passagem como membro do Chicago Bulls. O atleta disputou um total de 252 partidas com a camisa da franquia seis vezes campeã da NBA entre os anos de 2015 e 2021. Com uma média de 14,1 minutos de quadra, ele acumulou 4,3 pontos, 3,9 rebotes e 57,2% de aproveitamento em quadra durante o seu período com os Bulls.
Tiago Splitter marcou história como o primeiro brasileiro a conquistar um título da NBA, em 2014, pelo San Antonio Spurs. Naquela campanha, foi titular em 18 dos 23 jogos dos playoffs, com médias de 7,5 pontos, 6,1 rebotes e duas assistências.
Atuou no Spurs entre 2012-13 e 2014-15, e depois passou por Atlanta Hawks e Philadelphia 76ers. Aposentou-se em 2018 e virou técnico, conquistando títulos na França. Na próxima temporada, fará parte da comissão técnica do Portland Trail Blazers.
Leandrinho foi o primeiro brasileiro a ganhar um prêmio individual na NBA, sendo eleito Sexto Homem do Ano em 2006-07, com médias de 18,7 pontos, quatro assistências e 2,7 rebotes em 80 partidas pelo Phoenix Suns. Draftado em 2003 pelos Spurs, também jogou por Toronto Raptors, Indiana Pacers, Boston Celtics e Golden State Warriors, conquistando o título em 2014-15. É lembrado pela velocidade e poder ofensivo.
Anderson Varejão construiu uma carreira de 14 anos na NBA, 13 deles no Cleveland Cavaliers, após ser selecionado pelo Orlando Magic no Draft de 2004. Destacou-se como defensor, integrando o segundo time ideal de defesa da temporada 2009-10.
Foram 596 jogos pelos Cavs, 208 como titular, com médias de 7,5 pontos, 7,5 rebotes, 0,9 roubo e 0,7 toco. Passou pelo Golden State Warriors e encerrou a carreira no Brasil com títulos pelo Flamengo. Em 2021, voltou aos Cavs para se despedir oficialmente.
Nenê Hilário é o brasileiro com maior longevidade e ganhos na NBA. Draftado em 2002 pelo New York Knicks, foi trocado para o Denver Nuggets na mesma noite. Jogou nove anos na franquia, com 555 partidas (451 como titular) e médias de 12,4 pontos, sete rebotes, 1,3 roubo e 0,9 toco. Sobretudo, na temporada de estreia, teve 10,5 pontos, 6,1 rebotes, 1,6 roubo e 0,8 toco, integrando o time ideal de novatos ao lado de Yao Ming e Amar’e Stoudemire.
Em 2011-12, acabou enviado ao Washington Wizards por meio de troca e passou quatro anos na capital norte-americana. Por fim, ele defendeu o Houston Rockets entre 2016 e 2019, desempenhando papel importante na rotação do início da era James Harden mesmo já não atuando com o mesmo nível de antes.
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nfl Jornalista. Começou a acompanhar NFL por influência paterna e expandiu seu amor aos outros esportes americanos. Torcedor do Los Angeles Lakers, Rams e Dodgers, além de santista roxo.
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