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Raptors estão abertos a trocar três dos seus principais jogadores

Matheus Puk

Com elenco recheado de salários altos e peças atraentes, Raptors miram reformulação, visando estrelas e jogadores pontuais

O Toronto Raptors pode passar por uma grande reformulação antes do início da próxima temporada da NBA. De acordo com o jornalista Jake Fischer, do The Stein Line, a franquia canadense está aberta a negociar três de seus principais titulares: RJ Barrett, Immanuel Quickley e Jakob Poeltl.

Bem como, a movimentação indica que o time busca um salto de qualidade logo após mais uma campanha decepcionante. Além disso, os nomes de Barrett e Quickley também indicam uma possível preferência por menos jogadores que necessitam a bola nas mãos para criar jogadas, um grande problema do elenco de Toronto.

Assim, buscando peças mais pontuais e criativas sem a bola nas mãos, os Raptors podem voltar a serem competitivos no Leste. Na campanha passada, com 30 vitórias e 52 derrotas, os Raptors terminaram apenas na 11ª colocação do Leste, fora até do play-in.

Barrett, Quickley e Poeltl viram ativos de troca

Segundo Fischer, Toronto está disposto a ouvir propostas tanto por RJ Barrett quanto por Immanuel Quickley, desde que as ofertas representem uma melhora significativa no elenco e na filosofia tática do time. Da mesma forma, o pivô Jakob Poeltl também entrou no radar de possíveis trocas, tendo em vista que ele tem mercado e interessados dispostos a pagar um bom preço por ele.

Primeiramente, Barrett surge como peça central em potenciais negócios, seja como protagonista em uma troca menor ou como parte salarial em uma negociação por uma estrela como Kevin Durant. Em 2024-25, o ala teve impacto considerável, com médias de 21,1 pontos, 6,3 rebotes e 5,4 assistências.

Quickley, por outro lado, viveu um de seus melhores anos na liga, apesar de sofrer com problemas físicos. Um armador veloz e versátil, registrou 17,1 pontos e 5,8 assistências por jogo, o que o coloca como alvo natural para equipes que buscam um titular confiável na armação.

Por fim, Poeltl também atrai atenção. O pivô austríaco quase fechou a temporada com um duplo-duplo de média: 14,5 pontos e 9,6 rebotes, sendo eficiente nos dois lados da quadra.

Salários altos e ausência de uma estrela

Mesmo com peças produtivas, o grande problema dos Raptors continua sendo a ausência de uma superestrela. Scottie Barnes é tratado como o principal talento da franquia, mas ainda não se consolidou como referência absoluta. Ele foi All-Star apenas uma vez – como substituto por lesão.

Brandon Ingram, outro nome importante do elenco, também tem status questionável. Sua única convocação ao All-Star Game aconteceu há seis temporadas, e ele vem de uma campanha marcada por lesões. Até por isso, desde sua aquisição via troca, ele sequer chegou a entrar em quadra pelos Raptors. Embora tenha potencial, o ala atualmente não passa de um bom titular, muito pela desconfiança em sua saúde.

O cenário financeiro, por sua vez, adiciona mais pressão à diretoria. Toronto possui cinco jogadores com salários elevados, incluindo Barnes e Ingram, ambos recebendo quase US$ 40 milhões em 2025. A equipe ainda opera perigosamente próxima da linha do imposto de luxo – e tudo isso sem sequer ir aos playoffs. Com tantas peças em avaliação, a offseason promete ser pra lá de movimentada em Toronto.

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Escreve sobre o que ama. Torcedor incondicional dos Patriots desde a temporada perfeita que não teve final perfeito. Um viciado em jogos de esportes desde seu finado PS1, é apaixonado também por Bruins, Red Sox e Celtics. Tem a felicidade de já ter visto todos os seus times de coração serem campeões. Sonha em um dia entrevistar pessoalmente seu maior ídolo, Patrice Bergeron.

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