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Hawks e Heat se encaram no último duelo do play-in da Conferência Leste, valendo vaga para série contra os Cavs
Miami Heat e Atlanta Hawks entram em quadra nesta sexta-feira (18) para confronto direto pela última vaga nos playoffs da Conferência Leste em partida disputada na State Farm Arena, em Atlanta, pelo Torneio Play-in da NBA. O vencedor do jogo ‘’Win or Go Home’’ enfrentará o Cleveland Cavaliers na primeira rodada da pós-temporada.
As franquias chegam ao jogo mais importante de suas campanhas em situações bem diferentes. Atlanta visitou o Orlando Magic na primeira rodada da repescagem precisando de uma vitória para passar à próxima fase. Em quadra, o time foi dominado pelo adversário e acabou perdendo por 120 a 95.
Miami, por sua vez, viajou até Illinois para encarar o Chicago Bulls com a corda no pescoço, já que uma derrota significaria a eliminação. Em um show de Tyler Herro, o Heat conseguiu superar o rival e ganhou sobrevida na temporada com triunfo tranquilo por 109 a 90.
Assim, para ficar por dentro de tudo que envolve o duelo entre Heat e Hawks, confira abaixo a análise preparada pelo The Playoffs sobre esta partida que promete muitas emoções!
Ambas as equipes chegam ao jogo decisivo após uma temporada repleta de inconsistências. Dentro os dois, o Heat certamente foi quem mais apareceu nas manchetes graças a conturbada saída de Jimmy Butler, que foi suspenso diversas vezes e posteriormente trocado para o Golden State Warriors.
A franquia da Flórida demorou para se adaptar depois que seu astro saiu. Até mesmo uma sequência de dez derrotas consecutivas – sua pior marca desde 2008 – foi registrada após a trade deadline. Contudo, o cenário melhorou na reta final da temporada, em que o time somou oito vitórias em 12 jogos para terminar a primeira fase na décima posição do Leste.
Um dos grandes pilares do estilo de jogo do Heat de Erik Spoelstra foi o que contribuiu para a vitória no primeiro jogo do play-in: a defesa. Os Bulls, time com pace semelhante aos dos Hawks, não conseguiram se impor e acabaram limitados a um aproveitamento pífio de 39,8% nos arremessos de quadra e 27% nas bolas triplas. Bam Adebayo, Andrew Wiggins, Davion Mitchell se destacaram, mas Tyler Herro foi quem comandou a vitória com 38 pontos em 13/19 de aproveitamento nos chutes.
Da mesma maneira, Atlanta teve um ano de altos e baixos. Mesmo demonstrando flashes de força ao bater equipes fortes como Cleveland Cavaliers e Boston Celtics (ambos duas vezes), a equipe não engatou boa fase em nenhum momento, mesmo vencendo os últimos três jogos da primeira fase contra oponentes mais fracos ou que estavam poupando jogadores.
Ainda assim, Atlanta caiu para a oitava posição do Leste e ganhou a chance jogar o play-in contra Orlando. Na Flórida, a equipe acabou dominada completamente pelo Magic, não conseguindo somar mais de 100 pontos com um aproveitamento de 38,1% em quadra.
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Foram quatro confrontos diretos entre as equipes na temporada regular, com duas vitórias para cada lado. Os mandantes prevaleceram, vencendo todos os duelos disputados por mais de dois dígitos de vantagem. Nenhuma novidade, considerando a instabilidade que as equipes apresentavam de uma noite para outra.
Contudo, vale notar que Atlanta se saiu melhor em apenas um dos três jogos disputados entre as equipes após a troca de Jimmy Butler. Observando as estatísticas, é possível notar que o principal fator diferencial para a vitória da equipe da Geórgia foi a ótima apresentação defensiva. Miami, que nem de perto possui um dos melhores ataques da NBA, converteu apenas 32,1% dos seus arremessos e terríveis 17,5% nas bolas triplas.
Evidentemente, é difícil esperar que o Heat tenha uma atuação tão ruim mais uma vez. De qualquer forma, é essencial que Atlanta melhore o seu ritmo defensivo para sair com a vitória em casa, principalmente considerando que a equipe foi a oitava pior em pontos cedidos por 100 posses desde o All-Star Break.
O excelente esquema defensivo de Miami é outro ponto que reforça a necessidade de uma boa apresentação dos marcadores dos mandantes. A franquia da Flórida cedeu apenas 106,3 pontos de média para o rival nos três últimos confrontos diretos, número muito abaixo dos 118,2 pontos por jogo que os Hawks somaram no balanço total da temporada.
No lado ofensivo, os donos da casa acumularam melhores números, mas não isso não é razão para uma entrada ”de salto alto” em quadra. Isso porque a equipe também registrou apenas a 17ª melhor eficiência ofensiva da liga em 2024-25, sendo um grupo muito inconsistente em seus ataques. Muito por conta disso, o Heat estará a meio caminho da vitória caso consiga tirar o controle da posse das mãos de Trae Young, principal articulador do ataque de Atlanta, deixando assim o adversário à mercê de peças menos confiáveis.
Sobretudo, Tyler Herro poderá aproveitar as poucas opções defensivas do adversário para brilhar assim como foi contra os Bulls. Por fim, Bam Adebayo precisará ter melhor imposição no garrafão contra um time que conta apenas com Onyeka Okongwu como opção decente no setor (Clint Capela está lesionado). Uma vitória na batalha pelos rebotes pode ajudar o Heat a brecar o ritmo de Atlanta, que possui o terceiro melhor pace da NBA e depende muito de rebotes ofensivos e pontuações no garrafão.
Apesar de ser um confronto de dois times inconstantes, não há como ignorar o retrospecto nos últimos jogos. A defesa de Miami apareceu quando mais foi preciso e conseguiu conter Chicago que, mesmo limitado, vinha como uma das equipes mais quentes do final da temporada regalar. Assim como foi contra os Bulls, é esperado que o Heat saia como vencedor após limitar Trae Young e transferir a responsabilidade para os coadjuvantes de Atlanta, que não vão responder à altura.
Confira qual equipe é favorita no duelo entre Hawks e Heat conforme as odds da Betano:
| Heat @ Hawks | Odds |
|---|---|
| Miami Heat | + 1,5 (1.80) |
| Heat para vencer | 1.87 |
| Atlanta Hawks | – 1,5 (2.02) |
| Hawks para vencer | 1.88 |
| Over | 218.5 (1.88) |
| Under | 218.5 (1.93) |
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nfl Jornalista. Começou a acompanhar NFL por influência paterna e expandiu seu amor aos outros esportes americanos. Torcedor do Los Angeles Lakers, Rams e Dodgers, além de santista roxo.
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